{"id":42269,"date":"2013-01-24T15:58:25","date_gmt":"2013-01-24T17:58:25","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=42269"},"modified":"2013-01-24T15:58:25","modified_gmt":"2013-01-24T17:58:25","slug":"suplementacao-com-vitamina-d-para-idosos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2013\/suplementacao-com-vitamina-d-para-idosos\/42269","title":{"rendered":"Suplementa\u00e7\u00e3o com vitamina D para idosos"},"content":{"rendered":"<p>A car\u00eancia de <em><strong>vitamina D<\/strong><\/em> em grandes centros urbanos como S\u00e3o Paulo j\u00e1 atingiu \u00edndices alarmantes, especialmente entre os idosos. O alerta \u00e9 da m\u00e9dica Marise Lazaretti Castro, professora da Disciplina de Endocrinologia da Universidade Federal de S\u00e3o Paulo (Unifesp), chefe do Setor de Doen\u00e7as Osteometab\u00f3licas da Escola Paulista de Medicina e pesquisadora do tema h\u00e1 mais de\u00a015 anos.<\/p>\n<p>Nesse caso, no entanto, a alimenta\u00e7\u00e3o inadequada n\u00e3o \u00e9 a vil\u00e3, e sim a falta de exposi\u00e7\u00e3o solar. A maior parte do nutriente \u00e9 sintetizada na pele, com o est\u00edmulo dos raios ultravioleta. O processo \u00e9 prejudicado pelo uso de filtros.<\/p>\n<p>\u201cCostumam dizer que 20 minutos de exposi\u00e7\u00e3o nas primeiras horas da manh\u00e3 ou no fim da tarde s\u00e3o suficientes, mas isso n\u00e3o \u00e9 necessariamente verdade. \u00c9 dif\u00edcil voc\u00ea saber ao certo o quanto de sol \u00e9 necess\u00e1rio. Pessoas negras precisam de mais tempo do que pessoas brancas e os idosos levam pelo menos o triplo do tempo para produzir a mesma quantidade de vitamina que os jovens\u201d, afirmou Castro.<\/p>\n<p>O estilo de vida moderno, afirmou a pesquisadora, n\u00e3o favorece os banhos de sol. A fim de se adequar \u00e0 nova realidade, \u00e9 preciso suplementar.<\/p>\n<p>Para Castro, a suplementa\u00e7\u00e3o com vitamina D deveria fazer parte da rotina de acompanhamento geri\u00e1trico e ser regra entre os grupos de risco para fratura, como idosos institucionalizados, pacientes com l\u00fapus, portadores de osteoporose e mulheres na p\u00f3s-menopausa. Leia a seguir a entrevista concedida pela pesquisadora \u00e0\u00a0Ag\u00eancia FAPESP:<\/p>\n<p>Ag\u00eancia FAPESP\u00a0\u2013 Mesmo sendo o Brasil um pa\u00eds t\u00e3o ensolarado, \u00e9 poss\u00edvel que a popula\u00e7\u00e3o sofra com a falta de vitamina D?<br \/>\nMarise Lazaretti Castro\u00a0\u2013 A defici\u00eancia na popula\u00e7\u00e3o \u00e9 muito grande, principalmente entre os idosos institucionalizados. Em uma\u00a0<a href=\"http:\/\/www.bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/17048\/prevalencia-deficiencia-vitamina-d-idosos\/\" target=\"_blank\">pesquisa<\/a>\u00a0feita na cidade de S\u00e3o Paulo, mostramos que 92% dos 177 idosos institucionalizados avaliados tinham valores insuficientes de vitamina D. No caso dos 243 idosos que moravam em domic\u00edlio, o n\u00famero foi de 85%. Entre os 141 jovens que compuseram o grupo controle, a taxa foi de 40%. Quando avaliamos a propor\u00e7\u00e3o de pessoas com defici\u00eancia de vitamina D, que s\u00e3o valores