{"id":79539,"date":"2016-01-08T00:22:52","date_gmt":"2016-01-08T02:22:52","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=79539"},"modified":"2016-01-07T19:35:37","modified_gmt":"2016-01-07T21:35:37","slug":"industria-acumula-queda-de-81-diz-ibge","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2016\/industria-acumula-queda-de-81-diz-ibge\/79539","title":{"rendered":"Ind\u00fastria acumula queda de 8,1%, diz IBGE"},"content":{"rendered":"<p> A <strong><em>produ\u00e7\u00e3o industrial<\/em><\/strong> brasileira registrou queda de 2,4% de outubro a novembro de 2015, o sexto resultado consecutivo frente ao m\u00eas imediatamente anterior, na s\u00e9rie livre de influ\u00eancias sazonais, fechando os primeiros onze meses do ano com retra\u00e7\u00e3o acumulada de 8,1%.<\/p>\n<p>Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal \u2013 Produ\u00e7\u00e3o F\u00edsica Brasil (PIM-Brasil) e foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). Eles indicam que a queda registrada em novembro foi a mais intensa desde dezembro de 2013 (-2,8%).<\/p>\n<p>Quando comparada com novembro do ano passado, a s\u00e9rie sem ajuste sazonal, a produ\u00e7\u00e3o industrial chegou a cair 12,4% &#8211; neste caso a 21\u00aa taxa negativa consecutiva nesse tipo de compara\u00e7\u00e3o e a mais acentuada desde abril de 2009 (-14,1%).<\/p>\n<p>O indicador acumulado nos \u00faltimos 12 meses \u00e9 negativo em 7,7%, assinalando a perda mais intensa desde novembro de 2009 (-9,4%) e mantendo a trajet\u00f3ria descendente iniciada em mar\u00e7o de 2014 (2,1%).<\/p>\n<p>Segundo o IBGE, a queda de 2,4% de outubro para novembro reflete o predom\u00ednio de resultados negativos no parque fabril do pa\u00eds, atingindo tr\u00eas das quatro grandes categorias econ\u00f4micas e 14 dos 24 ramos pesquisados.<\/p>\n<p>A pesquisa indica que, entre as tr\u00eas grandes categorias econ\u00f4micas, ainda na compara\u00e7\u00e3o com outubro, a maior queda ocorreu em bens intermedi\u00e1rios (-3,8%), que, assim como bens de consumo dur\u00e1veis (-3,2%), mostraram as redu\u00e7\u00f5es mais acentuadas em novembro.<\/p>\n<p>O item bens intermedi\u00e1rios vem registrando queda desde fevereiro \u00faltimo, acumulando no per\u00edodo retra\u00e7\u00e3o de 10,9%. Bens de consumo dur\u00e1veis fecham novembro com o quarto resultado negativo consecutivo, per\u00edodo em que acumula retra\u00e7\u00e3o de 18,9%.<\/p>\n<p>A terceira das grandes categorias a fechar com queda foi o segmento de bens de capital (-1,6%), que, embora tamb\u00e9m tenha acusado taxa negativa, encerrou novembro com queda menos intensa do que a m\u00e9dia nacional para o total da ind\u00fastria (-2,4%), embora tenha registrado o segundo recuo seguido, passando a acumular perda de 3,7%.<\/p>\n<p>O \u00fanico resultado positivo entre as grandes categorias foi o do setor de bens de consumo semi e n\u00e3o-dur\u00e1veis, que cresceu 0,4%, eliminando parte do recuo de 1% verificado em outubro.<\/p>\n<p>Entre os ramos de atividade, as principais influ\u00eancias negativas foram em ind\u00fastrias extrativas (-10,9%) e coque, produtos derivados do petr\u00f3leo e biocombust\u00edveis (-7,8%), intensificando o ritmo de queda frente ao m\u00eas anterior (-1,8% e -1,1%, respectivamente).<\/p>\n<p>O IBGE fez a ressalva de que, em novembro, esses ramos foram influenciados pelo rompimento da barragem de rejeitos de minera\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o de Mariana (MG) e pela greve dos petroleiros.<\/p>\n<p>Outras contribui\u00e7\u00f5es negativas importantes vieram de produtos aliment\u00edcios (-2,2%), produtos de minerais n\u00e3o-met\u00e1licos (-3,5%) e equipamentos de inform\u00e1tica, produtos eletr\u00f4nicos e \u00f3pticos (-6%).<\/p>\n<p>M\u00e9dia m\u00f3vel trimestral<br \/>\nA Pesquisa Industrial Mensal apurou, ainda, que o \u00edndice de m\u00e9dia m\u00f3vel trimestral recuou 1,6% no trimestre encerrado em novembro de 2015 frente ao trimestre finalizado em outubro e manteve a trajet\u00f3ria descendente iniciada em outubro de 2014.<\/p>\n<p>Entre as quatro grandes categorias econ\u00f4micas, a de bens de consumo dur\u00e1veis (-5,1%) mostrou redu\u00e7\u00e3o mais acentuada em novembro e permaneceu com a sequ\u00eancia de taxas negativas iniciada em dezembro de 2014, com perda acumulada de 30,7% nesse per\u00edodo.<\/p>\n<p>Os segmentos de bens intermedi\u00e1rios (-2,1%) e de bens de capital (-0,8%) tamb\u00e9m apontaram taxas negativas em novembro de 2015, com o primeiro mantendo a trajet\u00f3ria descendente iniciada em outubro de 2014, e o segundo prosseguindo com o comportamento negativo presente desde outubro de 2014 e acumulando no per\u00edodo recuo de 33%.<\/p>\n<p>O setor de bens de consumo semi e n\u00e3o-dur\u00e1veis n\u00e3o mostrou varia\u00e7\u00e3o entre outubro e novembro de 2015. O crescimento foi nulo. <\/p>\n<p> Nielmar de Oliveira &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Kleber Sampaio<br \/>\n08\/01\/2016<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A produ\u00e7\u00e3o industrial brasileira registrou queda de 2,4% de outubro a novembro de 2015, o sexto resultado consecutivo frente ao m\u00eas imediatamente anterior, na s\u00e9rie livre de influ\u00eancias sazonais, fechando os primeiros onze meses do ano com retra\u00e7\u00e3o acumulada de 8,1%. 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