{"id":98667,"date":"2016-11-01T06:32:52","date_gmt":"2016-11-01T08:32:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=98667"},"modified":"2016-10-31T16:33:56","modified_gmt":"2016-10-31T18:33:56","slug":"deficit-de-us-266-bi-em-contas-publicas-e-o-maior-ja-registrado-em-setembro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2016\/deficit-de-us-266-bi-em-contas-publicas-e-o-maior-ja-registrado-em-setembro\/98667","title":{"rendered":"D\u00e9ficit de US$ 26,6 bi em contas p\u00fablicas \u00e9 o maior j\u00e1 registrado em setembro"},"content":{"rendered":"<p> O setor p\u00fablico consolidado, formado por Uni\u00e3o, estados e munic\u00edpios, registrou <strong><em>d\u00e9ficit prim\u00e1rio<\/em><\/strong>, receitas menos despesas, sem considerar os gastos com juros, de R$ 26,643 bilh\u00f5es, em setembro, informou o Banco Central (BC). Esse foi o pior resultado para o m\u00eas na s\u00e9rie hist\u00f3rica, iniciada em dezembro de 2001. O resultado do m\u00eas superou o d\u00e9ficit prim\u00e1rio de R$ 7,318 bilh\u00f5es de setembro de 2015.<\/p>\n<p>Nos nove meses do ano, o resultado negativo chegou a R$ 85,501 bilh\u00f5es, contra d\u00e9ficit de R$ 8,423 bilh\u00e3o, em igual per\u00edodo de 2015.<\/p>\n<p>Em 12 meses, encerrados em agosto, o d\u00e9ficit prim\u00e1rio ficou em R$ 188,327 bilh\u00f5es, o que corresponde a 3,08% do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e servi\u00e7os produzidos no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Em setembro deste ano, o Governo Central (Previd\u00eancia, Banco Central e Tesouro Nacional) registrou d\u00e9ficit prim\u00e1rio de R$ 26,499 bilh\u00f5es. Os governos estaduais tamb\u00e9m apresentaram resultado negativo, com d\u00e9ficit prim\u00e1rio de R$ 157 milh\u00f5es, e os municipais, d\u00e9ficit de R$ 141 milh\u00f5es. As empresas estatais federais, estaduais e municipais, exclu\u00eddas empresas dos grupos Petrobras e Eletrobras, acusaram super\u00e1vit prim\u00e1rio de R$ 154 milh\u00f5es, no m\u00eas passado.<\/p>\n<p>Em setembro, os gastos com juros nominais ficaram em R$ 40,458 bilh\u00f5es, contra R$ 69,993 bilh\u00f5es em igual m\u00eas de 2015. De janeiro a setembro, os gastos chegaram a R$ 295,033 bilh\u00f5es. Em 12 meses encerrados em setembro, as despesas com juros ficaram em R$ 388,5 bilh\u00f5es, o que corresponde a 6,35% do PIB.<\/p>\n<p>O d\u00e9ficit nominal &#8211; formado pelo resultado prim\u00e1rio e os resultados de juros &#8211; ficou em R$ 62,943 bilh\u00f5es no m\u00eas passado, ante R$ 57,013 bilh\u00f5es de agosto de 2015. Nos nove meses do ano, o resultado negativo foi de R$ 380,535 bilh\u00f5es, contra R$ 416,742 bilh\u00f5es em igual per\u00edodo de 2015. Em 12 meses encerrados em setembro, o d\u00e9ficit nominal atingiu R$ 576,827 bilh\u00f5es, o que corresponde a 9,42% do PIB.<\/p>\n<p>A d\u00edvida l\u00edquida do setor p\u00fablico &#8211; balan\u00e7o entre o total de cr\u00e9ditos e d\u00e9bitos dos governos federal, estaduais e municipais \u2013 somou R$ 2,699 trilh\u00f5es em setembro, o que corresponde a 44,1% do PIB, contra 43,3% de agosto. A d\u00edvida bruta (contabiliza apenas os passivos dos governos federal, estaduais e municipais) chegou a R$ 4,329 trilh\u00f5es ou 70,7% do PIB, com eleva\u00e7\u00e3o de 0,6 ponto percentual em rela\u00e7\u00e3o a agosto.<\/p>\n<p>Kelly Oliveira &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Maria Claudia<br \/>\n01\/11\/2016<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O setor p\u00fablico consolidado, formado por Uni\u00e3o, estados e munic\u00edpios, registrou d\u00e9ficit prim\u00e1rio, receitas menos despesas, sem considerar os gastos com juros, de R$ 26,643 bilh\u00f5es, em setembro, informou o Banco Central (BC). Esse foi o pior resultado para o m\u00eas na s\u00e9rie hist\u00f3rica, iniciada em dezembro de 2001. 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