{"id":7413,"date":"2009-08-03T16:15:27","date_gmt":"2009-08-03T20:15:27","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=7413"},"modified":"2009-08-10T22:28:58","modified_gmt":"2009-08-11T02:28:58","slug":"cirurgia-plastica-perfeita","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2009\/cirurgia-plastica-perfeita\/7413","title":{"rendered":"Cirurgia pl\u00e1stica perfeita"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/imagens\/\/plastica.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-7414\" title=\"plastica\" src=\"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/imagens\/\/plastica.jpg\" alt=\"plastica\" width=\"150\" height=\"113\" \/><\/a>Cirurgi\u00e3o pl\u00e1stico Alexandre Piassi Passos discute o aspecto das cicatrizes nas cirurgias pl\u00e1sticas, ressaltando os cuidados de m\u00e9dicos e pacientes. Todo corte, cirurgia ou interven\u00e7\u00e3o deixa uma cicatriz. Afinal, este processo faz parte da recupera\u00e7\u00e3o e reconstitui\u00e7\u00e3o do tecido que passou por um corte e posterior sutura. De acordo com o cirurgi\u00e3o pl\u00e1stico Alexandre Piassi Passos, v\u00e1rios trabalhos estudam o processo cicatricial e buscam melhorar suas consequ\u00eancias. &#8220;O ideal de todo cirurgi\u00e3o pl\u00e1stico seria poder operar, esculpir e modelar sem deixar qualquer cicatriz, o que obviamente n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel&#8221;, diz. &#8220;Habitualmente n\u00e3o h\u00e1 como prever como ficar\u00e1 a cicatriz ap\u00f3s a cirurgia. Isso, porque o mesmo paciente pode apresentar cicatrizes patol\u00f3gicas em algumas partes do corpo e, em outras n\u00e3o&#8221;, adverte.<br \/>\nSegundo Passos, existem dois tipos principais de cicatrizes patol\u00f3gicas: hipertr\u00f3fica e queloidiana. A hipertr\u00f3fica fica mais espessa que o normal, \u00e9 limitada \u00e0 incis\u00e3o e normalmente \u00e9 assintom\u00e1tica, ou seja, n\u00e3o causa dor, ardor ou coceiras. J\u00e1 a queloidiana, al\u00e9m de grossa, tem aspecto nodular, semelhante a um tumor, geralmente foge aos limites da incis\u00e3o e pode apresentar sintomas inc\u00f4modos.<\/p>\n<p>O cirurgi\u00e3o alerta: &#8220;Durante muito tempo, falou-se em testes para verificar propens\u00e3o ao quel\u00f3ide realizando-se um corte num local oculto, atr\u00e1s da orelha, por exemplo. Por\u00e9m constatou-se que o teste \u00e9 fal\u00edvel, j\u00e1 que a mesma pessoa pode apresentar queloide numa regi\u00e3o e em outra n\u00e3o&#8221;. Passos acrescenta: &#8220;Algumas teorias alertam para incis\u00f5es e suturas posicionadas em locais onde h\u00e1 mais gl\u00e2ndulas seb\u00e1ceas &#8211; como \u00e9 o caso das incis\u00f5es nas regi\u00f5es do esterno (osso do t\u00f3rax)&#8221;.<\/p>\n<p>Cuidados antes e depois -Na avalia\u00e7\u00e3o de Passos, a recupera\u00e7\u00e3o depende tanto do m\u00e9dico quanto do paciente. O m\u00e9dico tem de ter o m\u00e1ximo cuidado ao tratar da cicatriz, desde a localiza\u00e7\u00e3o da mesma &#8211; que, preferencialmente, devem estar camufladas ou escondidas &#8211; passando pela tens\u00e3o dos tecidos. &#8220;O mesmo cuidado deve ser tomado no procedimento de sutura e no p\u00f3s-operat\u00f3rio&#8221;, diz.&#8221;Ap\u00f3s uma cirurgia pl\u00e1stica, o per\u00edodo de repouso, sem grande esfor\u00e7os f\u00edsicos e sem exposi\u00e7\u00e3o ao sol, s\u00e3o fundamentais para a qualidade da cicatriz, principalmente se for a parte do corpo de grande movimenta\u00e7\u00e3o, como bra\u00e7os e pernas, al\u00e9m claro da oclus\u00e3o com micropores, curativos com gel ou silicone e outros por cerca de dois meses&#8221;.<\/p>\n<p>Dr. Passos explica que quem tem pele &#8220;melanod\u00e9rmica&#8221;, ou seja, mais escura &#8211; como negros, mulatos e tamb\u00e9m os descendentes de orientais &#8211; tende a apresentar mais propens\u00e3o \u00e0 cicatriz de m\u00e1 qualidade, seja queloidiana ou hipertr\u00f3fica: &#8220;Num pa\u00eds como o nosso, com miscigena\u00e7\u00e3o muito grande, a tend\u00eancia \u00e9 generalizada&#8221;. O cirurgi\u00e3o afirma que o processo cicatricial independe da idade ou do sexo, embora em crian\u00e7as de 4 ou 5 anos &#8211; que por vezes precisam passar por cirurgias reparadoras &#8211; observa-se que a cicatriz praticamente desaparece com o tempo. &#8220;O mesmo ocorre com pessoas acima de 70 anos, que habitualmente apresentam uma cicatriza\u00e7\u00e3o melhor do que a de jovens&#8221;, salienta.<\/p>\n<p>Existem solu\u00e7\u00f5es para amenizar cicatrizes de m\u00e1 apar\u00eancia deixadas ap\u00f3s uma cirurgia pl\u00e1stica. Passos explica: &#8220;Ap\u00f3s mais ou menos um ano, j\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel ver como ficar\u00e1 a cicatriz. Portanto, pode-se indicar o tratamento para as cicatrizes patol\u00f3gicas. Atualmente o mais indicado \u00e9 a retirada cir\u00fargica das cicatrizes associada \u00e0 radioterapia superficial adjuvante&#8221;.<\/p>\n<p>Sobre Alexandre Piassi Passos<\/p>\n<p>\u00c9 cirurgi\u00e3o pl\u00e1stico formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo. \u00c9 membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Pl\u00e1stica (SBCP). Atua em sua pr\u00f3pria cl\u00ednica &#8211; a Cl\u00ednica Passos de Cirurgia Pl\u00e1stica &#8211; e tamb\u00e9m pertence ao corpo cl\u00ednico de hospitais como S\u00edrio Liban\u00eas, Oswaldo Cruz e Albert Einstein. Tem trabalhos publicados em peri\u00f3dicos nacionais e internacionais e \u00e9 autor e coautor de cap\u00edtulos em livros cient\u00edficos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cirurgi\u00e3o pl\u00e1stico Alexandre Piassi Passos discute o aspecto das cicatrizes nas cirurgias pl\u00e1sticas, ressaltando os cuidados de m\u00e9dicos e pacientes. 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