{"id":7109,"date":"2009-07-31T10:22:41","date_gmt":"2009-07-31T14:22:41","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=7109"},"modified":"2009-07-31T10:22:41","modified_gmt":"2009-07-31T14:22:41","slug":"dieta-dos-diabeticos-novas-evidencias-cientificas-alteram-o-cardapio-destes-pacientes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2009\/dieta-dos-diabeticos-novas-evidencias-cientificas-alteram-o-cardapio-destes-pacientes\/7109","title":{"rendered":"Dieta dos diab\u00e9ticos: novas evid\u00eancias cient\u00edficas alteram o card\u00e1pio destes pacientes"},"content":{"rendered":"<p align=\"right\"><em>\u201cO homem \u00e9 sempre sua pr\u00f3pria doen\u00e7a. O que sofre da doen\u00e7a doce, quando a urina \u00e9 sacarina, quase sempre \u00e9 um temperamento auto-indulgente, que tem origem numa recusa ego\u00edstica de cuidar dos outros, a n\u00e3o ser dele pr\u00f3prio. Assim, os outros n\u00e3o o amam e para satisfazer seu natural e humano desejo de amor come os doces da terra, em vez dos doces do esp\u00edrito. Nada podemos fazer sen\u00e3o prescrever as carnes mais magras, os legumes e frutas que menos amido contenham e restringir ou omitir os doces. Pouco, entretanto, se consegue, a n\u00e3o ser a penosa priva\u00e7\u00e3o e o prolongamento de uma vida restrita, a n\u00e3o ser que o paciente tenha um enfraquecimento do esp\u00edrito e assim se habilite a amar, para al\u00e9m de si pr\u00f3prio\u201d.<\/em><\/p>\n<p align=\"right\"><strong>M\u00e9dico de Homens e de Almas, de Taylor Caldwel<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>Nos dias de hoje&#8230;<\/em><\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil imaginar um m\u00e9dico da era antes de Cristo discursando dessa forma sobre a dura sina de um diab\u00e9tico, descrevendo os sintomas da doen\u00e7a e finalmente, resumindo o \u00fanico tratamento dispon\u00edvel, na \u00e9poca, a restri\u00e7\u00e3o extrema de alimentos. \u201cNa era pr\u00e9-insul\u00ednica, o rigor da restri\u00e7\u00e3o cal\u00f3rica, em geral, e dos carboidratos, em particular, levava \u00e0 desnutri\u00e7\u00e3o dos pacientes e mesmo assim n\u00e3o impedia a alta mortalidade dos diab\u00e9ticos dependentes de insulina e a alta morbidade dos n\u00e3o insulino-dependentes\u201d, explica a endocrinologista Ellen Simone Paiva, diretora do Citen, Centro Integrado de Terapia Nutricional.<\/p>\n<p>Atualmente, a orienta\u00e7\u00e3o nutricional dos pacientes com diabetes se aproxima muito daquela direcionada \u00e0s pessoas sem a doen\u00e7a, da mesma idade e sexo. O problema \u00e9 que os benef\u00edcios da dieta e os riscos de n\u00e3o se segui-la s\u00e3o maiores nos diab\u00e9ticos, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s pessoas sem a doen\u00e7a.\u00a0 \u201cNosso maior desafio \u00e9 ajudar os diab\u00e9ticos insulino-dependentes a contabilizar sua insulina em rela\u00e7\u00e3o ao seu alimento e os n\u00e3o insulino-dependentes a alcan\u00e7ar e manter o peso ideal.\u00a0 Dito dessa maneira, parece simples, mas n\u00e3o \u00e9. A vida \u00e9 cheia de exce\u00e7\u00f5es em nossa rotina alimentar e isso pode dificultar muito a performance dos pacientes mais empenhados\u201d, diz a m\u00e9dica.<\/p>\n<p>Hoje, o diab\u00e9tico precisa entender de um mundo que engloba valor cal\u00f3rico dos alimentos e gasto cal\u00f3rico di\u00e1rio, precisa entender de prote\u00ednas, carboidratos e gorduras, precisa reaprender a comer. \u201cPara muitos isso \u00e9 um verdadeiro tabu, pois o primeiro pensamento \u00e9 que eles nunca v\u00e3o entender como ou o que comer. O sentimento \u00e9 de que ter\u00e3o que abolir os sabores mais apreciados. Para outros, que acham que j\u00e1 sabem de tudo, h\u00e1 um choque quando descobrem que h\u00e1 muito a aprender e que a rotina alimentar pode ser muito melhor e menos restritiva\u201d, destaca a Ellen Paiva,\u00a0Mestre na \u00e1rea de Nutri\u00e7\u00e3o e Diabetes pela USP.