{"id":81321,"date":"2016-02-22T10:30:05","date_gmt":"2016-02-22T13:30:05","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=81321"},"modified":"2016-02-21T20:32:03","modified_gmt":"2016-02-21T23:32:03","slug":"rede-zika-elenca-prioridades-e-define-estrategias-de-operacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2016\/rede-zika-elenca-prioridades-e-define-estrategias-de-operacao\/81321","title":{"rendered":"Rede Zika elenca prioridades e define estrat\u00e9gias de opera\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p> Karina Toledo\u00a0 | \u00a0Ag\u00eancia FAPESP \u2013 Com o objetivo de desenvolver um plano cient\u00edfico e operacional para a Rede de Pesquisa sobre <strong><em>Zika<\/em><\/strong> V\u00edrus em S\u00e3o Paulo \u2013 informalmente conhecida como Rede Zika \u2013, cerca de 50 pesquisadores se reuniram na sede da FAPESP na \u00faltima ter\u00e7a-feira (16\/02).<\/p>\n<p>No encontro, foram elencadas as perguntas cient\u00edficas mais relevantes a serem respondidas por futuros projetos do grupo. Al\u00e9m disso, foi proposta a divis\u00e3o da rede em subgrupos tem\u00e1ticos, para os quais ser\u00e3o definidos coordenadores a fim de facilitar a comunica\u00e7\u00e3o e o interc\u00e2mbio de resultados.<\/p>\n<p>\u201cA inten\u00e7\u00e3o \u00e9 estruturar melhor a rede para que o trabalho de cada participante ajude os demais a avan\u00e7ar mais rapidamente. E tamb\u00e9m entender quais s\u00e3o as perguntas cient\u00edficas prementes, para as quais o apoio tem de ser emergencial\u201d, ressaltou Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor cient\u00edfico da FAPESP, na abertura da reuni\u00e3o.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m estavam presentes os pr\u00f3-reitores de pesquisa da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), Jos\u00e9 Eduardo Krieger, Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Gl\u00e1ucia Pastore, e Universidade Estadual Paulista (Unesp), Maria Jos\u00e9 Giannini.<\/p>\n<p>Um dos pontos mais destacados pelos pesquisadores foi a necessidade de desenvolver um exame sorol\u00f3gico capaz de identificar, em poucas horas, a presen\u00e7a de anticorpos contra o v\u00edrus Zika em amostras de sangue. Esse tipo de teste \u00e9 capaz de mostrar se um indiv\u00edduo j\u00e1 foi infectado pelo v\u00edrus mesmo ap\u00f3s passada a fase aguda da doen\u00e7a. Os testes sorol\u00f3gicos hoje dispon\u00edveis podem dar um resultado falso-positivo caso o indiv\u00edduo j\u00e1 tenha sido infectado pelo v\u00edrus da dengue, pertencente \u00e0 mesma fam\u00edlia dos flaviv\u00edrus.<\/p>\n<p>Tal ferramenta, segundo os cientistas, \u00e9 essencial para responder a outras quest\u00f5es estrat\u00e9gicas para qualquer plano de a\u00e7\u00e3o: qual \u00e9 exatamente o tamanho da epidemia (discriminando casos de dengue e Zika com mais precis\u00e3o, tanto dos surtos atuais como passados)? Qual \u00e9 a porcentagem de gestantes no grupo de infectados? E, entre as gestantes, quantas ter\u00e3o beb\u00eas com problemas neurol\u00f3gicos decorrentes da infec\u00e7\u00e3o cong\u00eanita?<\/p>\n<p>Entre os membros da Rede Zika que est\u00e3o trabalhando no desenvolvimento de m\u00e9todos diagn\u00f3sticos est\u00e1 Clarisse Machado, do Instituto de Medicina Tropical de S\u00e3o Paulo (IMT-USP). Seu grupo j\u00e1 conseguiu avan\u00e7os na realiza\u00e7\u00e3o de uma rea\u00e7\u00e3o sorol\u00f3gica conhecida como Western-blot. \u201cIdentificamos um padr\u00e3o espec\u00edfico do v\u00edrus Zika, sem cruzar com o v\u00edrus da dengue. Estamos num bom caminho, mas ainda trabalhamos com o ant\u00edgeno bruto do v\u00edrus. O resultado dever\u00e1 ficar melhor quando tivermos acesso a ant\u00edgenos recombinantes, que s\u00e3o mais puros e mimetizam melhor as condi\u00e7\u00f5es existentes no organismo\u201d, comentou Machado.