{"id":41614,"date":"2012-12-05T16:07:00","date_gmt":"2012-12-05T18:07:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=41614"},"modified":"2012-12-05T16:07:00","modified_gmt":"2012-12-05T18:07:00","slug":"cresce-numero-de-jovens-que-nao-estudam-nem-trabalham-diz-ipea","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2012\/cresce-numero-de-jovens-que-nao-estudam-nem-trabalham-diz-ipea\/41614","title":{"rendered":"Cresce n\u00famero de jovens que n\u00e3o estudam nem trabalham, diz Ipea"},"content":{"rendered":"<p>De 2000 a 2010, aumentou em 708 mil o n\u00famero de jovens entre 15 e 29 anos que n\u00e3o estudavam, n\u00e3o trabalhavam, nem procuravam ocupa\u00e7\u00e3o (\u201cNem, Nem\u201d). Este dado est\u00e1 uma das notas t\u00e9cnicas do boletim Mercado de Trabalho n\u00ba 53, lan\u00e7ado nesta ter\u00e7a-feira, 4, pelo Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (<em><strong>Ipea<\/strong><\/em>).<\/p>\n<p>Produzido pelas t\u00e9cnicas do Instituto Ana Am\u00e9lia Camarano e Solange Kanso, o estudo verificou que 8,1 milh\u00f5es de jovens estavam nesta condi\u00e7\u00e3o em 2000 (16,9% da popula\u00e7\u00e3o jovem), atingindo 8,8 milh\u00f5es em 2010.<\/p>\n<p>Este fen\u00f4meno teve comportamento diferenciado por sexo. Enquanto o contingente masculino aumentou em 1,1 milh\u00f5es de pessoas, o de mulheres diminuiu em 398 mil. Do total de homens jovens, 11,2% encontravam-se na condi\u00e7\u00e3o de n\u00e3o estudar e n\u00e3o trabalhar em 2010. Entre as mulheres, a propor\u00e7\u00e3o foi mais elevada, 23,2%.<\/p>\n<p>A redu\u00e7\u00e3o no n\u00famero de mulheres jovens que n\u00e3o estudavam nem trabalhavam foi decorrente de um maior tempo passado na escola pelas mais jovens e de uma participa\u00e7\u00e3o maior nas atividades econ\u00f4micas pelas mais velhas. Do total que n\u00e3o estudavam e n\u00e3o participavam do mercado de trabalho, 67,5% eram mulheres, embora esta fatia venha decrescendo desde os anos 1980.<\/p>\n<p>Baixa escolaridade<br \/>\nSe, por um lado, aumentou a quantidade de pessoas na categoria \u201cNem, Nem\u201d, por outro diminuiu o n\u00famero de jovens que estudavam e trabalhavam &#8211; participavam da Popula\u00e7\u00e3o Economicamente Ativa (PEA). Essa redu\u00e7\u00e3o ocorreu principalmente entre os homens da faixa et\u00e1ria de 15 a 19 anos.<\/p>\n<p>Em 2011, tanto homens quanto mulheres que n\u00e3o estudavam nem trabalhavam apresentavam baixa escolaridade. Os homens tinham em m\u00e9dia sete anos e as mulheres, oito. Os jovens que n\u00e3o estudavam nem trabalhavam estavam inseridos em fam\u00edlias cujo rendimento m\u00e9dio domiciliar per capita era o menor dentre as fam\u00edlias analisadas.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 necess\u00e1rio pol\u00edticas p\u00fablicas que contribuam para uma inser\u00e7\u00e3o adequada desses jovens, seja na escola ou no mercado de trabalho&#8221;, conclui Ana Am\u00e9lia Camarano.<\/p>\n<p>Leia o boletim &#8220;Mercado de Trabalho n\u00ba 53&#8221; em <a href=\"http:\/\/www.ipea.gov.br\" target=\"_blank\">www.ipea.gov.br<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De 2000 a 2010, aumentou em 708 mil o n\u00famero de jovens entre 15 e 29 anos que n\u00e3o estudavam, n\u00e3o trabalhavam, nem procuravam ocupa\u00e7\u00e3o (\u201cNem, Nem\u201d). 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