{"id":60538,"date":"2014-09-29T13:27:36","date_gmt":"2014-09-29T16:27:36","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=60538"},"modified":"2014-09-29T13:27:36","modified_gmt":"2014-09-29T16:27:36","slug":"bc-projeta-aumento-no-preco-da-energia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2014\/bc-projeta-aumento-no-preco-da-energia\/60538","title":{"rendered":"BC projeta aumento no pre\u00e7o da energia"},"content":{"rendered":"<p> O Banco Central projeta redu\u00e7\u00e3o de 6,3% nos pre\u00e7os das tarifas de telefonia fixa e <strong><em>aumento de 16,8% nas de eletricidade<\/em><\/strong>, este ano. A informa\u00e7\u00e3o consta do Relat\u00f3rio de Infla\u00e7\u00e3o. Para o conjunto dos pre\u00e7os, a estimativa \u00e9 5%, mesmo valor considerado no relat\u00f3rio divulgado em junho. Essa proje\u00e7\u00e3o inclui varia\u00e7\u00f5es ocorridas, at\u00e9 agosto, nos pre\u00e7os da gasolina (0,2%) e do botij\u00e3o de g\u00e1s (0,3%), al\u00e9m das proje\u00e7\u00f5es para telefonia fixa e eletricidade.<\/p>\n<p>Em 2015, o reajuste dos pre\u00e7os administrados deve chegar a 6%, mesma proje\u00e7\u00e3o anterior. Em 2016, a estimativa \u00e9 4,9%, ante 4,5% previstos em junho.<\/p>\n<p>Kelly Oliveira \u2013 Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Talita Cavalcante<\/p>\n<p>&#8212;<br \/>\n O consumo nacional de energia el\u00e9trica manteve-se relativamente est\u00e1vel em agosto deste ano, na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo do ano passado, com uma varia\u00e7\u00e3o negativa de 0,1%. No total, foram consumidos 38,6 mil gigawatts-hora (GWh) em agosto, segundo dados divulgados pela Empresa de Pesquisa Energ\u00e9tica (EPE), do Minist\u00e9rio de Minas e Energia.<\/p>\n<p>Entre as regi\u00f5es do pa\u00eds, o Sudeste foi a \u00fanica que apresentou queda (-2,6%). O Norte teve o maior aumento no consumo (7,3%), seguido pelo Centro-Oeste (5,4%), Sul (1,6%) e Nordeste (0,6%).<\/p>\n<p> O setor comercial teve uma alta de 6% no consumo, puxada principalmente pelos crescimentos de 7,3% no Centro-Oeste, 6,9% no Nordeste e 6,8% no Norte. No Sul e Sudeste, ocorreram altas de 4,5% e 5,9%, respectivamente.<\/p>\n<p>O setor residencial tamb\u00e9m teve avan\u00e7o, ainda que mais moderado, de 2,4%. De acordo com a EPE, o menor crescimento no consumo residencial pode estar vinculado a uma aquisi\u00e7\u00e3o menor de bens dur\u00e1veis, como os eletrodom\u00e9sticos, por parte das fam\u00edlias.<\/p>\n<p>A ind\u00fastria teve uma queda de 5,1% no consumo, em agosto. Apesar do resultado negativo, essa \u00e9 uma taxa de redu\u00e7\u00e3o inferior \u00e0 observada em julho (-6,9%). Os setores com menor consumo s\u00e3o o metal\u00fargico, o qu\u00edmico e o automobil\u00edstico. O consumo de energia el\u00e9trica acumula crescimentos de 2,8% no ano e 3,1% em 12 meses, de acordo com o levantamento da EPE.<\/p>\n<p>Vitor Abdala &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Marcos Chagas<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Banco Central projeta redu\u00e7\u00e3o de 6,3% nos pre\u00e7os das tarifas de telefonia fixa e aumento de 16,8% nas de eletricidade, este ano. A informa\u00e7\u00e3o consta do Relat\u00f3rio de Infla\u00e7\u00e3o. Para o conjunto dos pre\u00e7os, a estimativa \u00e9 5%, mesmo valor considerado no relat\u00f3rio divulgado em junho. 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