{"id":67323,"date":"2015-03-05T17:00:48","date_gmt":"2015-03-05T20:00:48","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=67323"},"modified":"2015-03-05T17:00:48","modified_gmt":"2015-03-05T20:00:48","slug":"confianca-do-comercio-cai-146-em-fevereiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2015\/confianca-do-comercio-cai-146-em-fevereiro\/67323","title":{"rendered":"Confian\u00e7a do com\u00e9rcio cai 14,6% em fevereiro"},"content":{"rendered":"<p> O <strong><em>\u00cdndice de Confian\u00e7a do Empres\u00e1rio do Com\u00e9rcio<\/em><\/strong> (Icec) recuou 14,6% em fevereiro deste ano, na compara\u00e7\u00e3o com fevereiro do ano passado. O indicador alcan\u00e7ou 100,6 pontos e ficou perto do campo negativo: menos de 100 pontos. <\/p>\n<p>Pela metodologia da pesquisa da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Com\u00e9rcio de Bens, Servi\u00e7os e Turismo (CNC), se o \u00edndice registrar acima de 100 pontos, significa que h\u00e1 mais empres\u00e1rios com percep\u00e7\u00f5es positivas do que negativas da economia. Menos de 100 significa o contr\u00e1rio, ou seja, que a maioria dos empres\u00e1rios tem percep\u00e7\u00e3o negativa da conjuntura econ\u00f4mica.<\/p>\n<p>Segundo os dados divulgados, oito dos nove sub\u00edndices que medem as expectativas dos empres\u00e1rios chegaram ao menor patamar na s\u00e9rie hist\u00f3rica, iniciada em mar\u00e7o de 2011.<\/p>\n<p>Os dados apontam como principal respons\u00e1vel pela queda anual da confian\u00e7a a avalia\u00e7\u00e3o do empres\u00e1rios com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s condi\u00e7\u00f5es correntes da economia. Em fevereiro, quatro em cada cinco empres\u00e1rios do setor (79,8%) consideram que a economia piorou.<\/p>\n<p>A pesquisa revela um empresariado mais cauteloso e menos propenso a investir. Para 47,1% dos entrevistados, o realinhamento das atividades do setor ao menor ritmo de crescimento das vendas justifica a contra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Para o economista da CNC Fabio Bentes, uma conjuntura de fatores leva ao aumento do pessimismo no setor. \u201cA menor expectativa em rela\u00e7\u00e3o ao crescimento real da receita do setor, a eleva\u00e7\u00e3o dos gastos a partir dos reajustes de tarifas p\u00fablicas e o encarecimento do cr\u00e9dito dever\u00e3o levar os empres\u00e1rios a a\u00e7\u00f5es mais cautelosas ao longo do ano.\u201d<\/p>\n<p>A desacelera\u00e7\u00e3o do mercado de trabalho, o encarecimento do cr\u00e9dito e a infla\u00e7\u00e3o levaram a CNC a revisar as previs\u00f5es do crescimento do volume de vendas do setor de 2,4% para 1,7% ao final de 2015. De acordo com a CNC, a se confirmar essa proje\u00e7\u00e3o, esse ser\u00e1 \u201co pior resultado dos \u00faltimos 12 anos\u201d, uma vez que em 2003 o volume de vendas no varejo caiu 3,7%.<\/p>\n<p>O \u00cdndice de Confian\u00e7a do Empres\u00e1rio do Com\u00e9rcio \u00e9 apurado exclusivamente entre os tomadores de decis\u00e3o das empresas do varejo. O objetivo \u00e9 detectar as tend\u00eancias das a\u00e7\u00f5es empres\u00e1rias do setor do ponto de vista do empres\u00e1rio. A amostra \u00e9 composta por aproximadamente 6 mil empresas situadas em todas as capitais do pa\u00eds. Os \u00edndices, apurados mensalmente, apresentam dispers\u00f5es que variam de 0 a 200 pontos.<\/p>\n<p>Nielmar de Oliveira &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Jos\u00e9 Romildo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O \u00cdndice de Confian\u00e7a do Empres\u00e1rio do Com\u00e9rcio (Icec) recuou 14,6% em fevereiro deste ano, na compara\u00e7\u00e3o com fevereiro do ano passado. O indicador alcan\u00e7ou 100,6 pontos e ficou perto do campo negativo: menos de 100 pontos. 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