{"id":67051,"date":"2015-02-27T21:31:17","date_gmt":"2015-02-28T00:31:17","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=67051"},"modified":"2015-02-27T21:31:17","modified_gmt":"2015-02-28T00:31:17","slug":"brasil-tem-o-menor-saldo-na-geracao-de-emprego-para-janeiro-em-seis-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2015\/brasil-tem-o-menor-saldo-na-geracao-de-emprego-para-janeiro-em-seis-anos\/67051","title":{"rendered":"Brasil tem o menor saldo na gera\u00e7\u00e3o de emprego para janeiro em seis anos"},"content":{"rendered":"<p> O n\u00famero de trabalhadores admitidos em janeiro foi menor do que o de demitidos, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e <strong><em>Desempregados<\/em><\/strong> (Caged), do Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego (MTE). Ao todo, foram registradas, no primeiro m\u00eas do ano, 1.600.94 admiss\u00f5es contra 1.681.868 desligamentos.<\/p>\n<p>O saldo negativo \u2013 de 81.774 postos de trabalho \u2013 foi o menor resultado desde 2009, quando o pa\u00eds iniciou o ano com d\u00e9ficit de 101,7 mil postos formais de trabalho.<\/p>\n<p>Para o ministro do Trabalho, Manoel Dias, o dado negativo deve-se a fatores sazonais. \u201cOs setores que tradicionalmente fazem demiss\u00f5es nesse per\u00edodo, por quest\u00f5es como o fim do per\u00edodo de f\u00e9rias, foram os que mais perderam vagas\u201d, disse Dias, em em nota divulgada pelo minist\u00e9rio.<\/p>\n<p>De acordo com dados do Caged, o com\u00e9rcio varejista teve redu\u00e7\u00e3o de 97.887 postos de trabalho (queda de 1,25%) na compara\u00e7\u00e3o com o levantamento de janeiro do ano passado. J\u00e1 o com\u00e9rcio atacadista ficou est\u00e1vel, com saldo de 87 postos de trabalho.<\/p>\n<p>Na \u00e1rea de servi\u00e7os, houve perdas no setor de alimenta\u00e7\u00e3o (bares, hot\u00e9is e restaurantes) e no de hospedagem. No geral, o setor de servi\u00e7os teve queda na cria\u00e7\u00e3o de empregos formais de 7.141 postos, redu\u00e7\u00e3o de 0,04% no n\u00famero de admiss\u00f5es.<\/p>\n<p>O setor da ind\u00fastria de transforma\u00e7\u00e3o, que apresentava resultados negativos h\u00e1 oito meses, em janeiro, voltou a contratar, encerrando o per\u00edodo com mais 27.417 postos de trabalho. Entre os destaques est\u00e3o o setor cal\u00e7adista, com 7.554 novos empregos; o de mec\u00e2nica, com 3.968; o t\u00eaxtil, com 3.451; e o de borracha, com 3.292 empregos.<\/p>\n<p>Os dados do Caged mostram que a agricultura teve resultado positivo, com saldo de 9.428 postos de trabalho. \u201cO desempenho tamb\u00e9m foi melhor que o registrado em 2014 e 2013\u201d, informou nota do Minist\u00e9rio do Trabalho.<\/p>\n<p>As regi\u00f5es Sudeste (-69.911 postos), Nordeste (-32.011 postos) e Norte (- 10.748 postos) tiveram mais demiss\u00f5es do que admiss\u00f5es em janeiro. J\u00e1 as regi\u00f5es Sul (+29.688 postos) e Cento-Oeste (+1.208 postos) contrataram mais trabalhadores com carteira assinada do que demitiram.<\/p>\n<p>Ivan Richard &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Jos\u00e9 Romildo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O n\u00famero de trabalhadores admitidos em janeiro foi menor do que o de demitidos, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Minist\u00e9rio do Trabalho e Emprego (MTE). Ao todo, foram registradas, no primeiro m\u00eas do ano, 1.600.94 admiss\u00f5es contra 1.681.868 desligamentos. 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