{"id":87903,"date":"2016-06-10T10:15:46","date_gmt":"2016-06-10T13:15:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=87903"},"modified":"2016-06-09T17:00:22","modified_gmt":"2016-06-09T20:00:22","slug":"mercado-de-trabalho-sinaliza-reducao-no-numero-de-demissoes-diz-fgv","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2016\/mercado-de-trabalho-sinaliza-reducao-no-numero-de-demissoes-diz-fgv\/87903","title":{"rendered":"Mercado de trabalho sinaliza redu\u00e7\u00e3o no n\u00famero de demiss\u00f5es, diz FGV"},"content":{"rendered":"<p> O <strong><em>Indicador Antecedente de Emprego<\/em><\/strong> (IAEmp) avan\u00e7ou 3,8% em maio, indo a 79,4 pontos, o maior n\u00edvel desde os 83 pontos de abril de 2014. Divulgado pelo Instituto Brasileiro de Economia, da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV), o resultado sinaliza \u201catenua\u00e7\u00e3o do ritmo de queda do n\u00famero de pessoas ocupadas na economia brasileira nos pr\u00f3ximos meses\u201d.<\/p>\n<p>O Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) subiu 4,1% em maio, atingindo 99,5 pontos, o maior desde dezembro passado. Na avalia\u00e7\u00e3o da FGV, ao interromper uma s\u00e9rie de quatro quedas consecutivas e indicar um aumento do desemprego, o resultado mostra que \u201ca recupera\u00e7\u00e3o do mercado de trabalho tende a ser lenta e sujeita a contratempos\u201d.<\/p>\n<p>Para o economista da FGV Holanda Barbosa Filho, \u00e9 exatamente esta contradi\u00e7\u00e3o entre os Indicadores Antecedente de Emprego e Coincidente de Desemprego que aponta vis\u00f5es contr\u00e1rias para as expectativas no curto prazo e em um prazo maior.<\/p>\n<p>\u201cOs resultados dos \u00edndices mostram uma melhora das expectativas com rela\u00e7\u00e3o ao futuro bastante consistente, indicando um otimismo para os pr\u00f3ximos meses. No entanto, a tend\u00eancia de curto prazo permanece ruim. Ao mostrar forte aumento, o Indicador Coincidente de Desemprego, reflete, de certa forma, os aumentos recentes da taxa de desemprego divulgada pelo IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica]\u201d, avalia o economista.<\/p>\n<p>Destaques<\/p>\n<p>As proje\u00e7\u00f5es da FGV indicam que os componentes que mais contribu\u00edram para a alta do Indicador Antecedente de Emprego, em maio, foram os que medem a expectativa quanto a encontrar emprego, constatada na Sondagem do Consumidor, e o \u00edmpeto de contrata\u00e7\u00f5es nos pr\u00f3ximos tr\u00eas meses, neste caso aferido na Sondagem de Servi\u00e7os, com varia\u00e7\u00f5es de 13,6% e 7,7%, respectivamente.<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o ao Indicador Coincidente de Desemprego, todas as classes de renda do consumidor contribu\u00edram para a alta, com destaque a dos com renda mensal entre R$ 4.800 e R$ 9.600. Neste caso, Indicador de Percep\u00e7\u00e3o de Facilidade de se conseguir emprego (invertido) variou 5,1%.<\/p>\n<p>Nielmar de Oliveira &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Kleber Sampaio<br \/>\n10\/06\/2016<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) avan\u00e7ou 3,8% em maio, indo a 79,4 pontos, o maior n\u00edvel desde os 83 pontos de abril de 2014. Divulgado pelo Instituto Brasileiro de Economia, da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV), o resultado sinaliza \u201catenua\u00e7\u00e3o do ritmo de queda do n\u00famero de pessoas ocupadas na economia brasileira nos pr\u00f3ximos meses\u201d. 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