{"id":65724,"date":"2015-01-30T16:04:12","date_gmt":"2015-01-30T18:04:12","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=65724"},"modified":"2015-01-30T16:04:12","modified_gmt":"2015-01-30T18:04:12","slug":"menor-atividade-economica-e-queda-de-arrecadacao-geram-deficit-no-setor-publico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2015\/menor-atividade-economica-e-queda-de-arrecadacao-geram-deficit-no-setor-publico\/65724","title":{"rendered":"Menor atividade econ\u00f4mica e queda de arrecada\u00e7\u00e3o geram d\u00e9ficit no setor p\u00fablico"},"content":{"rendered":"<p> O chefe adjunto do Departamento Econ\u00f4mico do Banco Central (BC), Fernando Rocha, disse que a menor atividade econ\u00f4mica e a consequente queda na arrecada\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria contribu\u00edram para que o setor p\u00fablico consolidado \u2013 governos federal, municipais e empresas estatais \u2013 fechasse 2014 com <strong><em>d\u00e9ficit<\/em><\/strong> de R$ 32,536 bilh\u00f5es, primeiro resultado negativo desde dezembro de 2001, quando come\u00e7ou a s\u00e9rie hist\u00f3rica do BC.<\/p>\n<p>Rocha informou que as desonera\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m prejudicaram a arrecada\u00e7\u00e3o e influenciaram o resultado. \u201cEm 2013, tivemos varia\u00e7\u00e3o de 2,5% do PIB [Produto Interno Bruto, soma dos bens e riquezas de um pa\u00eds]. Em 2014, n\u00e3o sabemos ainda, mas o resultado ser\u00e1 significativamente inferior. Isto implica menor arrecada\u00e7\u00e3o de impostos. Outro fator s\u00e3o as desonera\u00e7\u00f5es, que a Receita Federal estima em pouco mais de R$ 100 bilh\u00f5es. Por fim, o crescimento das despesas em investimentos\u201d, acrescentou.<\/p>\n<p> Para Fernando Rocha, a alta do endividamento do setor p\u00fablico continuar\u00e1 em 2015. Segundo ele, a interrup\u00e7\u00e3o da trajet\u00f3ria de crescimento da d\u00edvida e a retomada da redu\u00e7\u00e3o ocorrer\u00e3o por meio da eleva\u00e7\u00e3o no super\u00e1vit prim\u00e1rio, que \u00e9 a economia para pagar juros da d\u00edvida.<\/p>\n<p>\u201cOs pronunciamentos do Minist\u00e9rio da Fazenda e da equipe econ\u00f4mica revelam que esse redirecionamento de pol\u00edticas visa a reduzir o crescimento do endividamento e retornar \u00e0 trajet\u00f3ria de queda. Isso \u00e9 feito por meio de aumentos graduais da meta de super\u00e1vit prim\u00e1rio, como foi anunciado\u201d, disse Rocha.<\/p>\n<p>Ele lembrou que vari\u00e1veis como o c\u00e2mbio, aumento dos juros e a infla\u00e7\u00e3o t\u00eam impacto sobre o endividamento p\u00fablico, contribuindo para sua eleva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A meta de super\u00e1vit prim\u00e1rio do setor p\u00fablico \u00e9 1,2% do PIB para 2015 e, conforme sinaliza\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio da Fazenda, deve ser de pelo menos 2% em 2016. Rocha ressaltou que, para 2015, a proje\u00e7\u00e3o do BC \u00e9 que a d\u00edvida l\u00edquida encerre o ano em 38,2% e a d\u00edvida bruta em 65,2% do PIB.<\/p>\n<p>Este m\u00eas, segundo ele, a d\u00edvida l\u00edquida deve chegar a 37,3% e a bruta a 63,6%. As proje\u00e7\u00f5es consideram a meta de super\u00e1vit prim\u00e1rio para 2015 e os indicadores mais recentes da pesquisa Focus, feita com institui\u00e7\u00f5es financeiras e divulgada semanalmente pelo Banco Central.<\/p>\n<p>Mariana Branco &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Armando Cardoso<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O chefe adjunto do Departamento Econ\u00f4mico do Banco Central (BC), Fernando Rocha, disse que a menor atividade econ\u00f4mica e a consequente queda na arrecada\u00e7\u00e3o tribut\u00e1ria contribu\u00edram para que o setor p\u00fablico consolidado \u2013 governos federal, municipais e empresas estatais \u2013 fechasse 2014 com d\u00e9ficit de R$ 32,536 bilh\u00f5es, primeiro resultado negativo desde dezembro de 2001, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":57585,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_genesis_hide_title":false,"_genesis_hide_breadcrumbs":false,"_genesis_hide_singular_image":false,"_genesis_hide_footer_widgets":false,"_genesis_custom_body_class":"","_genesis_custom_post_class":"","_genesis_layout":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[22,7],"tags":[],"class_list":{"0":"post-65724","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-brasil","8":"category-economia","9":"entry","10":"gs-1","11":"gs-odd","12":"gs-even","13":"gs-featured-content-entry"},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/imagens\/analise-economia.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65724","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=65724"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/65724\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/57585"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=65724"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=65724"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=65724"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}