{"id":71845,"date":"2015-06-26T15:55:45","date_gmt":"2015-06-26T18:55:45","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=71845"},"modified":"2015-06-26T15:55:45","modified_gmt":"2015-06-26T18:55:45","slug":"superavit-primario-de-janeiro-a-maio-cai-para-o-menor-nivel-em-18-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2015\/superavit-primario-de-janeiro-a-maio-cai-para-o-menor-nivel-em-18-anos\/71845","title":{"rendered":"Super\u00e1vit prim\u00e1rio de janeiro a maio cai para o menor n\u00edvel em 18 anos"},"content":{"rendered":"<p> O <strong><em>super\u00e1vit prim\u00e1rio<\/em><\/strong> \u2013 economia para pagar os juros da d\u00edvida p\u00fablica \u2013 do Governo Central (Tesouro Nacional, Previd\u00eancia Social e Banco Central) somou R$ 6,937 bilh\u00f5es de janeiro a maio, informou, h\u00e1 pouco, o Tesouro Nacional. Em valores corrigidos pela infla\u00e7\u00e3o, o resultado \u00e9 15,4% menor que o registrado no mesmo per\u00edodo do ano passado e o mais baixo para os cinco primeiros meses do ano desde 1997, quando teve in\u00edcio a s\u00e9rie hist\u00f3rica.<\/p>\n<p>Em maio, o Governo Central teve d\u00e9ficit prim\u00e1rio de R$ 8,051 bilh\u00f5es. Apesar de negativo, o resultado apresenta melhora em rela\u00e7\u00e3o a maio de 2014, quando o d\u00e9ficit tinha alcan\u00e7ado R$ 10,446 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p> De acordo com o Tesouro Nacional, a queda das receitas foi a principal respons\u00e1vel pelo baixo esfor\u00e7o fiscal. De janeiro a maio, as receitas l\u00edquidas ca\u00edram 3% em rela\u00e7\u00e3o aos mesmos meses de 2014, descontada a infla\u00e7\u00e3o oficial pelo \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA), principalmente por causa da queda da arrecada\u00e7\u00e3o de tributos divulgada mais cedo pela Receita Federal. Em maio, a arrecada\u00e7\u00e3o atingiu o menor n\u00edvel para o m\u00eas desde 2010.<\/p>\n<p>As despesas, no entanto, cresceram apenas 0,2% pelo mesmo crit\u00e9rio. A estabilidade est\u00e1 sendo puxada pelos investimentos, que somaram R$ 23,631 bilh\u00f5es nos cinco primeiros meses do ano, queda real (descontada a infla\u00e7\u00e3o) de 37,2% em rela\u00e7\u00e3o a 2014. Desse total, os gastos com o Programa de Acelera\u00e7\u00e3o do Crescimento (PAC) somaram R$ 16,731 bilh\u00f5es, com queda real de 40,5%. Outra despesa que apresentou queda ao considerar a infla\u00e7\u00e3o foi o funcionalismo, com redu\u00e7\u00e3o real de 1,4%.<\/p>\n<p>No entanto, outros tipos de gastos est\u00e3o subindo em 2015, como o custeio (manuten\u00e7\u00e3o da m\u00e1quina p\u00fablica), com alta real de 5,9% em 2015 e subs\u00eddios e subven\u00e7\u00f5es, com alta real de 61,2% impulsionada pelos financiamentos do Programa de Sustenta\u00e7\u00e3o do Investimento, concedidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES).<\/p>\n<p>As despesas da Previd\u00eancia Social acumulam alta de 4,8% acima do IPCA em 2015. Segundo o Tesouro, o crescimento real deve-se ao reajuste m\u00e9dio de 8% no valor dos benef\u00edcios e ao aumento de 3,1% no n\u00famero de benef\u00edcios pagos.<\/p>\n<p>Wellton M\u00e1ximo &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: A\u00e9cio Amado<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O super\u00e1vit prim\u00e1rio \u2013 economia para pagar os juros da d\u00edvida p\u00fablica \u2013 do Governo Central (Tesouro Nacional, Previd\u00eancia Social e Banco Central) somou R$ 6,937 bilh\u00f5es de janeiro a maio, informou, h\u00e1 pouco, o Tesouro Nacional. 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