{"id":4236,"date":"2009-06-30T14:27:59","date_gmt":"2009-06-30T18:27:59","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=4236"},"modified":"2009-07-04T07:26:11","modified_gmt":"2009-07-04T11:26:11","slug":"colicas-muitas-vezes-desvalorizadas-pelos-medicos-e-causa-da-endometriose","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2009\/colicas-muitas-vezes-desvalorizadas-pelos-medicos-e-causa-da-endometriose\/4236","title":{"rendered":"C\u00f3licas, muitas vezes desvalorizadas pelos m\u00e9dicos, \u00e9 sintoma da Endometriose"},"content":{"rendered":"<p style=\"margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; line-height: 19px;\"><span><span style=\"color: #000000;\">Queixas de c\u00f3licas s\u00e3o relativamente comuns nos consult\u00f3rios ginecol\u00f3gicos e facilmente resolvidas, na maioria das vezes, com a indica\u00e7\u00e3o de anti-espasm\u00f3dicos e anti-inflamat\u00f3rios. Entretanto, de acordo com Eduardo Schor, ginecologista e coordenador do<strong>Ambulat\u00f3rio de Endometriose e Dor P\u00e9lvica da UNIFESP<\/strong>, os profissionais n\u00e3o d\u00e3o a devida import\u00e2ncia \u00e0s c\u00f3licas progressivas das mulheres, levando, geralmente, ao\u00a0<strong>diagn\u00f3stico tardio<\/strong> <strong>da endometriose, um problema que afeta 10% a 15% das brasileiras <\/strong>\u2013 cerca de seis milh\u00f5es de mulheres. \u201cAlguns trabalhos mostram que os primeiros sintomas ocorrem entre os 16 e 20 anos de idade, mas\u00a0<strong>o diagn\u00f3stico somente \u00e9 fechado oito ou dez anos depois<\/strong>\u201d, afirma. \u201cNesses casos, apenas 40% delas obt\u00eam sucesso com o tratamento cl\u00ednico, al\u00e9m de dificultar uma gravidez natural ou, at\u00e9 mesmo, levar a infertilidade. Os outros 60% restantes acabam necessitando de cirurgia que, geralmente, s\u00e3o mutiladoras e a mulher pode perder ov\u00e1rios, parte do intestino ou trompas\u201d.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"line-height: 19px; margin: 0px;\"><span style=\"font-size: 11pt; line-height: 22px; font-family: Arial;\"><span style=\"color: #000000;\">A endometriose \u00e9 uma doen\u00e7a caracterizada pela presen\u00e7a do endom\u00e9trio \u2013 tecido que reveste o interior do \u00fatero \u2013 fora da cavidade uterina. Esse tecido pode se alojar em outras partes do \u00fatero ou em outros \u00f3rg\u00e3os da pelve como trompas, ov\u00e1rios, intestinos, bexiga.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; line-height: 19px;\"><span style=\"font-size: 11pt; line-height: 22px; font-family: Arial;\"><span style=\"color: #000000;\">Schor explica que, quando a doen\u00e7a \u00e9 diagnosticada precocemente, em cerca de 90% dos casos \u00e9 poss\u00edvel tratar clinicamente, suspendendo a menstrua\u00e7\u00e3o com o uso cont\u00ednuo de p\u00edlulas anticoncepcionais, dispositivos intra-uterinos (DIU) com horm\u00f4nios ou inje\u00e7\u00f5es. \u201cNa fase inicial, uma gravidez tamb\u00e9m pode funcionar como tratamento, mas como as mulheres est\u00e3o engravidando cada vez mais tarde por conta do seu papel no mercado de trabalho, a incid\u00eancia e a agressividade da doen\u00e7a s\u00f3 vem aumentando\u201d, diz. \u201cPor isso que a endometriose \u00e9 chamada de Doen\u00e7a da Mulher Moderna\u201d.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; line-height: 19px;\"><span style=\"font-size: 11pt; line-height: 22px; font-family: Arial;\"><span style=\"color: #000000;\"> <\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; line-height: 19px;\"><span style=\"font-size: 11pt; line-height: 22px; font-family: Arial;\"><span style=\"color: #000000;\">Para Schor, que h\u00e1 alguns anos uniu o trabalho da UNIFESP de preven\u00e7\u00e3o e detec\u00e7\u00e3o precoce com o da Sociedade Brasileira de Endometriose, \u00e9 preciso chamar a aten\u00e7\u00e3o n\u00e3o apenas dos m\u00e9dicos, mas tamb\u00e9m das mulheres mais jovens sobre o problema:\u00a0<strong>C\u00d3LICAS MENSTRUAIS FORTES N\u00c3O S\u00c3O NORMAIS<\/strong>.