{"id":83900,"date":"2016-04-07T10:39:36","date_gmt":"2016-04-07T13:39:36","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=83900"},"modified":"2016-04-06T19:41:09","modified_gmt":"2016-04-06T22:41:09","slug":"reajuste-salarial-em-2015-tem-margem-mais-baixa-em-19-anos-diz-dieese","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2016\/reajuste-salarial-em-2015-tem-margem-mais-baixa-em-19-anos-diz-dieese\/83900","title":{"rendered":"Reajuste salarial em 2015 tem margem mais baixa em 19 anos, diz Dieese"},"content":{"rendered":"<p> Em todo o pa\u00eds, pouco mais da metade dos reajustes salariais ultrapassou a varia\u00e7\u00e3o da <strong><em>infla\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong> oficial medida pelo \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor (INPC) em 2015, revela o Sistema de Acompanhamento de Sal\u00e1rios (SAS), do Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos (Dieese). Esse universo correspondente a 708 unidades de negocia\u00e7\u00e3o e foi o pior resultado desde 2004, quando o percentual foi de 54,9%.<\/p>\n<p>Em 2014, 90,2% das negocia\u00e7\u00f5es tinham resultado em ganhos acima da infla\u00e7\u00e3o. O estudo mostra ainda que, em um ter\u00e7o delas, o percentual de reajuste ficou igual ao da infla\u00e7\u00e3o e 18% tiveram a remunera\u00e7\u00e3o abaixo do INPC.<\/p>\n<p>O levantamento aponta que os ganhos e perdas, em sua maioria, oscilaram em torno da infla\u00e7\u00e3o. Os ganhos at\u00e9 1% foram registrados em 38% dos reajustes e, em 66% dos que ficaram abaixo da infla\u00e7\u00e3o, as perdas se situaram at\u00e9 1%.<\/p>\n<p>Infla\u00e7\u00e3o em alta<\/p>\n<p>O estudo tamb\u00e9m aponta que, enquanto a infla\u00e7\u00e3o foi subindo, houve uma gradativa mudan\u00e7a no resultado das negocia\u00e7\u00f5es. No in\u00edcio do segundo semestre, os reajustes com perdas salariais param de subir e ao mesmo tempo ganham for\u00e7a os reajustes com taxas iguais aos da infla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cUma poss\u00edvel explica\u00e7\u00e3o para a deteriora\u00e7\u00e3o dos reajustes salariais ao longo do ano pode ser encontrada no agravamento do quadro econ\u00f4mico nacional, principalmente, no que se refere ao comportamento do n\u00edvel de atividade, da ocupa\u00e7\u00e3o e da infla\u00e7\u00e3o\u201d, aponta a justificativa t\u00e9cnica do Dieese.<\/p>\n<p>O setor industrial foi que mais evidenciou os efeitos da crise. S\u00f3 em 45% dos reajustes do setor ocorreram ganhos reais; em 36% os aumentos ficaram iguais ao da infla\u00e7\u00e3o; e em 19% houve perdas. J\u00e1 no com\u00e9rcio, o aumento com ganhos atingiu 53% das negocia\u00e7\u00f5es e os casos com perdas foram observados em 15%. As corre\u00e7\u00f5es em taxa semelhante atingiram 32%.<\/p>\n<p>Nos servi\u00e7os, o quadro foi melhor com 62% das categorias estudadas obtendo ganhos reais; 18% tiveram perdas e 20% corre\u00e7\u00f5es em \u00edndice igual ao da infla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Marli Moreira \u2013 Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Kleber Sampaio<br \/>\n07\/04\/2016<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em todo o pa\u00eds, pouco mais da metade dos reajustes salariais ultrapassou a varia\u00e7\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o oficial medida pelo \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor (INPC) em 2015, revela o Sistema de Acompanhamento de Sal\u00e1rios (SAS), do Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos (Dieese). 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