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Grupo de caminhoneiros aderiram ao protesto em São Paulo

criado em: 15/03/2015,
última modificação: 15/03/2015 by Martha Ramazotti

Manifestantes protestaram contra o governo federal, na Avenida Paulista, região central de São Paulo. O ato chegou a reunir mais de 1 milhão de pessoas, segundo a Polícia Militar (PM). As pessoas protestaram contra a corrupção e pela saída da presidenta da República, Dilma Rousseff. A Rua da Consolação, que fica no final da Avenida Paulista, foi fechada por um grupo de caminhoneiros que aderiram ao protesto. Segundo o líder dos motoristas, Claudinei Habacuque, eles reivindicam melhores condições de trabalho e a saída da presidenta. “O pedágio está muito caro, o óleo diesel nem se fala e a falta de segurança nas estradas é total”, declarou. Ele lembrou, no entanto, que a questão dos pedágios compete ao governo estadual.

Durante o momento de maior concentração, as catracas das estações do metrô Trianon-Masp e Consolação foram fechadas, segundo a empresa, por medida de segurança. Por volta das 17h30, as estações voltaram a funcionar normalmente. No final da tarde, os manifestantes formaram longas filas para embarcar nos vagões do metrô.

Houve apenas o registro de uma ocorrência policial. De acordo com a PM, 20 skinheads foram detidos por porte de explosivos. A corporação informou que o grupo tentou jogar rojões conta os manifestantes na Avenida Paulista.

Daniel Mello – Repórter da Agência Brasil
Edição: Fernando Fraga

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