ainda mais abaixo do ideal, o \u00edndice foi de 40% entre os idosos institucionalizados, 15% entre idosos em domic\u00edlio e 5% entre os jovens. Essa pesquisa foi conclu\u00edda em 2004 e estudos posteriores indicaram que, embora os n\u00fameros de defici\u00eancia entre idosos institucionalizados sejam assustadores, eles continuam n\u00e3o recebendo suplementa\u00e7\u00e3o. Provavelmente os m\u00e9dicos nem se lembram disso. Agora existem dados nacionais robustos que confirmam nossos achados sobre a preval\u00eancia da defici\u00eancia de vitamina D em outras popula\u00e7\u00f5es. A insufici\u00eancia \u00e9 encontrada desde o Recife at\u00e9 Porto Alegre.<\/p>\n<p>Ag\u00eancia FAPESP\u00a0\u2013 O que caracteriza a insufici\u00eancia e a defici\u00eancia de vitamina D e qual \u00e9 a consequ\u00eancia em cada caso?<br \/>\nCastro\u00a0\u2013 Os estudiosos mais conservadores afirmam que o ideal seria 20 nanogramas (ng) de 25-hidroxivitamina D (25OHD) \u2013 que \u00e9 o metab\u00f3lico dosado no exame \u2013 por mililitro (ml) de sangue. Nossos resultados, entretanto, est\u00e3o de acordo com a Sociedade Americana de Endocrinologia, que defende valores acima de 30 ng\/ml. Abaixo de 10 ng\/ml \u00e9 considerado defici\u00eancia. Valores entre 10 e 30 ng\/ml s\u00e3o considerados insufici\u00eancia e j\u00e1 est\u00e3o associados ao aumento do risco de fratura osteopor\u00f3tica, pois h\u00e1 eleva\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o do horm\u00f4nio da paratireoide, o PTH, que provoca a desmineraliza\u00e7\u00e3o do osso. Esse quadro \u00e9 conhecido como hiperparatireoidismo secund\u00e1rio \u00e0 insufici\u00eancia de vitamina D. J\u00e1 os casos de defici\u00eancia causam uma doen\u00e7a ainda mais grave: a osteomal\u00e1cia, que \u00e9 o amolecimento dos ossos. Tamb\u00e9m causa fraqueza muscular muito grande. Estudos recentes t\u00eam associado a defici\u00eancia de vitamina D a uma s\u00e9rie de outros problemas de sa\u00fade, como c\u00e2ncer de mama, de pr\u00f3stata, colorretal, al\u00e9m de condi\u00e7\u00f5es autoimunes, como diabetes e esclerose m\u00faltipla.<\/p>\n<p>Ag\u00eancia FAPESP\u00a0\u2013 Quais s\u00e3o as causas da hipovitaminose na popula\u00e7\u00e3o brasileira?<br \/>\nCastro\u00a0\u2013 Falta de exposi\u00e7\u00e3o solar e uso de filtro solar. Quando os m\u00e9dicos recomendam aos seus pacientes que usem protetor e evitem o sol do meio-dia, deveriam tamb\u00e9m prescrever suplementa\u00e7\u00e3o de vitamina D. Dizem que 20 minutos de exposi\u00e7\u00e3o nas primeiras horas da manh\u00e3 ou no fim da tarde s\u00e3o suficientes, mas isso n\u00e3o \u00e9 necessariamente verdade. \u00c9 dif\u00edcil voc\u00ea saber ao certo o quanto de sol \u00e9 necess\u00e1rio. Pessoas negras precisam de mais tempo do que pessoas brancas e os idosos levam pelo menos o triplo do tempo para produzir a mesma quantidade de vitamina que os jovens. Al\u00e9m disso, \u00e9 necess\u00e1ria uma dose eritematosa de raios ultravioleta para estimular a produ\u00e7\u00e3o de vitamina D, ou seja, aquela quantidade de sol que deixa a pele avermelhada. Os dados de nossas pesquisas mostram que os n\u00edveis s\u00e9ricos de vitamina D est\u00e3o muito vinculados \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o solar e h\u00e1 uma varia\u00e7\u00e3o sazonal. Os meses ap\u00f3s o ver\u00e3o, ou seja, no outono, foram aqueles em que os n\u00edveis estavam mais altos. Ap\u00f3s o inverno, foram os meses com n\u00edveis mais baixos. Nos jovens, a queda \u00e9 de quase 50%.