<\/p>\n<p>Finalmente, o maior tabu na dieta dos diab\u00e9ticos j\u00e1 caiu por terra h\u00e1 muito tempo: o de que eles n\u00e3o podem comer carboidratos. \u201cEles podem, inclusive, comer os \u2018temidos\u2019 a\u00e7\u00facares simples, como a glicose, a frutose e at\u00e9 a sacarose. Para isso, entretanto, precisam orienta\u00e7\u00e3o nutricional adequada\u201d, explica a endocrinologista.<\/p>\n<p><strong><em>Vivendo com qualidade<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Mais liberdade \u00e0 mesa\u00a0 n\u00e3o significa que as pessoas com diabetes devam viver como se n\u00e3o tivessem a doen\u00e7a, pelo contr\u00e1rio, isso significa que elas devem se alimentar melhor para terem mais sa\u00fade. Quando um paciente de 50 anos, obeso e hipertenso, procura o endocrinologista para tratamento, ele deve ser orientado a seguir uma dieta muito parecida com a de uma pessoa que n\u00e3o tem diabetes. Se for diab\u00e9tico, o m\u00e9dico dar\u00e1 maior aten\u00e7\u00e3o ao fato de que ele tem maior risco coronariano, pela associa\u00e7\u00e3o de fatores de risco.<\/p>\n<p>\u201cA primeira preocupa\u00e7\u00e3o na dieta do diab\u00e9tico \u00e9 o seu valor cal\u00f3rico. Se ele tem peso normal, as calorias ser\u00e3o calculadas no sentido de manter o peso, ou seja, em m\u00e9dia 1800 calorias para uma mulher jovem e 2500 para um homem jovem. Esse c\u00e1lculo \u00e9 vari\u00e1vel, na depend\u00eancia do paciente praticar ou n\u00e3o exerc\u00edcios f\u00edsicos. Se o paciente tem sobrepeso ou obesidade, o m\u00e9dico, geralmente, calcula um\u00a0<em>d\u00e9ficit <\/em>cal\u00f3rico de cerca de 500-700 calorias\u201d, afirma a m\u00e9dica.<\/p>\n<p>A orienta\u00e7\u00e3o nutricional para esse paciente deve prever 3 refei\u00e7\u00f5es e 2-3 lanches. Esses lanches tamb\u00e9m podem ser negociados com o paciente, uma vez que dependem de sua fome e prefer\u00eancias alimentares. \u201cAt\u00e9 o rigor nos hor\u00e1rios das refei\u00e7\u00f5es dos diab\u00e9ticos tem sido reduzido, uma vez que, no mercado, est\u00e3o dispon\u00edveis drogas orais que podem ser tomadas minutos antes das mesmas e at\u00e9 insulinas que fornecem a cobertura basal, independente das refei\u00e7\u00f5es, e insulinas que tamb\u00e9m podem ser aplicadas no momento da refei\u00e7\u00e3o\u201d, conta Ellen Paiva.<\/p>\n<p><strong><em>O que \u00e9 permitido comer?<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Quando pensamos em dieta, devemos entender que balancear \u00e9 sempre a melhor sa\u00edda, ou seja, uma dieta saud\u00e1vel deve contar com os tr\u00eas componentes essenciais das dietas: carboidratos, gorduras e prote\u00ednas. \u201cTodas as vezes que abolimos um componente, haver\u00e1 excesso nos outros dois, o que deve ser evitado sempre que poss\u00edvel. Um exemplo disso \u00e9 a dieta vegetariana, que geralmente cont\u00e9m quantidades inadequadas e elevadas de carboidratos, pela aus\u00eancia da prote\u00edna animal. Outro erro que podemos apontar est\u00e1 nas \u2018dietas das prote\u00ednas\u2019, que abolem os carboidratos e acarretam uma ingest\u00e3o excessiva de prote\u00edna animal e gorduras\u201d, explica a diretora do Citen.