{"id":47227,"date":"2013-09-11T13:40:26","date_gmt":"2013-09-11T16:40:26","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=47227"},"modified":"2013-09-11T13:40:26","modified_gmt":"2013-09-11T16:40:26","slug":"mulheres-agricultoras-podem-ser-seguradas-especiais-do-inss","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2013\/mulheres-agricultoras-podem-ser-seguradas-especiais-do-inss\/47227","title":{"rendered":"Mulheres agricultoras podem ser seguradas especiais do INSS"},"content":{"rendered":"<p>Bras\u00edlia &#8211; As mulheres agricultoras podem ter garantida a condi\u00e7\u00e3o de seguradas especiais do Instituto Nacional do Seguro Social (<em><strong>INSS<\/strong><\/em>), mesmo se o marido ou os filhos de at\u00e9 16 anos optarem por outro tipo de trabalho. O projeto de lei que assegura o benef\u00edcio foi aprovado definitivamente no Senado e segue agora para a C\u00e2mara.<\/p>\n<p>A senadora L\u00facia V\u00e2nia (PSDB-GO), relatora da mat\u00e9ria, disse que, por lei, a desvincula\u00e7\u00e3o de um dos c\u00f4njuges da condi\u00e7\u00e3o de segurado especial, por n\u00e3o exercer mais atividade rural, n\u00e3o pode eliminar os direitos do outro c\u00f4njuge ou companheiro. \u201cMas infelizmente n\u00e3o \u00e9 esta a interpreta\u00e7\u00e3o adotada pelo INSS\u201d, disse.<\/p>\n<p>A Constitui\u00e7\u00e3o Federal define que o indiv\u00edduo, e n\u00e3o o n\u00facleo familiar, tem o direito de contribuir para a seguridade social, como segurado especial, mediante pagamento de al\u00edquota sobre o resultado da comercializa\u00e7\u00e3o de sua produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>L\u00facia V\u00e2nia ainda lembrou que, na legisla\u00e7\u00e3o previdenci\u00e1ria, n\u00e3o existe uma norma que determine que todos os membros da fam\u00edlia devam trabalhar na atividade rural para fins de reconhecimento da sua condi\u00e7\u00e3o de segurado especial. \u201cNem sempre todos os membros de uma fam\u00edlia escolhem a profiss\u00e3o de agricultor\u201d, completou. Para a relatora, al\u00e9m de refor\u00e7ar e esclarecer o direito das agricultoras, o projeto contorna a \u201cainda grande\u201d discrimina\u00e7\u00e3o com o trabalho rural da mulher.<\/p>\n<p>\u201cEssa discrimina\u00e7\u00e3o se revela ainda maior quando se trata de lhe conceder qualquer benef\u00edcio previdenci\u00e1rio, mormente nos casos em que seu marido ou companheiro exerce outra atividade remunerada. S\u00e3o, sem d\u00favida alguma, resqu\u00edcios evidentes de um velho preconceito de que a mulher \u00e9 uma mera coadjuvante ao desempenhar uma atividade secund\u00e1ria no n\u00facleo familiar\u201d, concluiu.<\/p>\n<p>Carolina Gon\u00e7alves<br \/>\nRep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Talita Cavalcante<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Bras\u00edlia &#8211; As mulheres agricultoras podem ter garantida a condi\u00e7\u00e3o de seguradas especiais do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), mesmo se o marido ou os filhos de at\u00e9 16 anos optarem por outro tipo de trabalho. 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