{"id":74718,"date":"2015-09-02T15:32:23","date_gmt":"2015-09-02T18:32:23","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=74718"},"modified":"2015-09-02T15:32:23","modified_gmt":"2015-09-02T18:32:23","slug":"cni-16-das-industrias-nacionais-perderam-mercado-para-importacoes-da-china","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2015\/cni-16-das-industrias-nacionais-perderam-mercado-para-importacoes-da-china\/74718","title":{"rendered":"CNI: 16% das ind\u00fastrias nacionais perderam mercado para importa\u00e7\u00f5es da China"},"content":{"rendered":"<p> Pesquisa da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI) mostra que 16% das ind\u00fastrias perderam participa\u00e7\u00e3o no mercado interno em fun\u00e7\u00e3o das <strong><em>importa\u00e7\u00f5es da China<\/em><\/strong>. O resultado representa uma eleva\u00e7\u00e3o de 2 pontos percentuais na compara\u00e7\u00e3o com o levantamento anterior, realizado em 2010.<\/p>\n<p>No mercado internacional, a disputa tamb\u00e9m \u00e9 acirrada e mais da metade (54%) das empresas exportadoras do Brasil concorrem com a China em outros pa\u00edses. O percentual das empresas que deixaram de exportar por causa da concorr\u00eancia com os chineses aumentou de 7% para 11%. De acordo com a entidade empresarial, as pequenas corpora\u00e7\u00f5es s\u00e3o as que mais sofrem: 26% deixaram de exportar, ante 12% das empresas de m\u00e9dio porte e 7% das grandes.<\/p>\n<p>Dos 15 setores com n\u00famero significativo de empresas que concorrem com a China no mercado dom\u00e9stico, seis deles registraram perda de participa\u00e7\u00e3o no mercado interno em mais de 30% das empresas. No grupo produtos diversos, 40% dos empres\u00e1rios apontaram perdas. Em seguida aparecem os fabricantes t\u00eaxteis (39%), o segmento de metalurgia (39%), vestu\u00e1rio (36%), inform\u00e1tica, eletr\u00f4nicos e \u00f3pticos (35%) e m\u00e1quinas e equipamentos (32%). <\/p>\n<p>O percentual de empresas brasileiras que disseram importar da China aumentou de 17%, em 2010, para 18% em 2014. A propor\u00e7\u00e3o de ind\u00fastrias que compram produtos finais da China era 9%, em 2010, e ficou est\u00e1vel na \u00faltima pesquisa. As companhias que disseram adquirir m\u00e1quinas e equipamentos chineses passou de 8%, em 2010, para 9%, em 2014, informou a CNI.<\/p>\n<p>A CNI informou tamb\u00e9m que apenas 3% das ind\u00fastriais brasileiras possuem f\u00e1brica pr\u00f3pria na China e outros 2% terceirizam parte da produ\u00e7\u00e3o para companhias chinesas. Esses percentuais se mantiveram est\u00e1veis nas duas pesquisas.<\/p>\n<p>As companhias brasileiras dos setores de inform\u00e1tica, eletr\u00f4nicos e \u00f3pticos s\u00e3o as que mais terceirizam parte da produ\u00e7\u00e3o, empatadas com as de cal\u00e7ados (9% do total). A pesquisa foi realizada com 2.146 empres\u00e1rios de 15 setores.<\/p>\n<p>Da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Denise Griesinger<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisa da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI) mostra que 16% das ind\u00fastrias perderam participa\u00e7\u00e3o no mercado interno em fun\u00e7\u00e3o das importa\u00e7\u00f5es da China. O resultado representa uma eleva\u00e7\u00e3o de 2 pontos percentuais na compara\u00e7\u00e3o com o levantamento anterior, realizado em 2010. 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