Novela “A Escrava Isaura” resumo 18/07: Branca conta à sua mãe que envenenou Isaura

Novela “A Escrava Isaura” resumo 18/07: no capitulo 137 (*) da novela “A Escrava Isaura”, terça-feira, 18 de julho, Rosauro ajuda Isaura que diz ter sido envenenada. Álvaro sente uma dor no peito, mas passa-lhe. Rosa fica irritada com as acusações de Joaquina e João. Belchior conversa com uma flor presa numa árvore e diz que corre risco de vida. Comandante conversa com o Cel. Sebastião. Rosauro pede ajuda a Isaura.

Branca conta à sua mãe que envenenou Isaura. Tomásia recebe a notícia do envenenamento de Isaura. Cel. Sebastião também recebe a notícia. O Comandante volta para a cadeia. Diogo sai logo em seguida. João avisa Álvaro sobre o estado de Isaura. Diogo examina Isaura e diz ao policia que precisa tirá-la de lá. O Comandante proíbe. Diogo coloca ventosas nas costas de Isaura. Rosauro comenta sobre a visita de uma bela rapariga na cadeia. Preocupado com Isaura, Álvaro diz ter matado Leôncio.

Isaura é libertada e Álvaro preso. Rosa diz a André que provavelmente foi Branca que envenenou Isaura. Belchior lembra-se das maldades de Leôncio. Francisco procura Belchior para que ele lhe conte tudo o que sabe. Francisco tem uma arma na mão. Bernardo avisa que o quilombo será atacado. Álvaro diz ao Comandante que mentiu. O policial irrita-se e diz que ele será condenado mesmo assim.

Novela “A Escrava Isaura”: resumo dos próximos capítulos

(*) edição da Rede Record, Novela “A Escrava Isaura”, sujeito a alteração de data e conteúdo.

A Escrava Isaura é uma telenovela brasileira produzida pela Rede Record de Televisão e exibida entre 18 de outubro de 2004 e 29 de abril de 2005, totalizando 167 capítulos, 27 a mais que o originalmente previsto. Escrita por Tiago Santiago, Anamaria Nunes com colaboração de Altenir Silva e dirigida por Herval Rossano, Fábio Junqueira, Emílio Di Biasi e Flávio Colatrello Jr., é inspirada no romance homônimo de 1875, escrito por Bernardo Guimarães. A obra foi um sucesso logo após ser publicada, em parte pelo apelo feminino em razão do sentimentalismo do enredo. O livro toca em pontos abolicionistas, que eram controversos na época e é considerado um marco na literatura abolicionista brasileira.