{"id":78491,"date":"2015-12-08T15:55:18","date_gmt":"2015-12-08T17:55:18","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=78491"},"modified":"2015-12-08T15:55:18","modified_gmt":"2015-12-08T17:55:18","slug":"producao-e-vendas-de-bicicletas-caem-10-em-2015-diz-associacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2015\/producao-e-vendas-de-bicicletas-caem-10-em-2015-diz-associacao\/78491","title":{"rendered":"Produ\u00e7\u00e3o e vendas de bicicletas caem 10% em 2015, diz associa\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p> A produ\u00e7\u00e3o nacional de <strong><em>bicicletas <\/em><\/strong>caiu 10% no acumulado do ano de 2015, chegando a 3,6 milh\u00f5es. As vendas tamb\u00e9m apresentaram queda de 10%, alcan\u00e7ando os 3,3 milh\u00f5es de unidades, de acordo com dados divulgados pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo). Segundo o vice-presidente da Abraciclo, Eduardo Musa, essa queda s\u00f3 n\u00e3o foi maior devido ao aumento do consumo para mobilidade urbana.<\/p>\n<p>\u201cSab\u00edamos que o ano seria dif\u00edcil, mas acabou sendo pior do que esper\u00e1vamos. Com as bicicletas n\u00e3o foi diferente, apesar do sentimento de apoio da sociedade civil, das prefeituras, que t\u00eam investido na infraestrutura ciclovi\u00e1ria, e das preocupa\u00e7\u00f5es com a mobilidade e meio ambiente\u201d, disse Musa.<\/p>\n<p>Segundo ele, o setor depende principalmente da importa\u00e7\u00e3o de componentes para produzir as bicicletas. \u201cCom a desvaloriza\u00e7\u00e3o do real houve grande impacto na estrutura de custo de todo o segmento, que foi obrigado a repassar a alta do d\u00f3lar e a infla\u00e7\u00e3o para o consumidor. Isso causou forte impacto no volume de vendas\u201d.<\/p>\n<p>De acordo com a Abraciclo, a produ\u00e7\u00e3o de motocicletas entre janeiro e novembro de 2015 foi de 1.212.075 unidades, 15% a menos do que o produzido no mesmo per\u00edodo do ano passado. Na compara\u00e7\u00e3o mensal a queda foi de 28,2%, ao passar de 104.388 para 74.972. Com rela\u00e7\u00e3o ao mesmo m\u00eas do ano passado, quando foram produzidas 121.719 motocicletas, a retra\u00e7\u00e3o foi de 38,4%.<\/p>\n<p>Os licenciamentos alcan\u00e7aram 105.371 motos em novembro, o que representa um crescimento de 18,4% ante outubro, quando foram vendidas 89.020 unidades. \u201cO n\u00famero do varejo est\u00e1 meio contaminado, porque est\u00e1 influenciado pelo emplacamento das motocicletas de 50 cilindradas, em virtude da mudan\u00e7a da legisla\u00e7\u00e3o neste semestre do ano. Por isso, o n\u00famero foi alto\u201d, explicou o presidente da Abraciclo, Marcos Fermanian.<\/p>\n<p>As vendas no atacado, para concession\u00e1rias, chegaram a 1.120.680 de unidades no acumulado do ano, 14,9% a menos do que no mesmo per\u00edodo do ano passado (1.316.289). Na compara\u00e7\u00e3o de novembro com outubro, houve queda de 22,8% ao passar de 91.205 para 70.398. Com rela\u00e7\u00e3o a novembro de 2014, as vendas para as concession\u00e1rias em mesmo per\u00edodo deste ano ca\u00edram 41,2%.<\/p>\n<p>\u201cO m\u00eas de novembro aponta pelo menos para estabilidade com rela\u00e7\u00e3o a outubro. No nosso entendimento \u00e9 o fim do po\u00e7o. Esperamos pelo menos manter esses resultados e come\u00e7ar a crescer no segundo semestre do ano que vem\u201d, disse o presidente da Abraciclo.<\/p>\n<p>As exporta\u00e7\u00f5es ca\u00edram 23% de janeiro a novembro, com a comercializa\u00e7\u00e3o de 63.179 unidades para o mercado externo contra as 82.003 registradas no mesmo per\u00edodo do ano passado. Em rela\u00e7\u00e3o a outubro (10.959), as exporta\u00e7\u00f5es ca\u00edram 41,5%, com 6.928.Na compara\u00e7\u00e3o com novembro do ano passado, as vendas para o mercado externo cresceram 87,7%.<\/p>\n<p>Segundo a Abraciclo, a previs\u00e3o para 2015 \u00e9 a de que o setor feche o ano com produ\u00e7\u00e3o total de 1.270.000 motocicletas e vendas, no atacado, de 1.210.000 unidades. As exporta\u00e7\u00f5es devem chegar a 73.000 mil motos. No varejo, devem ser vendidas 1.255.000 motocicletas.<\/p>\n<p>Para 2016, as proje\u00e7\u00f5es s\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o em torno de 1.280.000 unidades, com 1.220.000 de vendas no atacado e 75.000 para a exporta\u00e7\u00e3o. \u201cEsperamos ficar pelo menos no patamar de 2015. Vamos torcer que esse n\u00f3 pol\u00edtico-econ\u00f4mico seja desatado rapidamente e tenhamos um ambiente mais favor\u00e1vel no segundo semestre de do ano\u201d, disse Fermanian.<\/p>\n<p>Fermanian ressaltou ainda que a ind\u00fastria vem tentando manter a empregabilidade, e cada marca faz seus esfor\u00e7os de acordo com suas possibilidades e necessidades, mas n\u00e3o h\u00e1 nada previsto em termos de demiss\u00f5es. \u201cN\u00e3o h\u00e1 horizonte de movimento unificado para demiss\u00e3o. H\u00e1, sim, um esfor\u00e7o individual de cada marca para manter seus quadros de funcion\u00e1rios qualificados\u201d. Tamb\u00e9m n\u00e3o h\u00e1 uniformidade para paralisa\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o e f\u00e9rias coletivas. \u201cAlgumas j\u00e1 est\u00e3o paradas desde outubro outras precisam adequar seus estoques\u201d.<\/p>\n<p> Fl\u00e1via Albuquerque \u2013 Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Maria Claudia<br \/>\n08\/12\/2015<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A produ\u00e7\u00e3o nacional de bicicletas caiu 10% no acumulado do ano de 2015, chegando a 3,6 milh\u00f5es. As vendas tamb\u00e9m apresentaram queda de 10%, alcan\u00e7ando os 3,3 milh\u00f5es de unidades, de acordo com dados divulgados pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo). 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