{"id":66158,"date":"2015-02-09T14:50:30","date_gmt":"2015-02-09T16:50:30","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=66158"},"modified":"2015-02-09T14:50:30","modified_gmt":"2015-02-09T16:50:30","slug":"ipc-s-atinge-alta-de-163-na-primeira-previa-de-fevereiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2015\/ipc-s-atinge-alta-de-163-na-primeira-previa-de-fevereiro\/66158","title":{"rendered":"IPC-S atinge alta de 1,63% na primeira pr\u00e9via de fevereiro"},"content":{"rendered":"<p> O <strong><em>\u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor Semanal<\/em><\/strong> (IPC-S) teve alta de 1,63% na primeira pr\u00e9via de fevereiro, 0,10 ponto percentual menor do que o registrado na \u00faltima apura\u00e7\u00e3o (1,73%). O levantamento, feito pelo Instituto Brasileiro de Economia da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (Ibre-FGV), mostra a varia\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os encontrada entre os \u00faltimos dias 8 de janeiro e 7 de fevereiro, comparada ao per\u00edodo de 8 de dezembro a 7 de janeiro.<\/p>\n<p>Cinco dos oito grupos pesquisados tiveram decr\u00e9scimos, com destaque para habita\u00e7\u00e3o que apresentou alta de 1,69%, taxa abaixo da medi\u00e7\u00e3o anterior (2,01%). O resultado foi influenciado, principalmente, pela tarifa de eletricidade residencial, com aumento de 7,12% em rela\u00e7\u00e3o a 9,41%. Em alimenta\u00e7\u00e3o, a taxa passou de 1,64% para 1,44%, com redu\u00e7\u00e3o no ritmo de corre\u00e7\u00f5es das hortali\u00e7as e legumes (de 13,32% para 10,36%).<\/p>\n<p>No grupo educa\u00e7\u00e3o, leitura e recrea\u00e7\u00e3o houve eleva\u00e7\u00e3o de 3,51% em rela\u00e7\u00e3o a 4,15%, com os cursos formais em alta de 7,13% em compara\u00e7\u00e3o a 9,19%. Em comunica\u00e7\u00e3o, a m\u00e9dia dos pre\u00e7os ficou em 0,43%, comparada a 0,52%: o principal motivo para a redu\u00e7\u00e3o na velocidade de reajuste foram os pacotes de telefonia fixa e internet (de 1,20% para 0,75%). Em despesas pessoais, o \u00edndice passou de 1,96 para 1,92% sob o efeito do cart\u00e3o de telefone (de 0,78% para 0,33%).<\/p>\n<p>Em transportes ocorreu um avan\u00e7o (de 2,39% para 2,82%), puxado pela gasolina (de -0,40% para 0,92%) e, em vestu\u00e1rio, diminuiu a intensidade de queda nos pre\u00e7os (de -0,44% para -0,31%), com as roupas custando em m\u00e9dia 0,65% menos em compara\u00e7\u00e3o a um recuo de 0,79%.<\/p>\n<p>No grupo sa\u00fade e cuidados pessoais, a varia\u00e7\u00e3o manteve-se igual \u00e0 da pesquisa passada em 0,30%, apesar da ligeira eleva\u00e7\u00e3o constatada nos hospitais e laborat\u00f3rios (de 2,60% para 3,05%) . Esse aumento foi de certa forma compensado pela queda de pre\u00e7os dos protetores para a pele (de -1,31% para -1,60%).<\/p>\n<p>Os cinco itens que mais pressionaram o IPC-S foram: tarifa de \u00f4nibus urbano (9,07%); tarifa de eletricidade residencial (7,12%); curso de ensino superior (6,54%); refei\u00e7\u00f5es em bares e restaurantes (1,13%) e autom\u00f3vel novo (2,1%). Em sentido oposto, os que ajudaram a reduzir a intensidade de alta foram: passagem a\u00e9rea (-9,26%); perfume (-1,54%); tarifa de t\u00e1xi (-3,15%); leite tipo longa vida (-2,01%) e blusa feminina (-2,03%).<\/p>\n<p>Marli Moreira &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Jos\u00e9 Romildo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Consumidor Semanal (IPC-S) teve alta de 1,63% na primeira pr\u00e9via de fevereiro, 0,10 ponto percentual menor do que o registrado na \u00faltima apura\u00e7\u00e3o (1,73%). 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