Publicidade

Pós-Doutorado em Imunoquímica e Imunogenética com bolsa da FAPESP

Agência FAPESP – O Centro de Excelência para Descoberta de Alvos Moleculares (CENTD), resultado de uma parceria entre a FAPESP, a GlaxoSmithKline e o Instituto Butantan, no âmbito do Programa Parceria para Inovação Tecnológica (PITE), oferece duas oportunidades de Pós-Doutorado – em Imunoquímica e Imunogenética – com Bolsa da Fundação. O prazo de inscrição encerra em 28 de fevereiro.

As duas bolsas estão vinculadas ao projeto “Rational approach for searching molecular targets involved in inflammatory events and cell survival”, que tem como pesquisador responsável Ana Marisa Chudzinski Tavassi.

Publicidade

A primeira bolsa, na área de Imunoquímica, está ligada à pesquisa “Vias de sinalização envolvidas na resposta inflamatória em modelos de cultura 3D de osteoartrite”.

O pós-doutorando terá a oportunidade de trabalhar em um projeto sobre a identificação/elucidação e a validação de novos alvos/vias envolvidos na osteoartrite, utilizando como ferramentas toxinas de venenos de animais peçonhentos.

Os candidatos devem ter doutorado em Imunologia, pelo menos três artigos como primeiro autor publicados em revistas internacionais e motivação para resolver problemas biológicos complexos no campo da descoberta de alvos moleculares.

Devem, ainda, ter experiência comprovada em culturas 3D e em técnicas imunológicas, incluindo citometria de fluxo multicolor. Experiência em microscopia confocal, ressonância plasmônica de superfície, biologia molecular e bioinformática é também desejada.

Os interessados devem enviar carta de apresentação descrevendo realizações de pesquisa, curriculum vitae e duas cartas de recomendação para o endereço centd@butantan.gov.br com cópia para denise.tambourgi@butantan.gov.br.

A oportunidade está publicada em http://www.fapesp.br/oportunidades/1412/.

A segunda bolsa, na área de Imunogenética, oferecerá ao pós-doutorando a oportunidade de trabalhar em um projeto sobre a identificação/elucidação e a validação de novos alvos/vias envolvidos na osteoartrite, utilizando como ferramentas toxinas de venenos de animais peçonhentos.

Os candidatos devem ter experiência em pesquisa básica em Imunologia e estar dispostos a desenvolver novas tecnologias a serem implantadas na unidade.

Os interessados devem ter experiência no manuseio de camundongos para testes in vivo, em cultura celular; em biologia celular linfoide e/ou mieloide em doenças inflamatórias, e em ensaios imunológicos, biológicos e moleculares (citometria de fluxo/separação de populações celulares, Elisa/Luminex, qRT-PCR).

É desejável que tenham também experiência em análise bioinformática de dados de rastreamento genômico e/ou expressão gênica (microarray/RNASeq), na tecnologia CRISPR/Cas9 e em microscopia confocal, além de publicações relacionadas à área da presente proposta.

Interessados deverão enviar carta de apresentação descrevendo realizações em pesquisa, curriculum vitae e duas cartas de recomendação para Olga M. Ibañez no endereço olga.ibanez@butantan.gov.br.

A oportunidade está publicada em http://www.fapesp.br/oportunidades/1413/.

Os selecionados receberão bolsa de Pós-Doutorado da FAPESP no valor de R$ 6.819,30 mensais e Reserva Técnica. A Reserva Técnica da bolsa de PD equivale a 15% do valor anual da bolsa e tem o objetivo de atender a despesas imprevistas e diretamente relacionadas à atividade de pesquisa.

Caso os bolsistas residam em domicílio diferente e precisem se mudar para a cidade onde se localiza a instituição-sede da pesquisa, poderão ter direito a um Auxílio-Instalação.

Mais informações sobre a bolsa de Pós-Doutorado da FAPESP estão disponíveis em fapesp.br/bolsas/pd.

Outras vagas de bolsas de Pós-Doutorado, em diversas áreas do conhecimento, estão no site FAPESP-Oportunidades.


Série “Ciência Explica” leva conceitos científicos às criançasCiência Explica”, que tem o objetivo de abordar conceitos científicos junto às crianças.

O projeto “Ciência Explica”, uma parceria do LAbI com o Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) da FAPESP, também é exibido na página da revista Galileu no Facebook.

Com 11 episódios já veiculados, cada um com cerca de um minuto, a série “Ciência Explica” parte de perguntas como “Por que soltamos fumaça pela boca quando está frio?”, “Como surge o bolor no pão?” e “Porque choramos quando cortamos cebola?”. As respostas são apresentadas na forma de animações com desenhos feitos à mão, em geral sugerindo que as crianças busquem mais informações junto aos seus professores.

