{"id":40273,"date":"2012-08-17T15:50:00","date_gmt":"2012-08-17T18:50:00","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=40273"},"modified":"2012-08-17T15:50:00","modified_gmt":"2012-08-17T18:50:00","slug":"gerenciamento-dos-impactos-dos-eventos-climaticos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2012\/gerenciamento-dos-impactos-dos-eventos-climaticos\/40273","title":{"rendered":"Gerenciamento dos impactos dos eventos clim\u00e1ticos"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-26302\" title=\"previsao tempo clima temperatura\" src=\"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/imagens\/previsao-tempo-clima-temperatura-.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"193\" srcset=\"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/imagens\/previsao-tempo-clima-temperatura-.jpg 300w, https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/imagens\/previsao-tempo-clima-temperatura--250x160.jpg 250w, https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/imagens\/previsao-tempo-clima-temperatura--150x96.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>Ag\u00eancia FAPESP \u2013 Nos pr\u00f3ximos anos, em fun\u00e7\u00e3o das <em><strong>mudan\u00e7as clim\u00e1ticas<\/strong><\/em> globais, eventos clim\u00e1ticos extremos, como ondas de calor, recordes de temperaturas altas e fortes precipita\u00e7\u00e3o de chuvas, que ocorriam em intervalos de 20 anos, devem ocorrer com maior frequ\u00eancia, intensidade e dura\u00e7\u00e3o do que h\u00e1 cinco d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, o que ir\u00e1 determinar o risco de desastres, que acarretam a perda de vidas humanas e preju\u00edzos econ\u00f4micos, como os causados por deslizamentos de terra desencadeados pelas fortes chuvas que assolaram o Rio de Janeiro no in\u00edcio de 2011, ser\u00e1 o n\u00edvel de vulnerabilidade e de exposi\u00e7\u00e3o das popula\u00e7\u00f5es a esses eventos clim\u00e1ticos extremos.<\/p>\n<p>As conclus\u00f5es s\u00e3o do Relat\u00f3rio Especial sobre Gest\u00e3o dos Riscos de Eventos Clim\u00e1ticos e Desastres (SREX, na sigla em ingl\u00eas), elaborado e recentemente publicado pelo Painel Intergovernamental sobre Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas (IPCC).<\/p>\n<p>Os resultados das avalia\u00e7\u00f5es feitas pelo IPCC no documento foram discutidos no dia 16 de agosto durante o workshop <a href=\"http:\/\/www.fapesp.br\/ipccsrex\" target=\"_blank\">\u201cGest\u00e3o dos riscos dos extremos clim\u00e1ticos e desastres na Am\u00e9rica Central e na Am\u00e9rica do Sul <\/a>\u2013 O que podemos aprender com o Relat\u00f3rio Especial do IPCC sobre extremos?\u201d.<\/p>\n<p>Realizado pela FAPESP e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), em parceria com o IPCC, o Overseas Development Institute (ODI) e a Climate and Development Knowledge Development (CKDN), ambos do Reino Unido, e apoio da Ag\u00eancia de Clima e Polui\u00e7\u00e3o e do Minist\u00e9rio de Rela\u00e7\u00f5es Exteriores da Noruega, o objetivo do evento foi debater as conclus\u00f5es do SREX e as op\u00e7\u00f5es para o gerenciamento dos impactos dos extremos clim\u00e1ticos, especialmente nas Am\u00e9ricas do Sul e Central.<\/p>\n<p>Um dos principais apontamentos do relat\u00f3rio, elaborado pelo IPCC \u00e0 pedido do governo da Noruega e da Estrat\u00e9gia Internacional para a Redu\u00e7\u00e3o de Desastres (EIRD) da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU), \u00e9 que os impactos dos eventos clim\u00e1ticos extremos dependem n\u00e3o s\u00f3 da natureza, mas do n\u00edvel de vulnerabilidade e da exposi\u00e7\u00e3o das pessoas ou grupos humanos em lugares onde possam ser afetados.<\/p>\n<p>\u201cOs desastres n\u00e3o s\u00e3o \u2018naturais\u2019, mas s\u00e3o conjun\u00e7\u00f5es de eventos clim\u00e1ticos ou meteorol\u00f3gicos naturais com a vulnerabilidade e a exposi\u00e7\u00e3o a eles por uma sociedade ou grupo humano\u201d, disse Vicente Barros, pesquisador do Centro de Investigac\u00edon del Mar y la Atm\u00f3sfera (Cima) da Universidad de Buenos Aires, na Argentina, e co-presidente do Grupo de Trabalho II do SREX.<\/p>\n<p>\u201cSe o problema dos riscos clim\u00e1ticos \u00e9 um conjun\u00e7\u00e3o destes tr\u00eas fatores, evidentemente, \u00e9 preciso desenvolver estrat\u00e9gias para mitig\u00e1-los\u201d, avaliou Barros. Umas das principais a\u00e7\u00f5es destacadas no relat\u00f3rio para diminuir os riscos de eventos clim\u00e1ticos \u00e9 reduzir as emiss\u00f5es dos gases de efeito estufa, que s\u00e3o a principal causa das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.