{"id":80336,"date":"2016-01-29T07:35:05","date_gmt":"2016-01-29T09:35:05","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=80336"},"modified":"2016-01-28T17:36:24","modified_gmt":"2016-01-28T19:36:24","slug":"bc-nao-espera-mais-levar-a-inflacao-para-perto-de-45-em-2016","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2016\/bc-nao-espera-mais-levar-a-inflacao-para-perto-de-45-em-2016\/80336","title":{"rendered":"BC n\u00e3o espera mais levar a infla\u00e7\u00e3o para perto de 4,5% em 2016"},"content":{"rendered":"<p> O Comit\u00ea de Pol\u00edtica Monet\u00e1ria (Copom) do Banco Central (BC) abandonou o objetivo de levar a <strong><em>infla\u00e7\u00e3o<\/em><\/strong> para o mais pr\u00f3ximo poss\u00edvel do centro da meta (4,5%) em 2016. Na ata da \u00faltima reuni\u00e3o o comit\u00ea diz que \u201cadotar\u00e1 as medidas necess\u00e1rias de forma a assegurar o cumprimento dos objetivos do regime de metas, ou seja, circunscrever a infla\u00e7\u00e3o aos limites estabelecidos pelo Conselho Monet\u00e1rio Nacional (CMN), em 2016, e fazer convergir a infla\u00e7\u00e3o para a meta de 4,5%, em 2017&#8243;.<\/p>\n<p>Na ata de novembro, o Copom afirmava que tinha por objetivo trazer infla\u00e7\u00e3o o mais pr\u00f3ximo poss\u00edvel de 4,5% ainda em 2016. A meta de infla\u00e7\u00e3o tem como centro 4,5% e limite superior 6,5%, este ano e 6%, em 2017. Com isso, o BC espera para este ano que a infla\u00e7\u00e3o fique dentro do limite superior e n\u00e3o mais que fique o mais pr\u00f3ximo poss\u00edvel do centro da meta.<\/p>\n<p>Para institui\u00e7\u00f5es financeiras consultadas semanalmente pelo BC, a infla\u00e7\u00e3o este ano deve superar o teto da meta, ficando em 7,23%. Em 2017, a proje\u00e7\u00e3o \u00e9 5,65%.<\/p>\n<p>No \u00faltimo dia 20, o Copom anunciou a manuten\u00e7\u00e3o da taxa b\u00e1sica de juros, a Selic, em 14,25% ao ano, por seis votos a dois. Quando h\u00e1 eleva\u00e7\u00e3o da taxa Selic, a demanda por produtos e servi\u00e7os \u00e9 afetada, porque os juros mais altos encarem o cr\u00e9dito e estimulam as pessoas a economizar em vez de gastar. Quando h\u00e1 redu\u00e7\u00e3o da Selic, o efeito \u00e9 o contr\u00e1rio: incentiva produ\u00e7\u00e3o e consumo, mas alivia o controle da infla\u00e7\u00e3o. Nas suas decis\u00f5es, o BC tem de decidir se no momento a prioridade \u00e9 controlar a infla\u00e7\u00e3o ou estimular a economia. Al\u00e9m de afetar a demanda, a eleva\u00e7\u00e3o da taxa influencia tamb\u00e9m as expectativas com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 infla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Na ata, o Copom informa que considerou que o desempenho da atividade econ\u00f4mica, este ano, est\u00e1 em ritmo inferior ao previsto. Esse processo est\u00e1 sendo especialmente intensificado pelas incertezas oriundas de eventos n\u00e3o econ\u00f4micos (como os casos de corrup\u00e7\u00e3o investigados na opera\u00e7\u00e3o Lava Jato). O BC informou que continuar\u00e1 a monitorar o cen\u00e1rio externo e interno para definir os pr\u00f3ximos passos na estrat\u00e9gia de pol\u00edtica monet\u00e1ria (defini\u00e7\u00e3o da taxa Selic).<\/p>\n<p>Kelly Oliveira \u2013 Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Denise Griesinger<br \/>\n29\/01\/2016<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Comit\u00ea de Pol\u00edtica Monet\u00e1ria (Copom) do Banco Central (BC) abandonou o objetivo de levar a infla\u00e7\u00e3o para o mais pr\u00f3ximo poss\u00edvel do centro da meta (4,5%) em 2016. 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