<\/p>\n<p>Ag\u00eancia FAPESP\u00a0\u2013 A alimenta\u00e7\u00e3o influencia?<br \/>\nCastro\u00a0\u2013 \u00c9 praticamente irrelevante. Trabalhos recentes mostram que a ingest\u00e3o di\u00e1ria fica abaixo de 100 unidades de vitamina D por dia. S\u00e3o poucos os alimentos com quantidades significativas e eles n\u00e3o s\u00e3o consumidos com muita frequ\u00eancia \u2013 peixes gordos como atum, salm\u00e3o e cavala. Agora come\u00e7aram a surgir alimentos fortificados com vitamina D, como iogurte e leite. Pode ser que melhore um pouco a ingest\u00e3o, mas n\u00e3o acho que vai suprir a quantidade ideal.<\/p>\n<p>Ag\u00eancia FAPESP\u00a0\u2013 Qual seria a ingest\u00e3o di\u00e1ria ideal?<br \/>\nCastro\u00a0\u2013 Costumamos nos basear nas determina\u00e7\u00f5es das ag\u00eancias de sa\u00fade americanas. Na \u00faltima revis\u00e3o eles aumentaram para 600 unidades di\u00e1rias, mas ainda acho pouco, principalmente para os grupos de risco para fratura. Um\u00a0<a href=\"http:\/\/bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/27736\/status-vitamina-d-portadores-osteoporose\/\" target=\"_blank\">trabalho<\/a>\u00a0feito com pacientes atendidos no Ambulat\u00f3rio de Osteoporose da Disciplina de Endocrinologia da Unifesp \u2013 a maioria composta por mulheres na p\u00f3s-menopausa \u2013 mostrou que, pelo menos nesse caso, foi necess\u00e1ria uma ingest\u00e3o acima de 2 mil unidades di\u00e1rias para manter os n\u00edveis ideais. Esse trabalho tamb\u00e9m mostrou que os pacientes que praticavam atividade f\u00edsica tinham n\u00edveis maiores de vitamina D.<\/p>\n<p>Ag\u00eancia FAPESP\u00a0\u2013 Qual \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o com a atividade f\u00edsica?<br \/>\nCastro\u00a0\u2013 Ainda n\u00e3o sabemos ao certo, com certeza \u00e9 um tema que precisa ser investigado em uma pesquisa futura. Al\u00e9m de a pr\u00e1tica de atividade f\u00edsica ao ar livre estar relacionada com maior chance de exposi\u00e7\u00e3o solar, a vitamina D, por ser lipossol\u00favel, poderia ter sua meia-vida alterada nas situa\u00e7\u00f5es de maior metabolismo energ\u00e9tico.<\/p>\n<p>Ag\u00eancia FAPESP\u00a0\u2013 Quais s\u00e3o os grupos que precisam de maior aten\u00e7\u00e3o com a suplementa\u00e7\u00e3o?<br \/>\nCastro\u00a0\u2013 O trabalho sobre a varia\u00e7\u00e3o sazonal mostrou que negros tinham valores mais baixos de vitamina D do que brancos. Os homens tinham valores mais baixos do que mulheres. E quanto mais velho o volunt\u00e1rio, menor foi o valor de vitamina D. Idosos institucionalizados sem d\u00favida s\u00e3o um grupo de risco para fraturas e a suplementa\u00e7\u00e3o com vitamina D deveria fazer parte da rotina. Outro\u00a0<a href=\"http:\/\/www.bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/13601\/alteracoes-osteo-metabolicas-lupus-eritematoso\/\" target=\"_blank\">estudo<\/a>\u00a0mostrou que pacientes com l\u00fapus eritematoso sist\u00eamico \u2013 proibidos de tomar sol para n\u00e3o estimular a atividade da doen\u00e7a \u2013 tamb\u00e9m t\u00eam risco aumentado de fratura.