{"id":53155,"date":"2014-03-19T12:17:50","date_gmt":"2014-03-19T15:17:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=53155"},"modified":"2014-03-19T19:21:25","modified_gmt":"2014-03-19T22:21:25","slug":"empresas-pretendem-investir-menos-em-2014-diz-pesquisa-da-fgv","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2014\/empresas-pretendem-investir-menos-em-2014-diz-pesquisa-da-fgv\/53155","title":{"rendered":"Empresas pretendem investir menos em 2014, diz pesquisa da FGV"},"content":{"rendered":"<p>Sondagem de investimentos do primeiro trimestre deste ano, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV) captou tend\u00eancia de<em><strong> queda nos investimentos<\/strong> <\/em>de empresas ao longo de 2014. A pesquisa envolveu 722 empresas que respondem por vendas de R$ 535 bilh\u00f5es. Ela indica que, no primeiro trimestre de 2014, 37% das empresas dizem ter investido mais e 18% ter investido menos nos \u00faltimos 12 meses em rela\u00e7\u00e3o aos investimentos feitos nos 12 meses imediatamente anteriores. No quarto trimestre de 2013, esses percentuais haviam sido de 41% e 20%, respectivamente.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o aos pr\u00f3ximos 12 meses, a queda sugerida pelos resultados passados se acentuar\u00e1, uma vez que 34% das empresas preveem investir mais e 16% programam investir menos que nos 12 meses anteriores. No quarto trimestre de 2013, estes percentuais eram de 43% e 14%, respectivamente.<\/p>\n<p>O levantamento do Ibre indica, por outro lado, que &#8211; com base no planejamento ou em decis\u00f5es de investimento aprovados pelas empresas consultadas &#8211; a taxa m\u00e9dia de expans\u00e3o da capacidade instalada projetada para o tri\u00eanio 2014-2016 ficou em 19,6%, a segunda menor da s\u00e9rie hist\u00f3rica iniciada em 2002 (19,5%, neste ano). No ano passado, a taxa de crescimento prevista para o tri\u00eanio seguinte alcan\u00e7ou 23,4% e, em 2012, 21,7%.<\/p>\n<p>No quesito em que a pesquisa do Ibre procura captar a percep\u00e7\u00e3o das empresas sobre fatores que costumam influenciar (positiva ou negativamente) os investimentos produtivos, a maior mudan\u00e7a ocorreu em rela\u00e7\u00e3o ao fator ambiente macroecon\u00f4mico interno.<\/p>\n<p>Das 722 empresas consultados, 40% disseram que este fator teria impacto negativo sobre os investimentos produtivos, enquanto 27% disseram que a influ\u00eancia seria positiva. Esta \u00e9 a primeira vez em que as avalia\u00e7\u00f5es negativas superam as positivas na s\u00e9rie hist\u00f3rica deste fator, iniciada em 2011.<\/p>\n<p>Quanto ao n\u00edvel da demanda interna, as proje\u00e7\u00f5es para 2014 s\u00e3o tamb\u00e9m piores que as realizadas no ano passado: 47% das empresas projetam que o n\u00edvel de demanda interna exercer\u00e1 influ\u00eancia positiva sobre os investimentos produtivos, redu\u00e7\u00e3o de 20 pontos percentuais em rela\u00e7\u00e3o ao resultado previsto para o ano passado, enquanto, 25% projetam aumento de 12 pontos percentuais em rela\u00e7\u00e3o a 2013.<\/p>\n<p>Nielmar de Oliveira &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Jos\u00e9 Romildo<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sondagem de investimentos do primeiro trimestre deste ano, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Funda\u00e7\u00e3o Getulio Vargas (FGV) captou tend\u00eancia de queda nos investimentos de empresas ao longo de 2014. 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