<\/p>\n<p>Sintetizados artificialmente a partir de genes clonados, os ant\u00edgenos recombinantes do v\u00edrus Zika \u2013 que poder\u00e3o ser \u00fateis para o desenvolvimento de vacinas e testes diagn\u00f3sticos \u2013 t\u00eam sido um dos focos do Laborat\u00f3rio de Desenvolvimento de Vacinas do Instituto de Ci\u00eancias Biom\u00e9dicas (ICB) da USP, sob coordena\u00e7\u00e3o de Lu\u00eds Carlos de Souza Ferreira.<\/p>\n<p>Outros grupos j\u00e1 conseguiram fazer a identifica\u00e7\u00e3o de anticorpos espec\u00edficos contra o v\u00edrus Zika por um m\u00e9todo conhecido como imunofluoresc\u00eancia, que embora seja \u00fatil no \u00e2mbito da pesquisa acad\u00eamica n\u00e3o serve como m\u00e9todo diagn\u00f3stico para a sa\u00fade p\u00fablica, pois requer cultivo de c\u00e9lulas e o resultado demora cerca de sete dias para ficar pronto.<\/p>\n<p>Testes moleculares do tipo PCR em tempo real, capazes de diagnosticar em poucas horas o DNA do v\u00edrus em secre\u00e7\u00f5es corporais na fase aguda da doen\u00e7a, j\u00e1 foram desenvolvidos por diversas equipes da rede, entre elas a da professora Clarice Arns, da Unicamp, de Jos\u00e9 Eduardo Levi, da Funda\u00e7\u00e3o Pr\u00f3-Sangue\/Hemocentro de S\u00e3o Paulo, e tamb\u00e9m a de Machado, no IMT-USP.<\/p>\n<p>\u201cOs testes de PCR j\u00e1 est\u00e3o funcionando muito bem. Com essa metodologia conseguimos, por exemplo, identificar o primeiro caso de transmiss\u00e3o por transfus\u00e3o sangu\u00ednea ocorrido em Campinas. No entanto, eles n\u00e3o s\u00e3o capazes de identificar uma pessoa que j\u00e1 teve a doen\u00e7a ap\u00f3s passada a fase aguda\u201d, contou a pesquisadora.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s temos apenas fragmentos de informa\u00e7\u00e3o e precisamos montar o todo. Qual \u00e9 o tamanho dessa epidemia? Enquanto n\u00e3o respondermos esta pergunta, todo o resto vai ser um trabalho deducionista\u201d, disse Eduardo Massad, pesquisador da Faculdade de Medicina da USP que vem trabalhando com modelos matem\u00e1ticos para tentar estimar os impactos da epidemia no Estado de S\u00e3o Paulo e no pa\u00eds.<\/p>\n<p>Aspectos cl\u00ednicos, imunol\u00f3gicos e gen\u00e9ticos<\/p>\n<p>Luiz Tadeu Moraes Figueiredo, da Faculdade de Medicina de Ribeir\u00e3o Preto (FMRP-USP), e Magda Carneiro Sampaio, do Instituto da Crian\u00e7a do Hospital das Cl\u00ednicas da USP, disseram que, por se tratar de uma infec\u00e7\u00e3o cong\u00eanita ainda desconhecida, s\u00e3o necess\u00e1rios estudos cl\u00ednicos, com um componente assistencial, para melhor caracteriza\u00e7\u00e3o dos sinais e sintomas e para entender, por exemplo, por quanto tempo o organismo excreta o v\u00edrus e se h\u00e1 transmiss\u00e3o via leite materno.<\/p>\n<p>\u201cTamb\u00e9m precisamos estudar as caracter\u00edsticas imunol\u00f3gicas das gestantes, pois influenciam na excre\u00e7\u00e3o do v\u00edrus e no potencial de infec\u00e7\u00e3o no feto\u201d, explicou Magda.<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o do pediatra Antonio Condino Neto, do Instituto de Ci\u00eancias Biom\u00e9dicas (ICB-USP), entender a rela\u00e7\u00e3o entre o perfil gen\u00e9tico dos beb\u00eas e a resposta imune desencadeada pelo v\u00edrus pode alavancar estrat\u00e9gias para o desenho de tratamentos e de uma vacina.