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Você está aqui: Home / Brasil / Dólar alto e tarifas públicas retardarão queda da inflação em 2015

Dólar alto e tarifas públicas retardarão queda da inflação em 2015

criado em: 12/12/2014,
última modificação: 12/12/2014 by Martha Ramazotti

A alta do dólar e o aumento esperado de preços administrados (como energia e combustíveis) deverão manter a inflação acima do centro da meta de 4,5% em 2015, avaliou o Banco Central (BC) na ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). Para a autoridade monetária, a inflação começará a cair no próximo ano, mas em ritmo lento, só devendo convergir para o centro da meta a partir de 2016.

Na semana passada, o BC elevou a taxa Selic – juros básicos da economia – para 11,75% ao ano. A taxa é o principal instrumento de controle da inflação, porque o aumento dos juros básicos encarece o crédito e desestimula o consumo. A redução da demanda impede reajustes de bens e de serviços e, em tese, pode até provocar a redução de preços.

De acordo com o BC, a intensificação do aperto monetário foi necessária porque o câmbio e os preços administrados, como os da gasolina, estão provocando um ajuste de preços relativos na economia. Além disso, o reajuste esperado de tarifas públicas, como água, energia e transportes, exigirá maior esforço do Banco Central.

“Para o Copom, o fato de a inflação atualmente se encontrar em patamares elevados reflete, em parte, a ocorrência de dois importantes processos de ajustes de preços relativos na economia – realinhamento dos preços domésticos em relação aos internacionais [alta do dólar] e realinhamento dos preços administrados em relação aos livres. O Comitê considera ainda que, desde sua última reunião, entre outros fatores, a intensificação desses ajustes de preços relativos na economia tornou o balanço de riscos para a inflação menos favorável”, destacou a ata do Copom.

O BC manteve a estimativa de que os preços administrados subirão 5,3% em 2014 e 6% em 2015. Para 2016, porém, a autoridade monetária elevou a projeção de 4,9% para 5,2%.

Em novembro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, somou 6,56% no acumulado de 12 meses. Pelo quarto mês seguido, o indicador está acima do teto de 6,5% do sistema de metas de inflação, que estabelece meta de 4,5% mais dois pontos percentuais de tolerância. A meta, no entanto, só vale para anos fechados. O mercado e o Ministério da Fazenda acreditam que a inflação encerrará 2014 abaixo do teto de 6,5%.

Sem citar números, a ata do Copom informou que a inflação iniciará “um longo ciclo de declínio” em 2015. Mesmo assim, o índice oficial de preços deverá se manter “relativamente estável” no próximo ano. Somente em 2016, o IPCA “entrará em trajetória de convergência”, caindo em direção ao centro da meta. Mesmo assim, o próprio Copom projeta que o índice continuará acima de 4,5% no acumulado de 12 meses nos três primeiros trimestres de 2016.

Apesar das pressões sobre a inflação, o Copom informou que deve ser cuidadoso em relação a novos reajustes na taxa Selic. Isso porque uma alta muito forte nos juros básicos deprime a produção e o consumo, piorando as perspectivas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) em 2015. “O comitê avalia que o esforço adicional de política monetária tende a ser implementado com parcimônia”, destacou o texto.

Para o Banco Central, o corte de gastos pelo governo e das ajudas ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) podem permitir a alta menor dos juros ao diminuírem o volume de dinheiro em circulação na economia. “O balanço do setor público tende a se deslocar para a zona de neutralidade, além disso, [o Copom] pondera que não se pode descartar migração para a zona de contenção fiscal”, ressaltou a ata.

“O comitê considera oportunas iniciativas no sentido de moderar concessões de subsídios por intermédio de operações de crédito; além disso, atribui elevada probabilidade a que ações nesse sentido sejam implementadas no horizonte relevante para a política monetária.”

Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil
Edição: Valéria Aguiar

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Arquivado em: Brasil, Economia

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