<span> <\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; line-height: 19px;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><span style=\"color: #000000; font-size: small;\"> <\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; line-height: 19px;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"color: #000000;\">Qualidade de vida e sexual prejudicadas<\/span><\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; line-height: 19px;\"><span style=\"font-size: 11pt; line-height: 22px; font-family: Arial;\"><span style=\"color: #000000;\">Al\u00e9m das dores que, em alguns casos pode at\u00e9 provocar altera\u00e7\u00f5es posturais, a qualidade de vida e a satisfa\u00e7\u00e3o sexual s\u00e3o muito prejudicadas. Uma pesquisa apresentada como disserta\u00e7\u00e3o de mestrado na UNIFESP pela ginecologista Tatiana Maria Tr\u00edpoli, com 200 mulheres com e sem endometriose, aponta que\u00a0<strong>16% das que sofrem de endometriose classificam sua qualidade de vida como ruim ou muito ruim<\/strong> contra nenhum apontamento entre as mulheres sem a doen\u00e7a.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; line-height: 19px;\"><span style=\"font-size: 11pt; line-height: 22px; font-family: Arial;\"><span style=\"color: #000000;\"> <\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; line-height: 19px;\"><span style=\"font-size: 11pt; line-height: 22px; font-family: Arial;\"><span style=\"color: #000000;\">Atingir um orgasmo tamb\u00e9m parece uma tarefa imposs\u00edvel para 24% delas, contra apenas 6% entre as mulheres sadias.<span> <\/span>Veja, abaixo, um resumo dos resultados da pesquisa que comparou as mulheres com endometriose e sem endometriose (grupo controle):<\/span><\/span><\/p>\n<ul style=\"margin-top: 0cm;\" type=\"disc\">\n<li style=\"margin-left: 0cm; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; line-height: 19px;\"><span style=\"font-size: 11pt; line-height: 22px; font-family: Arial;\"><span style=\"color: #000000;\">22% das mulheres com endometriose sempre t\u00eam desinteresse por sexo contra 4% das mulheres sadias;<\/span><\/span><\/li>\n<li style=\"margin-left: 0cm; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; line-height: 19px;\"><span style=\"font-size: 11pt; line-height: 22px; font-family: Arial;\"><span style=\"color: #000000;\">36% delas tamb\u00e9m ficam mais tensas e ansiosas quando o parceiro quer fazer sexo e 30% tem menos que duas rela\u00e7\u00f5es sexuais por semana contra 10% e 12%, respectivamente, entre aquelas que n\u00e3o apresentam a doen\u00e7a;<\/span><\/span><\/li>\n<li style=\"margin-left: 0cm; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; line-height: 19px;\"><span style=\"font-size: 11pt; line-height: 22px; font-family: Arial;\"><span style=\"color: #000000;\">33% das com endometriose acham que a dor f\u00edsica as impedem extremamente de fazer o que precisam e, 45%, necessitam muito do tratamento m\u00e9dico para conseguirem fazer as atividades di\u00e1rias contra apenas 10% e 12%, respectivamente, no grupo controle;<\/span><\/span><\/li>\n<li style=\"margin-left: 0cm; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; line-height: 19px;\"><span style=\"font-size: 11pt; line-height: 22px; font-family: Arial;\"><span style=\"color: #000000;\">25% dessas mulheres afirmam n\u00e3o terem \u2013 ou terem muito pouca \u2013 energia para o dia a dia e 30% est\u00e3o insatisfeitas com a capacidade de trabalhar contra 10% e 8%, respectivamente, entre as sadias;<\/span><\/span><\/li>\n<li style=\"margin-left: 0cm; margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; line-height: 19px;\"><span style=\"font-size: 11pt; line-height: 22px; font-family: Arial;\"><span style=\"color: #000000;\">40% das que sofrem com a doen\u00e7a est\u00e3o insatisfeitas com a vida sexual e, 30%, tamb\u00e9m t\u00eam, freq\u00fcentemente, sentimentos negativos (mau-humor, desespero, ansiedade e depress\u00e3o) contra 14% e 15%, respectivamente, nas mulheres sadias.