<\/p>\n<p>Mayana Zatz, coordenadora do Centro de Pesquisas sobre o Genoma Humano e C\u00e9lulas-tronco (CEGH-CEL), um dos Centros de Pesquisa, Inova\u00e7\u00e3o e Difus\u00e3o (CEPIDs) apoiados pela FAPESP, ressaltou a necessidade de descobrir se h\u00e1 fatores gen\u00e9ticos que podem tornar os beb\u00eas mais suscet\u00edveis a sofrer danos neurol\u00f3gicos ap\u00f3s a infec\u00e7\u00e3o pelo v\u00edrus Zika, bem como identificar marcadores que indiquem os indiv\u00edduos com propens\u00e3o a desenvolver quadros mais graves da doen\u00e7a.<\/p>\n<p>\u201cEstamos acompanhando casos de g\u00eameos de m\u00e3es infectadas pelo Zika em que apenas um dos irm\u00e3os nasceu com microcefalia.<\/p>\n<p>\u00c9 preciso estudar os casos (de microcefalia) j\u00e1 confirmados para descartar se n\u00e3o s\u00e3o resultados de outras altera\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas n\u00e3o relacionadas ao v\u00edrus\u201d, avaliou Zatz.<\/p>\n<p>Modelos animais, estudos epidemiol\u00f3gicos e an\u00e1lise do vetor<\/p>\n<p>O uso de modelos animais para entender como o v\u00edrus afeta o tecido nervoso tem sido o foco da equipe do ICB-USP coordenada por Jean Pierre Peron. Al\u00e9m de investigar se a infec\u00e7\u00e3o em roedores prenhes \u00e9 capaz de causar na prole um quadro semelhante \u00e0 microcefalia, o grupo tenta averiguar em quais \u00f3rg\u00e3os o v\u00edrus fica albergado, analisando os tecidos com exames do tipo PCR.<\/p>\n<p>Maur\u00edcio Lacerda Nogueira, professor da Faculdade de Medicina de S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto (Famerp), afirmou que boa parte das perguntas apontadas pelos demais pesquisadores poder\u00e1 ser respondidas por meio de estudos epidemiol\u00f3gicos de campo (coorte), no qual uma determinada popula\u00e7\u00e3o \u00e9 acompanhada por per\u00edodos longos para se observar o desfecho.<\/p>\n<p>\u201cJ\u00e1 confirmamos casos de Zika em S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto e tamb\u00e9m em Ribeir\u00e3o Preto. Este \u00e9 o momento de iniciarmos esse tipo de estudo com popula\u00e7\u00f5es de gestantes no Estado de S\u00e3o Paulo. \u00c9 preciso tomar a decis\u00e3o agora. Se esperarmos dois meses, ser\u00e1 tarde e perderemos a oportunidade, como aconteceu na Regi\u00e3o Nordeste\u201d, avaliou.<\/p>\n<p>Nogueira j\u00e1 vinha coordenando desde meados de 2015 um  cujo objetivo \u00e9 fazer o estudo epidemiol\u00f3gico da dengue. Para isso, vem sendo acompanhada uma coorte de 2 mil pessoas em um bairro de S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 um trabalho bem complexo e vai responder uma s\u00e9rie de perguntas que originalmente t\u00ednhamos feito sobre a dengue e agora tamb\u00e9m inclu\u00edmos aspectos de Zika e chikungunya. Estamos estudando o vetor na regi\u00e3o para ver quantos mosquitos est\u00e3o infectados, a dispers\u00e3o espacial e temporal do mosquito e a sua rela\u00e7\u00e3o com o n\u00famero de casos, identificando a quantidade de casos sintom\u00e1ticos e assintom\u00e1ticos, o n\u00famero de casos graves, estudando a gen\u00e9tica dos v\u00edrus e da popula\u00e7\u00e3o em busca de marcadores de suscetibilidade ou resist\u00eancia, entre outros fatores\u201d, contou.<\/p>\n<p>No hospital da Faculdade de Medicina de Jundia\u00ed, o professor Saulo Passos inicia nos pr\u00f3ximos dias o acompanhamento de uma coorte de 300 gestantes consideradas de alto risco para observar se ocorrer\u00e1 infec\u00e7\u00e3o pelo v\u00edrus Zika e qual ser\u00e1 o desfecho. \u201cEstamos recrutando e treinando cerca de 30 volunt\u00e1rios para fazer o acompanhamento dessas mulheres at\u00e9 o fim da gesta\u00e7\u00e3o e, depois, o seguimento por mais dois anos\u201d, contou.