<\/p>\n<p>Apesar dessas orienta\u00e7\u00f5es &#8211; mais do que comprovadas &#8211;\u00a0 alguns trabalhos cient\u00edficos bem controlados, em diab\u00e9ticos tipo 2, tem revelado que ap\u00f3s um ano de dietas muito diferentes \u2013 uma com menos carboidratos e, portanto, com mais gordura; outra com menos gordura e, portanto, com mais carboidrato, mantendo-se a mesma quantidade cal\u00f3rica, ambas resultaram na mesma perda de peso e no mesmo grau de compensa\u00e7\u00e3o metab\u00f3lico do diabetes. \u201cDa\u00ed a import\u00e2ncia da individualiza\u00e7\u00e3o das dietas, observando os n\u00edveis glic\u00eamicos e de colesterol, o peso e a atividade f\u00edsica do paciente e suas prefer\u00eancias alimentares. N\u00e3o existe uma dieta que seja indicada sempre para todos porque somos diferentes e temos gostos diferentes\u201d, defende a endocrinologista.<\/p>\n<p><strong>Aten\u00e7\u00e3o \u00e0s frutas<\/strong><\/p>\n<p>As frutas, muitas vezes, s\u00e3o uma armadilha para a dieta dos diab\u00e9ticos. \u00c9 comum o paciente classific\u00e1-las como alimentos muito saud\u00e1veis, que podem ser ingeridos \u00e0 vontade. Na verdade n\u00e3o podem. \u201cAs recomenda\u00e7\u00f5es s\u00e3o iguais aquelas destinadas aos n\u00e3o diab\u00e9ticos, devemos consumir em m\u00e9dia de 3 a 4 por\u00e7\u00f5es de frutas por dia, pois apesar de muito saud\u00e1veis, as frutas s\u00e3o cal\u00f3ricas e podem dificultar a perda de peso nos obesos e a titula\u00e7\u00e3o da insulina nos pacientes insulino-dependentes. Apesar da sua riqueza em vitaminas, minerais e fibras, elas cont\u00eam grande quantidade de carboidratos sob a forma de frutose e at\u00e9 sacarose\u201d, conta a m\u00e9dica.<\/p>\n<p><strong>Ingest\u00e3o de bebidas alco\u00f3licas<\/strong><\/p>\n<p>O consumo do \u00e1lcool tampouco deve ser abolido do cotidiano do paciente com diabetes compensado. As doses seguras s\u00e3o de at\u00e9 duas doses di\u00e1rias para o homem e at\u00e9 uma dose para mulher, o que representa uma m\u00e9dia de 15-30g de \u00e1lcool. \u00c9 importante lembrar que eles nunca devem ingerir \u00e1lcool sem comer, devido ao risco da hipoglicemia e que o \u00e1lcool fornece cerca de 7 calorias por grama consumida. \u201cEssas orienta\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o aplic\u00e1veis a todos os diab\u00e9ticos, principalmente nos casos de diabetes descompensado, nos casos de pacientes com esteatose hep\u00e1tica ou gordura no f\u00edgado, nos pacientes com triglic\u00e9rides elevados ou com risco de abuso ou depend\u00eancia. Nesses casos, doses muito menores do que as doses m\u00e1ximas toleradas podem agravar o diabetes, elevar os triglic\u00e9rides, acelerar a doen\u00e7a do f\u00edgado e levar ao abuso e \u00e0 depend\u00eancia\u201d, alerta a endocrinologista.<\/p>\n<p><strong>V\u00e1rias refei\u00e7\u00f5es di\u00e1rias x risco do jejum<\/strong><\/p>\n<p><strong> <\/strong><\/p>\n<p>J\u00e1 sabemos que pular refei\u00e7\u00f5es n\u00e3o faz bem ao diab\u00e9tico. Inicialmente, pelos graves epis\u00f3dios hipoglic\u00eamicos ou de baixa do a\u00e7\u00facar no sangue a que eles est\u00e3o sujeitos, quando omitem do card\u00e1pio alguma refei\u00e7\u00e3o, seja por falta de tempo, neglig\u00eancia ou at\u00e9 pela compensa\u00e7\u00e3o premeditada de um excesso alimentar cometido em uma refei\u00e7\u00e3o anterior.<strong> <\/strong><\/p>\n<p>Hoje, sabemos que pular uma refei\u00e7\u00e3o agrava a glicemia, ap\u00f3s a pr\u00f3xima refei\u00e7\u00e3o. Essa constata\u00e7\u00e3o foi recentemente refor\u00e7ada em uma das revistas m\u00e9dicas mais importantes em rela\u00e7\u00e3o ao estudo do diabetes, o\u00a0<em>Diabetes Care<\/em>.\u00a0\u00a0 \u201cO jejum favorece a libera\u00e7\u00e3o de estoques de subst\u00e2ncias muito delet\u00e9rias para o metabolismo dos diab\u00e9ticos, os chamados \u00e1cidos graxos. Isso acontece como uma forma do organismo prover de substratos energ\u00e9ticos um organismo em jejum e, portanto, carente dessas fontes de energia e que est\u00e3o normalmente guardadas no f\u00edgado e na gordura corporal. Essas subst\u00e2ncias agravam a resist\u00eancia insul\u00ednica e elevam ainda mais a glicemia, ap\u00f3s a pr\u00f3xima refei\u00e7\u00e3o\u201d, explica Ellen Paiva.