<\/span><\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; line-height: 19px;\"><span style=\"font-size: 11pt; line-height: 22px; font-family: Arial;\"><span style=\"color: #000000;\"> <\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; line-height: 19px;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"color: #000000;\">Al\u00e9m da gravidez tardia e preval\u00eancia familiar, a gen\u00e9tica tamb\u00e9m est\u00e1 envolvida<\/span><\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; line-height: 19px;\"><span style=\"font-size: 11pt; line-height: 22px; font-family: Arial;\"><span style=\"color: #000000;\">De acordo com Eduardo Schor, al\u00e9m da gravidez tardia, as mulheres que possuem casos de endometriose na fam\u00edlia (m\u00e3e e irm\u00e3s) t\u00eam sete vezes mais chances de desenvolver a doen\u00e7a. \u201cDuas pesquisas realizadas por n\u00f3s tamb\u00e9m apontam que muta\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas est\u00e3o envolvidas no processo. Duas dessas muta\u00e7\u00f5es j\u00e1 foram identificadas, sendo que, uma delas, o chamado P27, foi descoberto por n\u00f3s\u201d, afirma.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; line-height: 19px;\"><span style=\"font-size: 11pt; line-height: 22px; font-family: Arial;\"><span style=\"color: #000000;\"> <\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; line-height: 19px;\"><span style=\"font-size: 11pt; line-height: 22px; font-family: Arial;\"><span style=\"color: #000000;\">O ginecologista explica que a presen\u00e7a tanto o P27, quanto o Progins, que \u00e9 a outra muta\u00e7\u00e3o descrita, aumentam duas vezes mais as chances de as mulheres terem a doen\u00e7a. \u201cO P27 faz com que as c\u00e9lulas fiquem mais nervosas e se proliferarem mais do que o normal. J\u00e1 o Progins provoca uma muta\u00e7\u00e3o no gene que codifica o receptor de progesterona\u201d, diz. \u201cA an\u00e1lise\u00a0<em>in vitro<\/em> de c\u00e9lulas de 104 mulheres com a doen\u00e7a mostrou que a muta\u00e7\u00e3o P27 estava presente em 35% do grupo. Nas 109 mulheres sadias avaliadas, essa presen\u00e7a foi detectada em apenas 22% delas\u201d.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; line-height: 19px;\"><span style=\"font-size: 11pt; line-height: 22px; font-family: Arial;\"><span style=\"color: #000000;\"> <\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; line-height: 19px;\"><span style=\"font-size: 11pt; line-height: 22px; font-family: Arial;\"><span style=\"color: #000000;\">A outra pesquisa realizada na UNIFESP e citada por Schor confirmou a presen\u00e7a marcante do Progins nas c\u00e9lulas de 29% das 121 mulheres com endometriose e indica\u00e7\u00e3o cir\u00fargica avaliadas contra 21% das mulheres com exames ginecol\u00f3gicos e de imagem considerados normais.<span> <\/span><\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; line-height: 19px;\"><span style=\"font-size: 11pt; line-height: 22px; font-family: Arial;\"><span style=\"color: #000000;\"> <\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; line-height: 19px;\"><span style=\"font-family: Arial;\"><strong><span style=\"font-size: small;\"><span style=\"color: #000000;\">Poluentes na linha de tiro das pesquisas<\/span><\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; line-height: 19px;\"><span style=\"font-size: 11pt; line-height: 22px; font-family: Arial;\"><span style=\"color: #000000;\">Fatores ambientais parecem favorecer ainda mais todo o contexto da endometriose, inclusive no aumento do n\u00famero de casos.