<\/p>\n<p>No grupo de cientistas dedicados a estudar o mosquito vetor, ao qual pertencem Jayme Souza Neto (Unesp de Botucatu), Lincoln Suesdek (Instituto Butantan) e Margareth Capurro (ICB-USP), entre outros, foi destacada a necessidade de estudos sobre a intera\u00e7\u00e3o entre o Aedes aegypti e o v\u00edrus Zika, para entender se a din\u00e2mica de transmiss\u00e3o se assemelha \u00e0 do v\u00edrus da dengue. Ressaltaram ainda a import\u00e2ncia de estudar a compet\u00eancia da esp\u00e9cie Aedes albopictus para disseminar o v\u00edrus.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dos pesquisadores que integram a Rede Zika desde seu in\u00edcio, em dezembro de 2015, novos poss\u00edveis colaboradores participaram da reuni\u00e3o. A professora do Instituto de Psicologia da USP Dora Fix Ventura ressaltou que seu laborat\u00f3rio tem condi\u00e7\u00f5es de avaliar beb\u00eas nascidos de m\u00e3es acometidas pelo v\u00edrus Zika, a fim de identificar precocemente altera\u00e7\u00f5es visuais e neurocognitivas e entender as repercuss\u00f5es funcionais da infec\u00e7\u00e3o cong\u00eanita.<\/p>\n<p>Daniel Martins de Souza, da Unicamp, afirmou que estudos de prote\u00f4mica \u2013 a t\u00f4nica em seu laborat\u00f3rio \u2013 podem ajudar a identificar as vias bioqu\u00edmicas e as prote\u00ednas alteradas no tecido nervoso de beb\u00eas v\u00edtimas da infec\u00e7\u00e3o cong\u00eanita, apontando poss\u00edveis alvos terap\u00eauticos.<\/p>\n<p>Gest\u00e3o da pesquisa<\/p>\n<p>A necessidade de formalizar uma estrutura institucional para a Rede Zika, com a cria\u00e7\u00e3o de um comit\u00ea cient\u00edfico, um comit\u00ea executivo e a escolha de um coordenador e subcoordenadores, foi ressaltada durante o encontro pelos pr\u00f3-reitores de pesquisa das universidades estaduais.<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 uma grande preocupa\u00e7\u00e3o dos gestores e financiadores de pesquisa em rela\u00e7\u00e3o a como aproveitar essa oportunidade. Sabemos que existe no Estado de S\u00e3o Paulo um estoque de conhecimento, uma boa massa cr\u00edtica, e o que queremos saber agora \u00e9 como melhor articular essa massa. \u00c9 fundamental para isso que tenhamos um plano cient\u00edfico, saibamos qual \u00e9 o problema e como vai ser tratado\u201d, afirmou Krieger, da USP.<\/p>\n<p>Krieger destacou ainda a necessidade de ter uma pessoa respons\u00e1vel por fazer a interlocu\u00e7\u00e3o entre academia e setor de sa\u00fade p\u00fablica \u2013 tanto em n\u00edvel estadual como federal \u2013, bem como a interlocu\u00e7\u00e3o com a sociedade.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 um momento \u00fanico que estamos vivendo. N\u00e3o \u00e9 comum no Brasil haver uma integra\u00e7\u00e3o de esfor\u00e7os cient\u00edficos em torno de um objetivo t\u00e3o claro como esse. Mas \u00e9 preciso uma integra\u00e7\u00e3o sem vaidades. Colocar nosso conhecimento a servi\u00e7o dessa causa\u201d, afirmou Pastore, da Unicamp.<\/p>\n<p>Giannini, da Unesp, tamb\u00e9m classificou o momento atual como \u201chist\u00f3rico\u201d e avaliou ser uma oportunidade de mostrar que as universidades e institutos de pesquisa fazem a diferen\u00e7a no Estado de S\u00e3o Paulo. \u201cForam anos de pesquisa nas universidades e anos de investimento de institui\u00e7\u00f5es como a FAPESP para que possamos estar hoje com a compet\u00eancia necess\u00e1ria para formar esta rede\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Karina Toledo\u00a0 | \u00a0Ag\u00eancia FAPESP \u2013 Com o objetivo de desenvolver um plano cient\u00edfico e operacional para a Rede de Pesquisa sobre Zika V\u00edrus em S\u00e3o Paulo \u2013 informalmente conhecida como Rede Zika \u2013, cerca de 50 pesquisadores se reuniram na sede da FAPESP na \u00faltima ter\u00e7a-feira (16\/02). 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