{"id":929,"date":"2009-04-27T22:14:42","date_gmt":"2009-04-28T02:14:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=929"},"modified":"2009-04-27T22:14:42","modified_gmt":"2009-04-28T02:14:42","slug":"ulbra-participa-de-audincia-com-procuradores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2009\/ulbra-participa-de-audincia-com-procuradores\/929","title":{"rendered":"ULBRA participa de audi&ecirc;ncia com procuradores"},"content":{"rendered":"<p>O juiz da Vara Federal de Canoas, Guilherme Pinho Machado, presidiu nesta tarde uma audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o entre a Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) e a Fazenda Nacional (FN), representada pelos procuradores Jos\u00e9 Diogo Cyrillo da Silva, Christian Frau Obrador Chaves e Rafael Degani. Pela Ulbra, compareceram o Reitor, Marcos Ziemer, o Pr\u00f3-Reitor de Administra\u00e7\u00e3o, Ricardo Muller, e o procurador Jonas Osmar Dietrich.    <br \/>Aberta a audi\u00eancia, o magistrado fez uma explana\u00e7\u00e3o dos acontecimentos que envolveram os processos de execu\u00e7\u00e3o fiscal e as dificuldades criadas pelos ex-dirigentes da universidade. Ele explicou que, baseado em documentos apresentados pela auditoria judicial, determinou que fosse encaminhada c\u00f3pia ao Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal para abertura de investiga\u00e7\u00e3o criminal em rela\u00e7\u00e3o a tr\u00eas pessoas ligadas \u00e0 Ulbra.     <br \/>Como parte credora, o procurador da FN foi o primeiro a se manifestar. Ciryllo disse que precisa de uma rela\u00e7\u00e3o de transpar\u00eancia com a Ulbra e que \u00e9 preciso que a institui\u00e7\u00e3o fa\u00e7a um plano para buscar solu\u00e7\u00f5es a curto, m\u00e9dio e longo prazo. O reitor concordou com estes argumentos. Ficou acertado que a equipe de auditoria judicial permanecer\u00e1 na entidade e prestar\u00e1 aux\u00edlio na realiza\u00e7\u00e3o da contabilidade da universidade.     <br \/>O juiz prop\u00f4s que a universidade apresente, em 60 dias, uma rela\u00e7\u00e3o de bens que teria interesse em se desfazer. Estes carros e im\u00f3veis seriam desbloqueados pela Justi\u00e7a Federal. E para que a Ulbra pudesse &quot;ganhar um f\u00f4lego&quot;, a quantia obtida nesta venda seria de 10% para a Fazenda e 90% para a universidade, que passaria 5% deste valor \u00e0 Uni\u00e3o, por 18 meses, para garantir ou pagar os cr\u00e9ditos executados pela Uni\u00e3o.     <br \/>Ficou acordado tamb\u00e9m que, nos pr\u00f3ximos 60 dias, ficar\u00e3o suspensos quaisquer bloqueios judiciais das contas Celsp\/Ulbra e Fulbra. Por fim, o juiz manifestou-se favor\u00e1vel ao desbloqueio de, aproximadamente, R$ 11 milh\u00f5es retidos pela Justi\u00e7a Federal, para pagamento dos sal\u00e1rios dos professores e funcion\u00e1rios da Ulbra. Os procuradores da Fazenda discordaram da proposta, mas deixaram aberta a possibilidade a libera\u00e7\u00e3o de valores, ap\u00f3s a concord\u00e2ncia da Procuradoria-Geral, em Bras\u00edlia.     <br \/>Na sexta-feira, Machado determinou o bloqueio de todos bens e valores em nome da Resul S\/A \u2013 empresa em nome do ex-reitor Ruben Eugen Becker. Inclusive de quantias que vierem a ingressar nas contas da empresa. E impediu a retirada de valores para qualquer tipo de pagamento. <\/p>\n<p>Fonte diariodecanoas<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O juiz da Vara Federal de Canoas, Guilherme Pinho Machado, presidiu nesta tarde uma audi\u00eancia de concilia\u00e7\u00e3o entre a Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) e a Fazenda Nacional (FN), representada pelos procuradores Jos\u00e9 Diogo Cyrillo da Silva, Christian Frau Obrador Chaves e Rafael Degani. 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