{"id":40790,"date":"2012-09-21T19:18:06","date_gmt":"2012-09-21T22:18:06","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=40790"},"modified":"2012-09-21T19:18:06","modified_gmt":"2012-09-21T22:18:06","slug":"brasil-e-italia-discutem-meios-para-fortalecer-cooperacao-tecnologica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2012\/brasil-e-italia-discutem-meios-para-fortalecer-cooperacao-tecnologica\/40790","title":{"rendered":"Brasil e It\u00e1lia discutem meios para fortalecer coopera\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica"},"content":{"rendered":"<p>Unidos por la\u00e7os culturais e familiares, <em><strong>Brasil e It\u00e1lia<\/strong><\/em> est\u00e3o dispostos a refor\u00e7ar o grau de <em><strong>coopera\u00e7\u00e3o industrial<\/strong><\/em>, em paralelo ao avan\u00e7o do Programa Ci\u00eancia sem Fronteiras (CsF), que j\u00e1 enviou 521 estudantes ao pa\u00eds europeu. A busca por mais colabora\u00e7\u00e3o rec\u00edproca pautou a visita de uma delega\u00e7\u00e3o empresarial ao Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o (MCTI) nesta quarta-feira (19).<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio de Desenvolvimento Tecnol\u00f3gico e Inova\u00e7\u00e3o do MCTI, Alvaro Prata, mencionou a presen\u00e7a de 716 empresas italianas no Brasil, com gera\u00e7\u00e3o de 130 mil empregos diretos e 500 mil indiretos \u2013 segundo dados da Embaixada da It\u00e1lia em Bras\u00edlia. \u201cSem d\u00favida, temos uma longa tradi\u00e7\u00e3o de parcerias comerciais, econ\u00f4micas e tecnol\u00f3gicas\u201d, disse.<br \/>\n\u201cEspero que essas empresas possam estabelecer aqui atividade de pesquisa e desenvolvimento.\u201d<\/p>\n<p>\u201cClaro que uma grande preocupa\u00e7\u00e3o nacional tamb\u00e9m \u00e9 o fortalecimento da nossa ind\u00fastria, mas temos convic\u00e7\u00e3o de que o nosso crescimento ser\u00e1 sobretudo a partir das grandes parcerias\u201d, avaliou Prata. \u201cAdmiramos muito a tecnologia italiana e queremos nos beneficiar da experi\u00eancia de voc\u00eas.\u201d<\/p>\n<p>Para o presidente do Istituto Nazionale per il Commercio Estero (ICE, Instituto Nacional de Com\u00e9rcio Exterior), Riccardo Monti, a coopera\u00e7\u00e3o industrial entre os dois pa\u00edses precisa mudar de patamar. \u201cIt\u00e1lia e Brasil agora trocam de marcha depois de anos sem avan\u00e7os nas rela\u00e7\u00f5es\u201d, afirmou. \u201cE o papel da pesquisa \u00e9 central nessa transforma\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>Uma das frentes da parceria envolve o meio ambiente, de acordo com o secret\u00e1rio de Pol\u00edticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do MCTI, Carlos Nobre. \u201cTivemos dois encontros no ano passado com representantes da Universidade de Bolonha e estamos em est\u00e1gio avan\u00e7ado de um acordo de coopera\u00e7\u00e3o cient\u00edfica entre o MCTI e o minist\u00e9rio italiano do ambiente, em v\u00e1rias \u00e1reas, principalmente mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, oceanografia e uso de supercomputa\u00e7\u00e3o no entendimento das grandes quest\u00f5es ambientais\u201d, disse.<\/p>\n<p>Ci\u00eancia sem Fronteiras<\/p>\n<p>Em novembro de 2011, foi assinada parceria de 14 institui\u00e7\u00f5es italianas com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico<br \/>\n(CNPq\/MCTI) e a Coordena\u00e7\u00e3o de Aperfei\u00e7oamento de Pessoal de N\u00edvel Superior (Capes\/MEC), a fim de estabelecer uma rede de interc\u00e2mbio de estudantes e pesquisadores. Desde ent\u00e3o, 521 alunos brasileiros embarcaram para o pa\u00eds.<\/p>\n<p>\u201cIsso nos alegra muito e a expectativa \u00e9 que esses conv\u00eanios possam cada vez mais aumentar\u201d, afirmou Prata. \u201cPara n\u00f3s, o melhor dos mundos \u00e9 que esses estudantes iniciem [sua trajet\u00f3ria] nessas importantes universidades italianas, mas que tamb\u00e9m, durante sua temporada na Europa, possam usufruir da oportunidade de passar um per\u00edodo estagiando em grandes empresas de l\u00e1.\u201d<\/p>\n<p>A rede inclui o Consiglio Nazionale delle Ricerche (Conselho Nacional de Pesquisa), 11 universidades e os centros de pesquisa Biogem e Telecom Italia. \u201cEsperamos nos pr\u00f3ximos anos um fluxo muito ativo de estudantes, pesquisadores e professores\u201d, disse Monti.<\/p>\n<p>Para o coordenador-geral do Ci\u00eancia sem Fronteiras no CNPq, M\u00e1rcio Ramos, a possibilidade de parceria com n\u00facleos vinculados a empresas \u00e9 um dos aspectos mais positivos da iniciativa. \u201cEssa combina\u00e7\u00e3o de estudo com est\u00e1gio tecnol\u00f3gico \u00e9 o que d\u00e1 o diferencial para esse programa\u201d, afirmou. \u201cAs empresas podem oferecer financiamento de bolsas de estudo, pagamento de taxas escolares ou facilidades em receber estudantes em seus centros tecnol\u00f3gicos no exterior.\u201d A chefe da Assessoria Internacional do MCTI, embaixadora Carmen Moura, tamb\u00e9m participou do encontro de hoje.<\/p>\n<p>Em 5 de outubro, a embaixada brasileira na It\u00e1lia organiza um semin\u00e1rio no pal\u00e1cio Pamphilj, em Roma, sobre o impacto do CsF no campo da inova\u00e7\u00e3o. Ao evento, devem comparecer especialistas brasileiros, italianos e de outros pa\u00edses europeus, al\u00e9m de bolsistas do programa.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Unidos por la\u00e7os culturais e familiares, Brasil e It\u00e1lia est\u00e3o dispostos a refor\u00e7ar o grau de coopera\u00e7\u00e3o industrial, em paralelo ao avan\u00e7o do Programa Ci\u00eancia sem Fronteiras (CsF), que j\u00e1 enviou 521 estudantes ao pa\u00eds europeu. 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