{"id":93816,"date":"2016-08-29T06:22:17","date_gmt":"2016-08-29T09:22:17","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=93816"},"modified":"2016-08-26T14:23:29","modified_gmt":"2016-08-26T17:23:29","slug":"brasil-fechou-mais-de-94-mil-postos-de-trabalho-em-julho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2016\/brasil-fechou-mais-de-94-mil-postos-de-trabalho-em-julho\/93816","title":{"rendered":"Brasil fechou mais de 94 mil postos de trabalho em julho"},"content":{"rendered":"<p> Pelo 16\u00ba m\u00eas consecutivo, o n\u00famero de <strong><em>demiss\u00f5es<\/em><\/strong> superou o total de contrata\u00e7\u00f5es com carteira assinada, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Minist\u00e9rio do Trabalho. Em julho, o saldo entre demiss\u00f5es e contrata\u00e7\u00f5es foi de menos 94.724 empregos formais. Ao todo foram registradas 1.168.011 admiss\u00f5es e 1.262.735 desligamentos.<\/p>\n<p>No acumulado do ano, segundo o Caged, 623.520 postos de trabalho formal foram fechados, com varia\u00e7\u00e3o negativa de 1,57% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2015. Nos \u00faltimos 12 meses (agosto de 2015 a julho 2016), o total de demiss\u00f5es superou o de contrata\u00e7\u00f5es em 1.706.459, representando uma varia\u00e7\u00e3o de negativa de 4,18%.<\/p>\n<p>Carteira de trabalho<br \/>\n Os setores que registraram as maiores perdas de emprego foram o de servi\u00e7os (-40.1470 postos), da constru\u00e7\u00e3o civil (- 27.718 postos), do com\u00e9rcio (-16.286 postos) e da ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o (-13.298). Por outro lado, os setores agr\u00edcola (+4.253 postos) e administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica (+237) tiveram mais contrata\u00e7\u00f5es do que demiss\u00f5es em julho.<\/p>\n<p>Segundo o Caged, o desempenho positivo da agricultura est\u00e1 relacionado a fatores sazonais, como cultivo de lavoura tempor\u00e1ria em S\u00e3o Paulo; o cultivo de soja, em Mato Grosso; e o cultivo de uva em Pernambuco.<\/p>\n<p>Todas as regi\u00f5es registraram queda no n\u00edvel de emprego formal em julho, sendo que a Regi\u00e3o Sudeste foi a que teve a maior perda de postos de trabalho, com 661.757 demiss\u00f5es ante 616.119 contrata\u00e7\u00f5es, com saldo de  45.638 postos a menos. A Regi\u00e3o Sul teve saldo negativo de 23.603 postos, Nordeste -19.558 postos, Centro-Oeste -2.219 postos e Norte -3.706 postos de trabalho formal.<\/p>\n<p>O estado de Minas Gerais teve a maior perda de empregos (- 15.345 postos), seguido de S\u00e3o Paulo (-13.795 postos) e Rio Grande do Sul (-12.166). Influenciado pela agricultura, Mato Grosso teve saldo positivo de 2.016 postos de trabalho.<\/p>\n<p>Ivan Richard &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Luana Louren\u00e7o<br \/>\n29\/08\/2016<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pelo 16\u00ba m\u00eas consecutivo, o n\u00famero de demiss\u00f5es superou o total de contrata\u00e7\u00f5es com carteira assinada, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Minist\u00e9rio do Trabalho. Em julho, o saldo entre demiss\u00f5es e contrata\u00e7\u00f5es foi de menos 94.724 empregos formais. Ao todo foram registradas 1.168.011 admiss\u00f5es e 1.262.735 desligamentos. 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