<\/p>\n<p>Ag\u00eancia FAPESP\u00a0\u2013 A suplementa\u00e7\u00e3o deveria fazer parte do acompanhamento geri\u00e1trico para todos os idosos, na sua opini\u00e3o?<br \/>\nCastro\u00a0\u2013 Sim. Em nosso ambulat\u00f3rio prescrevemos para todos os pacientes atendidos. E percebemos com esse \u00faltimo trabalho que mil unidades ainda \u00e9 uma dose baixa. Outra\u00a0<a href=\"http:\/\/www.bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/19467\/analise-correlacoes-vitamina-d-parametros\/\" target=\"_blank\">pesquisa<\/a>do grupo mostrou que a simples suplementa\u00e7\u00e3o com vitamina D pode aumentar a for\u00e7a muscular dos idosos com defici\u00eancia de vitamina D. Foram avaliados 46 pacientes divididos aleatoriamente em dois grupos. Metade recebeu suplementa\u00e7\u00e3o e a outra, placebo. No grupo suplementado, a for\u00e7a dos m\u00fasculos flexores de quadril aumentou 16,4% em rela\u00e7\u00e3o aos n\u00edveis basais. A for\u00e7a dos m\u00fasculos extensores de joelho subiu 24,7%. Como esses s\u00e3o os m\u00fasculos respons\u00e1veis pela marcha, o ganho de for\u00e7a muscular tamb\u00e9m diminui o risco de quedas.<\/p>\n<p>Ag\u00eancia FAPESP\u00a0\u2013 H\u00e1 riscos de efeitos adversos com a suplementa\u00e7\u00e3o?<br \/>\nCastro\u00a0\u2013 N\u00e3o nas doses que estamos recomendando, de 2 mil unidades. Para haver intoxica\u00e7\u00e3o seriam necess\u00e1rias mais de 10 mil unidades di\u00e1rias por mais de seis meses. Durante toda a minha vida, presenciei poucos casos de intoxica\u00e7\u00e3o e todos por erro de formula\u00e7\u00e3o. O problema \u00e9 que h\u00e1 poucas apresenta\u00e7\u00f5es de vitamina D pura nas farm\u00e1cias. A maioria das f\u00f3rmulas tem vitamina A ou c\u00e1lcio associados ou \u00e9 polivitam\u00ednica. Para atingir os valores ideais de vitamina D, poderia haver excesso de vitamina A, por exemplo. Muitos pacientes compram formula\u00e7\u00f5es em farm\u00e1cias magistrais, mas n\u00e3o h\u00e1 um controle de qualidade adequado. A vitamina \u00e9 pouco est\u00e1vel e, se a mat\u00e9ria-prima for ruim, pode n\u00e3o funcionar. S\u00e3o necess\u00e1rias mais apresenta\u00e7\u00f5es de medicamentos industrializados, que t\u00eam estabilidade, seguran\u00e7a e efic\u00e1cia mais garantidas. Os laborat\u00f3rios do governo poderiam fabricar a um custo muito baixo e com benef\u00edcios grandes para a popula\u00e7\u00e3o. Tamb\u00e9m defendemos que a vitamina D seja inclu\u00edda no rol de medicamentos do Sistema \u00danico de Sa\u00fade (SUS), pois hoje ela n\u00e3o \u00e9 fornecida.<\/p>\n<p>Ag\u00eancia FAPESP\u00a0\u2013 Quais seriam os principais benef\u00edcios da suplementa\u00e7\u00e3o?