“A ideia é aproveitar a curiosidade própria das crianças para, aos poucos, ir apresentando novos conceitos e conhecimentos. O projeto, como todas as iniciativas do LAbI, parte da compreensão de que escola e divulgação científica são – e devem sempre ser – espaços complementares de acesso à Ciência”, disse Tárcio Minto Fabrício, coordenador de Conteúdo do Laboratório, idealizador e diretor geral da série à Assessoria de Comunicação do CDMF.

Os roteiros, direção de arte e desenhos são de Anne Lodi (estudante do curso de graduação em Imagem e Som da UFSCar e bolsista do LAbI), com participação também de Rafael Simões (captação, edição, finalização, sonoplastia e direção executiva) e de Mario Gonçalves Neto (direção executiva), ambos coordenadores de audiovisual do Laboratório.

A série pode ser acessada no endereço www.youtube.com/playlist?list=PLmuPJ4UjwzdTXgTvDuXVkLxJo9RTl-Q1J.

Outras iniciativas de divulgação do conhecimento científico e tecnológico em vídeos realizadas pelo LAbI podem ser conferidas em www.labi.ufscar.br.


Seca no semiárido nordestino se agravará até abril

Claudia Izique  |  Agência FAPESP – A seca no semiárido do Nordeste do país, que já dura seis anos, poderá se agravar até abril: há 75% de probabilidade de as chuvas ficarem na média e abaixo da média climatológicas entre os meses de fevereiro e abril, aponta o último relatório do Grupo de Trabalho em Previsão Climática Sazonal (GTPCS) do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTI).

As previsões, produzidas com base em modelos climáticos e em diagnósticos atmosféricos e oceânicos, integram a agenda de pesquisa do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) para Mudanças Climáticas, apoiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela FAPESP.

As análises para o período que vai de fevereiro a abril de 2017 mostram a persistência de ventos alísios mais fracos que o normal no Atlântico Tropical e o aumento da temperatura da superfície do mar.

“Há 40% de chances de chuva no norte do Nordeste nesse período, mas com grande variabilidade espacial e temporal e abaixo da média histórica”, ressalta José Antonio Marengo, coordenador geral de Pesquisa e Desenvolvimento do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), em Cachoeira Paulista, que integra o Grupo de Trabalho.

A baixa precipitação está associada às temperaturas dos oceanos Atlântico e Pacífico, incluindo a formação do El Niño intenso entre 2015 e 2016, assim como de “perturbações de larga escala” que resultaram no deslocamento da zona de convergência intertropical para o norte.

“Esta zona representa uma banda de nuvens orientada de oeste a leste e que determina chuva na região. Se esta zona fica mais ao norte, então ficará mais afastada do Nordeste e não terá chuva na região”, explica Marengo.

A seca tem sido implacável no leste do Piauí, sul do Ceará, oeste de Pernambuco e centro-norte da Bahia, desde outubro de 2011, onde vivem 2,3 milhões de pessoas. As estimativas do Ministério da Integração dão conta de que as perdas no setor agrícola nordestino em função da seca são da ordem de US$ 6 bilhões, entre 2010 e 2015.

E o quadro poderá se agravar. Marengo sublinha não ser possível fazer previsões climáticas para prazos acima de três meses em razão da “elevada incerteza associada às previsões”, mas as estatísticas indicam que a seca que atinge a região é a mais severa e mais prolongada desde que o Cemaden iniciou o monitoramento da região, em 2013.

“Entre outubro de 2012 e setembro de 2013, quando a seca se intensificou e afetou 53% das áreas de pastagens, o acumulado de precipitação foi de 611 mm. Entre outubro de 2015 e setembro de 2016, o acumulado de precipitação foi ainda mais baixo, de 588 mm”, afirma Marengo.

Se até abril as chuvas atingirem um patamar entre a média histórica – 861 mm no período de 1961 a 2015 – e até 30% abaixo dessa média, a situação hídrica na maioria dos sistemas de abastecimento de água no norte da Região Nordeste não irá se recuperar. “A longo prazo, isso implicará em acentuado risco de esgotamento da água armazenada nos açudes do Ceará, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte entre novembro de 2017 e fevereiro de 2018”, prevê o meteorologista Marcelo Seluchi, do Cemaden.

Em fevereiro de 2017, por exemplo, os 153 açudes do Ceará, com capacidade  total para 18.674,0 hm3, armazenavam 1.168,0 hm3 de água, cerca de 6% da capacidade, de acordo com informações do Portal Hidrológico do Ceará.

Além do Cemaden, integram o GTPCS especialistas do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) e do Centro de Ciências do Sistema Terrestre (CCST) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Participam como convidados representantes dos Centros Estaduais de Meteorologia e do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).


