{"id":87664,"date":"2016-06-07T10:12:50","date_gmt":"2016-06-07T13:12:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=87664"},"modified":"2016-06-06T18:14:00","modified_gmt":"2016-06-06T21:14:00","slug":"cesta-basica-fica-mais-cara-em-17-capitais-pesquisadas-pelo-dieese","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2016\/cesta-basica-fica-mais-cara-em-17-capitais-pesquisadas-pelo-dieese\/87664","title":{"rendered":"Cesta b\u00e1sica fica mais cara em 17 capitais pesquisadas pelo Dieese"},"content":{"rendered":"<p> O valor do conjunto de produtos da <strong><em>cesta b\u00e1sica<\/em><\/strong> subiu em maio em 17 das 27 capitais onde o Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos (Dieese) faz a Pesquisa Nacional da Cesta B\u00e1sica de Alimentos. As maiores altas foram constatadas em Porto Alegre (3,87%), Curitiba (3,46%) e Bras\u00edlia (3,25%). J\u00e1 as quedas mais significativas ocorreram em Florian\u00f3polis (-4,09%), Fortaleza (-2,60%) e Rio Branco (-2,49%).<\/p>\n<p>A cesta mais cara foi encontrada em S\u00e3o Paulo, onde os consumidores tiveram de desembolsar R$ 449,70 para comprar os alimentos. O valor \u00e9 1,65% maior do que em abril. Nos cinco primeiros meses do ano, houve alta de 7,55%.<\/p>\n<p>O segundo maior valor foi registrado em Porto Alegre (R$ 443,46), seguido de Bras\u00edlia (R$ 441,60). Os menores valores m\u00e9dios foram observados em Rio Branco (R$ 335,31), Natal (R$ 337,49) e Aracaju (R$ 344,83).<\/p>\n<p>No acumulado do ano, de janeiro a maio, ocorreu queda apenas em Florian\u00f3polis (-0,81%). Entre as localidades com as maiores corre\u00e7\u00f5es est\u00e3o: Goi\u00e2nia (14,80%), Bel\u00e9m (14,50%), Aracaju (12,78%), Salvador (12,69%) e Jo\u00e3o Pessoa (11,29%). J\u00e1 as menores varia\u00e7\u00f5es ocorreram em Campo Grande (3,39%), Porto Velho (3,84%) e Porto Alegre (4,49%).<\/p>\n<p>Pelos c\u00e1lculos do Dieese, para suprir as necessidades b\u00e1sicas de uma fam\u00edlia, o sal\u00e1rio m\u00ednimo ideal deveria ser equivalente a R$ 3.777,93, valor 4,29 vezes superior ao m\u00ednimo de R$ 880 em vigor. Esse valor ficou acima do apurado em abril, quando o m\u00ednimo ideal foi estimado em R$ 3.716,77, ou 4,22 vezes o piso vigente.<\/p>\n<p>O tempo m\u00e9dio necess\u00e1rio de trabalho foi calculado em 97 horas, superior ao estimado em abril (96 horas e 26 minutos).<\/p>\n<p>Entre os produtos com avan\u00e7o de pre\u00e7os est\u00e3o: farinha de mandioca, coletada no Norte e Nordeste, feij\u00e3o, leite, manteiga e batata, pesquisados na Regi\u00e3o Centro-Sul. Em sentido oposto, houve queda no caso do \u00f3leo de soja e da banana na maioria das localidades.<\/p>\n<p>A pesquisa indicou que o feij\u00e3o ficou mais caro em 24 capitais. O pre\u00e7o do tipo carioquinha, pesquisado nas regi\u00f5es Norte, Nordeste, Centro-Oeste, em Belo Horizonte e S\u00e3o Paulo, apresentou varia\u00e7\u00f5es entre 0,92%, em Jo\u00e3o Pessoa, e 13,93%, na capital mineira. Com oferta reduzida por causa de geadas no Sul do pa\u00eds, o feij\u00e3o-preto, pesquisado nas capitais dos estados do Sul, em Vit\u00f3ria e no Rio de Janeiro, ficou mais caro apenas em Curitiba (0,86%) e Porto Alegre (0,18%). Houve estabilidade na capital capixaba e recuo de 1,42% na capital carioca e de 5,03%, em Florian\u00f3polis.<\/p>\n<p>O leite, que est\u00e1 em per\u00edodo de entressafra, teve eleva\u00e7\u00e3o de pre\u00e7o em 21 cidades, com destaque para Campo Grande (7,24%), Florian\u00f3polis (5,19%) e Rio de Janeiro (4,98%). As quedas mais expressivas ocorreram em S\u00e3o Paulo (-1,06%), Macap\u00e1 (-1,04%), Boa Vista (-0,78%), Rio Branco (-0,56%) e Aracaju (-0,54%).<\/p>\n<p>A manteiga ficou mais cara em 22 localidades. As maiores altas foram em Curitiba (10,87%), Palmas (9,95%), S\u00e3o Lu\u00eds (9,84%) e Vit\u00f3ria (9,78%). As redu\u00e7\u00f5es mais expressivas ocorreram em Campo Grande (-12,27%) e Manaus (-6,89 %).<\/p>\n<p>O pre\u00e7o da batata aumentou em 11 cidades do Centro-Sul, com varia\u00e7\u00f5es entre 1,40%, em Goi\u00e2nia, e 20,15%, em Bras\u00edlia. De acordo com a an\u00e1lise t\u00e9cnica do Dieese, geadas no Sul e chuvas em outras \u00e1reas produtoras reduziram a oferta do tub\u00e9rculo.<\/p>\n<p>O pre\u00e7o da banana caiu em 19 cidades, entre as quais Belo Horizonte (-18,51%) e Rio de Janeiro (-13,18%). As altas variaram entre 0,92%, em Salvador, e 6,02%, em Manaus.<\/p>\n<p>Marli Moreira &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Juliana Andrade<br \/>\n07\/06\/2016<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O valor do conjunto de produtos da cesta b\u00e1sica subiu em maio em 17 das 27 capitais onde o Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos (Dieese) faz a Pesquisa Nacional da Cesta B\u00e1sica de Alimentos. As maiores altas foram constatadas em Porto Alegre (3,87%), Curitiba (3,46%) e Bras\u00edlia (3,25%). 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