<br \/>\nCastro\u00a0\u2013 O principal, com certeza, seria a diminui\u00e7\u00e3o dos casos de fratura, especialmente em idosos. Nos casos mais graves de defici\u00eancia, ajudaria a melhorar a for\u00e7a muscular. Tem uma s\u00e9rie de outros benef\u00edcios que t\u00eam sido associados ao uso de vitamina D, como a redu\u00e7\u00e3o do risco de c\u00e2ncer, melhora na resposta imunol\u00f3gica a infec\u00e7\u00f5es e redu\u00e7\u00e3o no risco de doen\u00e7as autoimunes. Mas os m\u00e9dicos ainda t\u00eam medo de prescrever. \u00c9 uma cultura que precisa mudar para se adequar ao modo de vida atual. A gente n\u00e3o trabalha mais ao ar livre, usa filtro solar, quase n\u00e3o anda a p\u00e9 e ainda n\u00e3o nos adequamos a essa realidade.<\/p>\n<p>O artigo\u00a0Treatment of Vitamin D Deficiency Increases Lower Limb Muscle Strength in Institutionalized Older People Independently of Regular Physical Activity: A Randomized Double-Blind Controlled Trial\u00a0(doi: 10.1159\/000235874), pode ser lido em<a href=\"http:\/\/content.karger.com\/ProdukteDB\/produkte.asp?Aktion=ShowPDF&amp;ArtikelNr=235874&amp;Ausgabe=250369&amp;ProduktNr=223977&amp;filename=235874.pdf\" target=\"_blank\">content.karger.com\/ProdukteDB\/produkte.asp?Aktion=ShowPDF&amp;ArtikelNr=235874&amp;Ausgabe=250369&amp;ProduktNr=223977&amp;filename=235874.pdf\u00a0<\/a>.<\/p>\n<p>O artigo\u00a0Increases in summer serum 25-hydroxyvitamin D (25OHD) concentrations in elderly subjects in S\u00e3o Paulo, Brazil vary with age, gender and ethnicity\u00a0(doi:10.1186\/1472-6823-10-12), pode ser lido em\u00a0<a href=\"http:\/\/www.biomedcentral.com\/1472-6823\/10\/12\" target=\"_blank\">www.biomedcentral.com\/1472-6823\/10\/12<\/a>.<\/p>\n<p>O artigo\u00a0Preval\u00eancia da Defici\u00eancia, Insufici\u00eancia de Vitamina D e Hiperparatiroidismo Secund\u00e1rio em Idosos Institucionalizados e Moradores na Comunidade da Cidade de S\u00e3o Paulo, Brasil\u00a0(doi: 10.1590\/S0004-27302007000300012 ), pode ser lido em<a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0004-27302007000300012&amp;lng=en&amp;nrm=iso\" target=\"_blank\">www.scielo.br\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0004-27302007000300012&amp;lng=en&amp;nrm=iso\u00a0<\/a>.<\/p>\n<p>O artigo\u00a0Vitamin D deficiency in patients with active systemic lupus erythematosus\u00a0(doi: 10.1007\/s00198-008-0676-1), pode ser lido em<a href=\"http:\/\/link.springer.com\/article\/10.1007%2Fs00198-008-0676-1\" target=\"_blank\">link.springer.com\/article\/10.1007%2Fs00198-008-0676-1<\/a>.<\/p>\n<p>O artigo\u00a0The effect of sun exposure on 25-hydroxyvitamin D concentrations in young healthy subjects living in the city of S\u00e3o Paulo, Brazil\u00a0(doi: 10.1590\/S0100-879X2006005000162 ), pode ser lido em\u00a0<a href=\"http:\/\/www.scielo.br\/scielo.php?pid=S0100-879X2007001200009&amp;script=sci_arttext\" target=\"_blank\">www.scielo.br\/scielo.php?pid=S0100-879X2007001200009&amp;script=sci_arttext\u00a0<\/a>.<\/p>\n<p>Por Karina Toledo<\/p>\n<p>Ag\u00eancia FAPESP<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A car\u00eancia de vitamina D em grandes centros urbanos como S\u00e3o Paulo j\u00e1 atingiu \u00edndices alarmantes, especialmente entre os idosos. 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