{"id":99694,"date":"2016-11-16T06:27:41","date_gmt":"2016-11-16T08:27:41","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=99694"},"modified":"2016-11-14T18:28:43","modified_gmt":"2016-11-14T20:28:43","slug":"estudo-da-omm-diz-que-2016-devera-ser-o-ano-mais-quente-da-historia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2016\/estudo-da-omm-diz-que-2016-devera-ser-o-ano-mais-quente-da-historia\/99694","title":{"rendered":"Estudo da OMM diz que 2016 dever\u00e1 ser o ano mais quente da hist\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<p> A Organiza\u00e7\u00e3o Meteorol\u00f3gica Mundial (OMM) divulgou um estudo no qual aponta que 2016 &#8220;provavelmente&#8221; seja o <strong><em>ano mais quente da hist\u00f3ria<\/em><\/strong>, superando o recorde batido em 2015. De acordo com dados preliminares apresentados pela ag\u00eancia da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU), o aumento da temperatura global neste ano ser\u00e1 1,2\u00b0C acima dos n\u00edveis pr\u00e9-industriais. Segundo o levantamento, as temperaturas registradas entre janeiro e setembro de 2016 ficaram 0,88\u00b0C mais altas do que a m\u00e9dia entre 1961 e 1990 (14\u00baC). A m\u00e9dia \u00e9 adotada como refer\u00eancia para acompanhar as temperaturas.<\/p>\n<p> O pico de temperatura foi registrado nos primeiros meses do ano devido \u00e0 intensidade registrada em 2015 e 2016 do fen\u00f4meno conhecido como El Ni\u00f1o, que provoca o aquecimento da temperatura das \u00e1guas em alguns pontos do Oceano Pac\u00edfico. O calor oce\u00e2nico decorrente deste fen\u00f4meno contribuiu tamb\u00e9m para o branqueamento dos recifes de coral e a eleva\u00e7\u00e3o do n\u00edvel do mar acima do normal, informou a OMM.<\/p>\n<p>Ainda segundo a entidade, apesar de o calor do El Ni\u00f1o j\u00e1 ter amenizado, os efeitos da subida de temperatura continuar\u00e3o a ser sentidos no planeta. Tamb\u00e9m contribuem para a alta das temperaturas as concentra\u00e7\u00f5es de gases de efeito estufa na atmosfera, acrescenta o estudo. De acordo com a OMM, em 2015, as concentra\u00e7\u00f5es m\u00e9dias anuais de di\u00f3xido de carbono em todo o mundo chegaram pela primeira vez a 400 partes por milh\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;Em \u00e1reas \u00e1rticas da R\u00fassia, as temperaturas ficaram 6\u00b0C a 7\u00b0C acima da m\u00e9dia de longo prazo. Em muitas outras regi\u00f5es \u00e1rticas e sub\u00e1rticas na R\u00fassia, no Alasca e no noroeste canadense a m\u00e9dia foi ultrapassada em pelo menos 3\u00b0C&#8221;, disse por meio de nota o secret\u00e1rio-geral da OMM, Petteri Taalas.<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio acrescenta que o aumento na frequ\u00eancia de enchentes e de ondas de calor, bem como o aumento do n\u00edvel do mar, se devem a essas altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas. Taalas acrescentou que a OMM manter\u00e1 a posi\u00e7\u00e3o de apoio para que o Acordo de Paris seja colocado em pr\u00e1tica. As formas de efetivar o Acordo est\u00e3o sendo debatidas na 22\u00aa edi\u00e7\u00e3o da Confer\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) sobre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas (COP22) em Marrakesh, Marrocos.  <\/p>\n<p>Pedro Peduzzi &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Lidia Neves<br \/>\n16\/11\/2016<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Organiza\u00e7\u00e3o Meteorol\u00f3gica Mundial (OMM) divulgou um estudo no qual aponta que 2016 &#8220;provavelmente&#8221; seja o ano mais quente da hist\u00f3ria, superando o recorde batido em 2015. De acordo com dados preliminares apresentados pela ag\u00eancia da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU), o aumento da temperatura global neste ano ser\u00e1 1,2\u00b0C acima dos n\u00edveis pr\u00e9-industriais. 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