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; line-height: 19px;\"><span style=\"font-size: 11pt; line-height: 22px; font-family: Arial;\"><span style=\"color: #000000;\"> <\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; line-height: 19px;\"><span style=\"font-size: 11pt; line-height: 22px; font-family: Arial;\"><span style=\"color: #000000;\">Schor e seu grupo de pesquisa est\u00e3o investigando a rela\u00e7\u00e3o da dioxina, um poluente usado na produ\u00e7\u00e3o de pl\u00e1stico e outros derivados de petr\u00f3leo. \u201cUm trabalho de inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica apresentado na UNIFESP mostrou uma forte tend\u00eancia estat\u00edstica de altera\u00e7\u00e3o celular da endometriose quando exposta a essa subst\u00e2ncia\u201d, afirma.<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; line-height: 19px;\"><span style=\"font-size: 11pt; line-height: 22px; font-family: Arial;\"><span style=\"color: #000000;\"> <\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; line-height: 19px; text-align: justify;\"><span style=\"font-size: 10pt; line-height: 19px; font-family: Arial;\"><strong><span style=\"color: #000000;\">Sobre a UNIFESP<\/span><\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"margin-top: 0cm; margin-right: 0cm; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; line-height: 19px; text-align: justify;\"><em><span style=\"font-size: 10pt; line-height: 19px; font-family: Arial;\"><span style=\"color: #000000;\">Criada em 1933 por um grupo de m\u00e9dicos reunidos em uma sociedade sem fins lucrativos, a Escola Paulista de Medicina (EPM) foi federalizada em 1956 e, em 1994, transformada em Universidade Federal de S\u00e3o Paulo (UNIFESP), primeira universidade especializada em sa\u00fade no Pa\u00eds. Atualmente, com 18 mil alunos matriculados nos cursos de gradua\u00e7\u00e3o, p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o e demais programas de p\u00f3s, a UNIFESP conta com 874 docentes, sendo que 93% possuem t\u00edtulo de doutor, um percentual que marca a qualidade de ensino oferecida por uma das universidades que mais cresce no Pa\u00eds.<\/span><\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"line-height: 19px; text-align: justify; margin: 0px;\"><em><span style=\"font-size: 10pt; line-height: 19px; font-family: Arial;\"><span style=\"color: #000000;\">A Escola, que possu\u00eda um \u00fanico pr\u00e9dio no in\u00edcio de suas atividades, inaugurou em 1940 o Hospital S\u00e3o Paulo, primeiro hospital-escola do Pa\u00eds, e atualmente o campus na capital &#8211; Campus S\u00e3o Paulo &#8211; ocupa 251 propriedades, com 138 mil m2. Em 2006, a UNIFESP iniciou o mais ambicioso processo de expans\u00e3o universit\u00e1ria do Pa\u00eds, saltando de um para cinco campi e de cinco para 25 cursos de gradua\u00e7\u00e3o. Com os novos campi na Baixada Santista, Diadema, Guarulhos e S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos, a institui\u00e7\u00e3o deixou de atuar exclusivamente no campo da sa\u00fade, inaugurando cursos nas \u00e1reas de humanas (Guarulhos) e exatas (Diadema e S\u00e3o Jos\u00e9 dos Campos). At\u00e9 2014, a UNIFESP planeja criar mais sete cursos, fazendo com que o n\u00famero total de vagas oferecidas a cada ano no vestibular evolua das atuais 1.812 vagas para 2.598.<\/span><\/span><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Queixas de c\u00f3licas s\u00e3o relativamente comuns nos consult\u00f3rios ginecol\u00f3gicos e facilmente resolvidas, na maioria das vezes, com a indica\u00e7\u00e3o de anti-espasm\u00f3dicos e anti-inflamat\u00f3rios. 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