{"id":80236,"date":"2016-01-27T07:14:39","date_gmt":"2016-01-27T09:14:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=80236"},"modified":"2016-01-26T17:16:31","modified_gmt":"2016-01-26T19:16:31","slug":"contas-externas-fecham-2015-com-saldo-negativo-de-us-589-bilhoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2016\/contas-externas-fecham-2015-com-saldo-negativo-de-us-589-bilhoes\/80236","title":{"rendered":"Contas externas fecham 2015 com saldo negativo de US$ 58,9 bilh\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p> As <strong><em>contas externas fecharam 2015 com d\u00e9ficit<\/em><\/strong> de US$ 58,942 bilh\u00f5es, de acordo com dados do Banco Central (BC). Esse saldo negativo das transa\u00e7\u00f5es correntes, que s\u00e3o as compras e as vendas de mercadorias e servi\u00e7os e transfer\u00eancias de renda do pa\u00eds com o mundo, correspondeu a 3,32% de tudo o que o pa\u00eds produziu \u2013 Produto Interno Bruto (PIB). O resultado ficou abaixo da proje\u00e7\u00e3o do BC para o ano, de US$ 62 bilh\u00f5es ou 3,48% do PIB.<\/p>\n<p>No balan\u00e7o das transa\u00e7\u00f5es correntes, a conta de renda prim\u00e1ria (lucros e dividendos, pagamentos de juros e sal\u00e1rios) foi a que apresentou o maior saldo negativo, no ano passado: US$ 42,357 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>A conta de servi\u00e7os (viagens internacionais, transportes, aluguel de equipamentos, seguros, entre outros) contribuiu para o resultado negativo, com US$ 36,978 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>A conta de renda secund\u00e1ria (renda gerada em uma economia e distribu\u00edda para outra, como doa\u00e7\u00f5es e remessas de d\u00f3lares, sem contrapartida de servi\u00e7os ou bens) apresentou resultado positivo, de US$ 2,724 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>A balan\u00e7a comercial foi a que mais contribuiu para reduzir o d\u00e9ficit das contas externas. No ano passado, o super\u00e1vit comercial (exporta\u00e7\u00f5es maiores que as importa\u00e7\u00f5es) chegou a US$ 17,670 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Renda<\/p>\n<p>Mesmo assim, o pa\u00eds gastou al\u00e9m de sua renda. Quando isso ocorre, \u00e9 preciso financiar esse resultado negativo com investimentos estrangeiros ou tomar dinheiro emprestado no exterior. O investimento direto no pa\u00eds (IDP), recursos que entram no Brasil e v\u00e3o para o setor produtivo da economia, \u00e9 considerado a melhor forma de financiamento, por ser de longo prazo.<\/p>\n<p>Em 2015, o IDP chegou a US$ 75,075 bilh\u00f5es e foi mais que suficiente para cobrir todo o d\u00e9ficit em transa\u00e7\u00f5es correntes. Em 2014, esses investimentos foram maiores: US$ 96,895 bilh\u00f5es, mas abaixo do saldo negativo em transa\u00e7\u00f5es correntes que chegou a US$ 104,076 bilh\u00f5es. O resultado do ano passado superou a proje\u00e7\u00e3o do BC, de US$ 66 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>O pa\u00eds registrou sa\u00edda de investimento em a\u00e7\u00f5es negociadas em bolsas de valores no Brasil e no exterior e em fundos de investimento no total de US$ 98 milh\u00f5es, em 2015. A sa\u00edda de investimento em t\u00edtulos negociados no pa\u00eds chegou a US$ 2,050 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Kelly Oliveira \u2013 Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Talita Cavalcante<br \/>\n26\/01\/2016<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As contas externas fecharam 2015 com d\u00e9ficit de US$ 58,942 bilh\u00f5es, de acordo com dados do Banco Central (BC). 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