<\/p>\n<p><strong>Consumo de carboidratos &#8230;<\/strong><\/p>\n<p>Os carboidratos sempre foram um tabu nas dietas dos diab\u00e9ticos, mas \u00e9 preciso que se diga que n\u00e3o foi de maneira indevida. Na verdade, s\u00e3o eles os grandes respons\u00e1veis pelas eleva\u00e7\u00f5es glic\u00eamicas que ocorrem ap\u00f3s as refei\u00e7\u00f5es. Apesar disso, eles s\u00e3o fontes energ\u00e9ticas importantes e est\u00e3o presentes nas orienta\u00e7\u00f5es nutricionais das dietas padronizadas por todas as associa\u00e7\u00f5es mundiais de diabetes, em torno de 50% do valor cal\u00f3rico dessas dietas.<\/p>\n<p>Vale a pena explicar que os carboidratos est\u00e3o nas frutas, nas leguminosas \u2013 feij\u00f5es, ervilha, lentilha e gr\u00e3o de bico \u2013 nas massas e p\u00e3es, arroz, batata, mandioca, milho e nos doces em geral. \u201cEntenda-se ent\u00e3o, que os 50% de carboidratos acima referidos devem ser ingeridos principalmente sob a forma de carboidratos chamados complexos ou amido. S\u00e3o mol\u00e9culas muito grandes e compostas pela uni\u00e3o de centenas de mol\u00e9culas de glicose. No trato digestivo, essas mol\u00e9culas s\u00e3o digeridas e liberam glicose para a corrente sangu\u00ednea\u201d, diz a m\u00e9dica.<\/p>\n<p>A dieta do diab\u00e9tico tem se tornado mais flex\u00edvel tamb\u00e9m em rela\u00e7\u00e3o aos carboidratos chamados simples, representados pela sacarose ou a\u00e7\u00facar caseiro. Dentro desse contexto, os doces em geral deixaram de ser abolidos, tornando a dieta muito mais vers\u00e1til e saborosa. \u201cTamb\u00e9m \u00e9 importante o diab\u00e9tico entender que os doces est\u00e3o dentro do contexto dos 50% tolerados para os carboidratos de uma dieta e que ele dever\u00e1 reduzir as outras formas de carboidrato para comer doces\u201d, avisa a endocrinologista.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, quando o diab\u00e9tico insulino dependente come um doce, ele deve corrigir sua dose de insulina ou deve reduzir as outras fontes de carboidrato da mesma refei\u00e7\u00e3o.\u00a0 \u201cNo caso dos diab\u00e9ticos n\u00e3o insulino dependentes, \u00e9 muito importante lembrar que a obesidade relacionada a essa forma de diabetes \u00e9 um dos fatores que nos levam a orientar a retirada dos doces de suas dietas, como far\u00edamos se eles n\u00e3o fossem diab\u00e9ticos. O\u00a0 consumo freq\u00fcente de doces pode ainda agravar a excessiva produ\u00e7\u00e3o de insulina desses pacientes, com piora de seus par\u00e2metros metab\u00f3licos e aumento da obesidade\u201d, explica Ellen Paiva.<\/p>\n<p><strong><em>O poder das fibras<\/em><\/strong><\/p>\n<p>As recomenda\u00e7\u00f5es da ingest\u00e3o m\u00ednima de 25g de fibras diariamente para o diab\u00e9tico se justificam pelo papel que elas desempenham no metabolismo da glicose e do colesterol. \u201cAssim, sempre que poss\u00edvel, o diab\u00e9tico deve optar pelo carboidrato em sua forma integral, incluindo a\u00ed o arroz, o macarr\u00e3o e os p\u00e3es, al\u00e9m, \u00e9 claro, das fibras encontradas nas frutas, verduras e legumes. No caso dos alimentos integrais, a absor\u00e7\u00e3o mais lenta da glicose, proporciona oscila\u00e7\u00f5es menores na glicemia ap\u00f3s as refei\u00e7\u00f5es, al\u00e9m de induzirem a um per\u00edodo de saciedade maior entre elas\u201d, conclui Ellen Paiva.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cO homem \u00e9 sempre sua pr\u00f3pria doen\u00e7a. O que sofre da doen\u00e7a doce, quando a urina \u00e9 sacarina, quase sempre \u00e9 um temperamento auto-indulgente, que tem origem numa recusa ego\u00edstica de cuidar dos outros, a n\u00e3o ser dele pr\u00f3prio. 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