{"id":92509,"date":"2016-08-10T06:17:42","date_gmt":"2016-08-10T09:17:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=92509"},"modified":"2016-08-09T20:18:51","modified_gmt":"2016-08-09T23:18:51","slug":"no-rio-jovens-buscam-casa-da-australia-para-saber-como-estudar-no-pais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2016\/no-rio-jovens-buscam-casa-da-australia-para-saber-como-estudar-no-pais\/92509","title":{"rendered":"No Rio, jovens buscam Casa da Austr\u00e1lia para saber como estudar no pa\u00eds"},"content":{"rendered":"<p> A longa fila de jovens que esperavam para entrar na Casa da Austr\u00e1lia, na Rio 2016, instalada na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, Pra\u00e7a XV, confirmou o interesse dos brasileiros em estudar naquele pa\u00eds. Inaugurada no \u00faltimo s\u00e1bado (6), a <strong><em>casa de hospitalidade australiana<\/em><\/strong> organizou, nesta ter\u00e7a-feira, uma feira e seis semin\u00e1rios sobre educa\u00e7\u00e3o, vistos e bolsas de estudo.<\/p>\n<p>O paulista Hugo Dahlim, que estuda economia, considerou que essa \u00e9 \u201cuma possibilidade que n\u00e3o pode ser desprezada\u201d. Sabrina Rodrigues Pacheco, que estuda rela\u00e7\u00f5es internacionais no Rio e tem uma prima que j\u00e1 estudou na Austr\u00e1lia, tamb\u00e9m n\u00e3o descarta se candidatar a uma vaga.<\/p>\n<p>Morador da Tijuca, zona norte da cidade, Miguel Lins de Vasconcellos Pasqua cursa atualmente o segundo ano do ensino m\u00e9dio e desde o ensino fundamental quer fazer direito, com especializa\u00e7\u00e3o na \u00e1rea penal, para se tornar promotor. Acompanhado da av\u00f3, ele resolveu percorrer a feira de educa\u00e7\u00e3o promovida hoje pelo governo australiano e parceiros privados para se inteirar de mais detalhes que poder\u00e3o lev\u00e1-lo, no futuro, a fazer uma especializa\u00e7\u00e3o na Austr\u00e1lia. \u201cEu gostaria\u201d, disse.<\/p>\n<p>Segundo a adido comercial do Consulado da Austr\u00e1lia em S\u00e3o Paulo, Sheila Lunter, o interesse de jovens brasileiros em estudar em seu pa\u00eds vem aumentando muito nos \u00faltimos anos . \u201cTemos visto um crescimento de mais de 82% nos quatro \u00faltimos anos. J\u00e1 temos cerca de 25 mil estudantes do Brasil que escolhem estudar na Austr\u00e1lia a cada ano e se inscrevem nos cursos. Essa \u00e9 a motiva\u00e7\u00e3o para fazermos a feira de educa\u00e7\u00e3o, para divulgar mais informa\u00e7\u00f5es aqui, no Rio, sobre como estudar na Austr\u00e1lia&#8221;.<\/p>\n<p>A maioria dos estudantes brasileiros (50%) quer estudar ingl\u00eas na Austr\u00e1lia, disse Sheila, sendo que 30% preferem cursos t\u00e9cnicos profissionalizantes em \u00e1reas como com\u00e9rcio. O restante se interessa por cursos superiores, em universidades. \u201cEstamos com um crescimento cont\u00ednuo\u201d.<\/p>\n<p>Ranking<\/p>\n<p>O ranking de pa\u00edses que mais enviam estudantes para a Austr\u00e1lia \u00e9 liderado pela China, seguida da \u00cdndia, Coreia, Tail\u00e2ndia e Brasil. \u201cA cada ano, o Brasil est\u00e1 ficando em um lugar mais alto\u201d, disse a adido cultural. Ela admitiu, inclusive, a possibilidade de os brasileiros virem a tomar a lideran\u00e7a da China.<\/p>\n<p>Normalmente, o estudante paga do pr\u00f3prio bolso para estudar na Austr\u00e1lia, mas o governo tamb\u00e9m oferece bolsas. Uma das exig\u00eancias \u00e9 falar ingl\u00eas. O candidato tem que ser aprovado em testes. Sheila Lunter lembrou que h\u00e1 dois anos, o governo brasileiro, por meio do programa Ci\u00eancias sem Fronteiras, patrocinou estudantes que foram estudar na Austr\u00e1lia. \u201cAgora, parou um pouco\u201d.<\/p>\n<p>O tempo m\u00e1ximo de perman\u00eancia do estudante na Austr\u00e1lia depende do visto de entrada no pa\u00eds. Se o curso durar tr\u00eas meses, por exemplo, o visto de turismo \u00e9 suficiente. Cursos mais longos exigem visto de estudante. \u201cEm geral [os cursos], v\u00e3o de seis meses at\u00e9 um ano\u201d. Nas universidades, o prazo de perman\u00eancia varia de um ano at\u00e9 quatro anos, este \u00faltimo para doutorandos. As universidades tamb\u00e9m oferecem bolsas de estudo. Dentre as 100 melhores universidades do mundo, oito s\u00e3o australianas, informou a assessoria de imprensa da Casa da Austr\u00e1lia.<\/p>\n<p>Foco<\/p>\n<p>Os focos da Casa da Austr\u00e1lia nos Jogos Rio 2016 s\u00e3o turismo, educa\u00e7\u00e3o e neg\u00f3cios. Al\u00e9m da feira de educa\u00e7\u00e3o e os semin\u00e1rios, ocorre, em paralelo uma exposi\u00e7\u00e3o sobre inova\u00e7\u00f5es criadas por australianos, entre as quais a caixa preta de avi\u00f5es, o wi-fi, fertiliza\u00e7\u00e3o in vitro, tratamento para c\u00e2ncer, google maps.<\/p>\n<p>A Casa da Austr\u00e1lia ficar\u00e1 aberta ao p\u00fablico at\u00e9 o pr\u00f3ximo dia 12, no per\u00edodo de 11h \u00e0s 19h. Na quinta-feira (11), \u00e0s 11h, est\u00e1 previsto semin\u00e1rio sobre recursos h\u00eddricos, controle do uso da \u00e1gua, despolui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Diariamente s\u00e3o registradas extensas filas para visitar a Casa da Austr\u00e1lia. De acordo com os organizadores, 1,8 mil pessoas passaram pelo local no dia da abertura, enquanto o domingo teve 2,2 mil visitantes.<\/p>\n<p>Alana Gandra &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Maria Claudia<br \/>\n10\/08\/2016<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A longa fila de jovens que esperavam para entrar na Casa da Austr\u00e1lia, na Rio 2016, instalada na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, Pra\u00e7a XV, confirmou o interesse dos brasileiros em estudar naquele pa\u00eds. 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