Procon-SP dá dicas para consumidores viajarem com tranquilidade

Aproveitando o período de verão e férias, o Procon-SP elaborou dicas para quem pretende viajar. Tudo começa com a escolha do roteiro e do passeio. Mesmo no início, os consumidores já devem prestar atenção no tipo de pacote escolhido. Pode ser um pacote individual ou em grupo.

Os individuais apresentam maior liberdade na programação, tanto na hospedagem como transportes, desde que previamente contratados. No caso de excursão em grupo, roteiros e horários são fixos. O Procon-SP orienta também checar o número de pessoas que compõem o grupo.

Muitas vezes os consumidores ficam sabendo dos pacotes de viagem por meio de promoções e propagandas. A dica é guardar o anúncio porque o folheto deve conter informações claras e precisas referentes à viagem. Também deve especificar quais despesas extras ficarão por conta do consumidor.

Para viagens internacionais, a dica é ficar atento às questões de câmbio e permissões e obrigações para viajar. Por exemplo, a necessidade de visto, vacinas, autorização para viagens de menores e questões de câmbio. É obrigação do consumidor providenciar toda a documentação antecipadamente. Não se esqueça de verificar os limites alfandegários para gastos no exterior.

As faturas do cartão de crédito costumam ser convertidas para o real na data de vencimento do fechamento da fatura. Vale, portanto, verificar a conveniência de optar por outras formas de pagamento como, traveler check ou cartão de débito.

Buscar referências sobre agências de viagem com pessoas de confiança que conheçam os serviços também ajuda. O usuário também pode acessar o cadastro das empresas reclamadas no Procon-SP, pelo telefone 151 ou pelo site do Procon-SP.

No contrato (ou ficha roteiro de viagem) deve constar tudo o que foi acertado verbalmente e oferecido pela publicidade. As cláusulas que possam colocar o consumidor em desvantagem exigem maior atenção, sobretudo quanto à possibilidade de alterações nos hotéis, passeios, taxas extras e transportes. Guarde uma via datada e assinada, além de todos os prospectos, anúncios e folhetos publicitários que integram o contrato.

Fechado o negócio, a agência deve fornecer os vouchers (comprovantes de reserva de hotéis, traslados etc.) bem como recibos dos valores pagos, bilhetes, passagens com datas de saída e chegada.

Problemas durante a viagem devem ser comunicados aos responsáveis e, se possível, registrados por meio de fotos ou vídeos.

Saiba mais aqui sobre cancelamentos, cruzeiros marítimos, atrasos de voo, seguro de viagem, etc.

Do Portal do Governo SP

Governo libera R$ 13,8 milhões para vacinação contra febre amarela

O Ministério da Saúde liberou R$ 13,8 milhões para intensificar a vacinação contra febre amarela na população de cinco estados. A portaria estabelecendo o repasse foi publicada no Diário Oficial da União. Os estados contemplados são: Bahia, com R$ 394.206,95; Espírito Santo, R$ 1.679.188,70; Minas Gerais, R$ 8.905.638,32; Rio de Janeiro, R$ 921.970,26; e São Paulo, R$ 1.929.081,68.

Os recursos foram definidos a partir da estimativa da população a ser vacinada em cada localidade e serão transferidos para os fundos de saúde dos estados e municípios, em parcela única.

Segundo o Ministério da Saúde, a verba liberada hoje faz parte dos R$ 40 milhões que serão destinados às cidades mais afetadas pela febre amarela no país. A pasta também adiantará mais R$ 26,3 milhões que representam 40% dos recursos de vigilância em saúde. Os valores deverão ser aplicados em ações de prevenção na área de vigilância para a febre amarela.

Na última terça-feira (14), o governo federal também disponibilizou R$ 7,4 milhões para a assistência a pacientes com febre amarela em Minas Gerais, para cobrir despesas emergenciais por três meses.

Número de casos

O Ministério da Saúde atualizou as informações repassadas pelas secretarias estaduais de saúde sobre a situação da febre amarela no país. Até 16/02, foram confirmados 253 casos da doença. Ao todo, foram notificados 1.246 casos suspeitos, sendo que 885 permanecem em investigação e 108 foram descartados.

Dos 199 óbitos notificados, 88 foram confirmados para febre amarela, 108 ainda são investigados e três foram descartados. Os estados de Minas Gerais, Espírito Santo e São Paulo confirmaram casos da doença. Bahia, Tocantins e Rio Grande do Norte continuam com casos em investigação.

Desde o início deste ano, o Ministério da Saúde enviou 12,7 milhões de doses extras da vacina contra febre amarela aos estados que estão registrando casos suspeitos da doença e àqueles que fazem divisa com áreas que tenham notificado casos.

Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil
Edição: Lílian Beraldo
20/02/2017

Inflação volta a cair em São Paulo

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na cidade de São Paulo, apresentou variação de 0,02% na segunda quadrissemana de fevereiro, ante 0,18% na última apuração. Quatro dos sete grupos pesquisados tiveram redução, entre eles o de alimentação, que sempre pesa mais no orçamento doméstico.

Os preços dos itens alimentícios recuaram, em média, 0,4% sobre uma queda de 0,11%. As demais baixas ocorreram nos grupos: habitação (de -0,01% para -0,09%); transportes (de 0,37% para -0,06%) e vestuário (de -0,77% para -0,65%).

A maior alta foi em educação com 3,76% , mas em ritmo de diminuição de correção. Na primeira prévia do mês, esse grupo havia apresentado alta de 5,56% e, no fechamento de janeiro, de 6,51%.

Em despesas pessoais, houve pequena elevação, de 0,11%, indicando perda na velocidade de correção. Na pesquisa anterior ocorreu alta de 0,25%. No grupo saúde, a taxa voltou a apresentar aumento, ao passar de 0,79% para 1%.

Marli Moreira – Repórter da Agência Brasil
Edição: Graça Adjuto
20/02/2017

Gastos de brasileiros no exterior crescem 87,9% em janeiro

Os gastos de brasileiros no exterior ficaram em US$ 1,578 bilhão em janeiro deste ano, informou o Banco Central (BC). O resultado é 87,95% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando os brasileiros gastaram US$ 840 milhões.

O chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, destacou que o dólar mais barato foi o principal fator que estimulou os gastos dos brasileiros no exterior. Ele lembrou que a taxa de câmbio ficou em cerca de R$ 3,20, em janeiro deste ano. Em janeiro de 2016, essa média era de R$ 4,05. “Uma variação significativa de mais de 20% na taxa de câmbio de um período para o outro”, disse.

Maciel disse ainda que a melhora nos indicadores de confiança dos consumidores também estimulou as viagens ao exterior. “Se olhar indicadores de confiança de consumidores a gente vê uma reação desde metade do ano passado. Há um sentimento evidenciado nesses indicadores mais otimista hoje do que tínhamos no passado. Confiança é uma variável na decisão de gastar com viagens”, destacou.

Turistas estrangeiros

Já as receitas de estrangeiros em viagem no Brasil não variaram tanto do ano passado pra cá. Em janeiro deste ano, as receitas ficaram em US$ 664 milhões, contra US$ 650 milhões registrados em janeiro de 2016.

Com esses resultados das despesas de brasileiros no exterior e as receitas de estrangeiros no Brasil, a conta de viagens internacionais ficou negativa em US$ 914 milhões, no mês passado.

Nos dados preliminares deste mês até o dia 15, as despesas de brasileiros no exterior ficaram em US$ 796 milhões e as receitas de estrangeiros no Brasil, em US$ 309 milhões.

Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil
Edição: Denise Griesinger
20/02/2017

Contas externas têm déficit de US$ 5 bilhões em janeiro

As contas externas iniciaram este ano com déficit de US$ 5,085 bilhões, de acordo com dados do Banco Central (BC). Em janeiro de 2016, o saldo negativo das transações correntes – compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do país com o mundo – foi menor, tendo ficado em US$ 4,817 bilhões.

No balanço das transações correntes, a conta de renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários) apresentou saldo negativo de US$ 5,344 bilhões, no mês passado.

A conta de serviços (viagens internacionais, transportes, aluguel de equipamentos, seguros, entre outros) contribuiu para o resultado negativo com US$ 2,419 bilhões.

A conta de renda secundária (gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens) apresentou resultado positivo de US$ 174 milhões.

A balança comercial contribuiu para reduzir o déficit das contas externas, ao apresentar superávit de US$ 2,504 bilhões.

Quando o país tem déficit nas contas externas, é preciso financiar esse resultado negativo com investimentos estrangeiros ou tomar dinheiro emprestado no exterior. O investimento direto no país (IDP), recursos que entram no Brasil e vão para o setor produtivo da economia, é considerado a melhor forma de financiar por ser de longo prazo.

No mês passado, o IDP chegou a US$ 11,528 bilhões e foi mais do que suficiente para cobrir todo o déficit em transações correntes.

Em janeiro deste ano, o país também registrou entrada de investimento em ações negociadas em bolsas de valores no Brasil e no exterior e em fundos de investimento, no total de US$ 962 milhões.

O BC registrou ainda entrada líquida de investimento em títulos negociados no país de US$ 502 milhões, no mês passado.

Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil
Edição: Maria Claudia
20/02/2017

Publicidade

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here