{"id":8098,"date":"2009-08-10T13:19:41","date_gmt":"2009-08-10T17:19:41","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=8098"},"modified":"2009-08-10T13:19:41","modified_gmt":"2009-08-10T17:19:41","slug":"celula-tronco-reduz-mortalidade-em-vitima-de-infarto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2009\/celula-tronco-reduz-mortalidade-em-vitima-de-infarto\/8098","title":{"rendered":"C\u00e9lula-tronco reduz mortalidade em v\u00edtima de infarto"},"content":{"rendered":"<p>Um grupo pioneiro de pesquisadores da Universidade de D\u00fcsseldorf, na Alemanha, realizou um estudo pioneiro sobre transplante de c\u00e9lulas-tronco ap\u00f3s infarto, que acompanhou os pacientes por um per\u00edodo extenso. O trabalho, publicado no &#8220;Journal of the American College of Cardiology&#8221;, mostrou uma melhora na fun\u00e7\u00e3o card\u00edaca e a diminui\u00e7\u00e3o da mortalidade a longo prazo.<\/p>\n<p>Todos os 124 pacientes haviam sofrido um infarto e foram submetidos a angioplastia (implanta\u00e7\u00e3o de stents para desobstruir vasos). Os volunt\u00e1rios puderam escolher se queriam ou n\u00e3o receber tamb\u00e9m um transplante de c\u00e9lulas da medula \u00f3ssea. Metade dos pacientes n\u00e3o quis passar pelo tratamento e foram considerados o grupo controle.<\/p>\n<p>O transplante, feito com c\u00e9lulas do pr\u00f3prio paciente, foi realizado sete dias ap\u00f3s o infarto, em m\u00e9dia. Os resultados ap\u00f3s cinco anos mostram que a fun\u00e7\u00e3o card\u00edaca melhorou de 51,6% para 56,9% nos que receberam as c\u00e9lulas. Nos demais pacientes, ao contr\u00e1rio, a fun\u00e7\u00e3o caiu para 46,9%. No grupo transplantado, houve apenas uma morte, contra sete entre os demais pacientes.<\/p>\n<p>De acordo com o pediatra Carlos Alexandre Ayoub, do Centro de Criogenia Brasil, a forma\u00e7\u00e3o de neovasos por meio das aplica\u00e7\u00f5es de c\u00e9lulas-tronco j\u00e1 est\u00e1 comprovada em muitas pesquisas. &#8220;A cada dia surgem novas t\u00e9cnicas e aplica\u00e7\u00f5es para as c\u00e9lulas-tronco. Por isso a import\u00e2ncia das pesquisas cient\u00edficas realizadas em diversos pa\u00edses, inclusive o Brasil&#8221;, afirma Ayoub.<\/p>\n<p>Segundo os pesquisadores alem\u00e3es, tamb\u00e9m foi poss\u00edvel notar que a melhora na qualidade de vida dos volunt\u00e1rios que receberam as c\u00e9lulas se manteve durante os cinco anos do estudo. Atualmente, mais de 300 doen\u00e7as est\u00e3o em fase final de testes.<\/p>\n<p>No futuro espera-se reconstituir \u00f3rg\u00e3os inteiros com c\u00e9lulas-tronco, n\u00e3o dependendo mais de transplante. &#8220;\u00c9 por isso que cada vez mais casais buscam coletar e armazenar as c\u00e9lulas-tronco do cord\u00e3o umbilical de seus beb\u00eas&#8221;, explica o m\u00e9dico Carlos Ayoub.<\/p>\n<p>Centro de Criogenia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um grupo pioneiro de pesquisadores da Universidade de D\u00fcsseldorf, na Alemanha, realizou um estudo pioneiro sobre transplante de c\u00e9lulas-tronco ap\u00f3s infarto, que acompanhou os pacientes por um per\u00edodo extenso. O trabalho, publicado no &#8220;Journal of the American College of Cardiology&#8221;, mostrou uma melhora na fun\u00e7\u00e3o card\u00edaca e a diminui\u00e7\u00e3o da mortalidade a longo prazo. 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