<\/p>\n<p>J\u00e1 para reduzir o n\u00edvel de exposi\u00e7\u00e3o das popula\u00e7\u00f5es aos eventos clim\u00e1ticos extremos, os cientistas afirmam que \u00e9 preciso aprimorar os sistemas de alertas e, em alguns casos, realocar as pessoas.<\/p>\n<p>Por sua vez, para atenuar a vulnerabilidade humana aos riscos de desastres causados pelas mudan\u00e7as do clima, o documento indica que \u00e9 preciso implementar pol\u00edticas de diminui\u00e7\u00e3o de pobreza e melhorar o n\u00edvel educacional das popula\u00e7\u00f5es para aumentar o grau de conscientiza\u00e7\u00e3o das pessoas sobre os riscos dos eventos clim\u00e1ticos extremos.<\/p>\n<p>De acordo com dados do relat\u00f3rio, 95% dos desastres causados por eventos clim\u00e1ticos extremos no per\u00edodo de 1970 a 2008 ocorreram em pa\u00edses em desenvolvimento e apenas 5% em pa\u00edses desenvolvidos.<\/p>\n<p>\u201cUma mensagem muito importante do relat\u00f3rio \u00e9 que a maneira mais efetiva para aumentar a resist\u00eancia das popula\u00e7\u00f5es aos eventos clim\u00e1ticos extremos \u00e9 melhorar as condi\u00e7\u00f5es de desenvolvimento socioecon\u00f4mico\u201d, afirmou Seb\u00e1stian Vicu\u00f1a, professor da Pontificia Universidad Cat\u00f3lica de Chile.<\/p>\n<p>Necessidade de mais estudos sobre o Brasil<\/p>\n<p>Composto por nove cap\u00edtulos e quatro anexos, o SREX foi preparado ao longo de dois anos por 220 autores de 62 pa\u00edses, reunidos em dois grupos de trabalho do pr\u00f3prio IPCC: o Grupo I, que avalia a base f\u00edsica das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, e o Grupo II, que trata dos impactos das altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, adapta\u00e7\u00f5es e vulnerabilidades.<\/p>\n<p>Os autores do documento responderam a mais de 20 mil coment\u00e1rios de representantes de governos, especialistas e ag\u00eancias internacionais, com aprova\u00e7\u00e3o do Sum\u00e1rio para Formuladores de Pol\u00edticas, ap\u00f3s reunirem-se por quatro dias em Kampala, na Uganda, em novembro.<\/p>\n<p>Uma das defici\u00eancias identificadas pelos cientistas na elabora\u00e7\u00e3o do relat\u00f3rio foi a necessidade de realiza\u00e7\u00e3o de mais pesquisas sobre extremos clim\u00e1ticos relacionados \u00e0s regi\u00f5es do Brasil.<\/p>\n<p>\u201cDetectamos uma aus\u00eancia de estudos, publicados em revistas indexadas, sobre extremos clim\u00e1ticos nas regi\u00f5es do Brasil\u201d, disse Jos\u00e9 Marengo, pesquisador do Centro de Ci\u00eancia do Sistema Terrestre do Inpe e membro do comit\u00ea organizador do evento.<\/p>\n<p>\u201cS\u00f3 agora a Amaz\u00f4nia come\u00e7ou a aparecer nos estudos sobre os extremos clim\u00e1ticos, e ainda h\u00e1 poucos artigos cient\u00edficos sobre outras regi\u00f5es do pa\u00eds com o nordeste\u201d, disse Marengo.<\/p>\n<p>De acordo com o pesquisador, as an\u00e1lises sobre o Nordeste no relat\u00f3rio foram baseadas em artigos publicados em revistas cient\u00edficas brasileiras da \u00e1rea, como a Revista Brasileira de Meteorologia e a Revista Brasileira de Agrometeorologia, que est\u00e3o indexadas no SciELO (Bireme\/FAPESP), o que representou uma conquista dos cientistas brasileiros no IPCC.<\/p>\n<p>\u201cConseguimos, pela primeira vez, fazer refer\u00eancias de artigos publicados em revistas cient\u00edficas brasileiras, que s\u00e3o indexadas e t\u00eam um comit\u00ea de revisores, em um relat\u00f3rio do IPCC\u201d, disse Marengo.<\/p>\n<p>\u201cIsso representou a quebra de um tabu do IPCC, que s\u00f3 fazia refer\u00eancia a artigos cient\u00edficos publicadas em revistas em ingl\u00eas. Mas \u00e9 preciso desenvolver mais estudos sobre eventos clim\u00e1ticos extremos em regi\u00f5es brasileiras\u201d, disse.<\/p>\n<p>Outra \u00e1rea carente de pesquisas que os autores do relat\u00f3rio identificaram foi sobre estudos sobre os aspectos socioecon\u00f4micos dos impactos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. \u201cH\u00e1 muitos dados sobre a base f\u00edsica das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, mas est\u00e3o faltando mais estudos socioecon\u00f4micos em n\u00edvel global\u201d, apontou Barros.<\/p>\n<p>De acordo com o pesquisador, a maioria dos estudos sobre os impactos socioecon\u00f4micos dos eventos extremos causados pelas mudan\u00e7as clim\u00e1ticas globais s\u00e3o publicados por institui\u00e7\u00f5es internacionais, como Programa das Na\u00e7\u00f5es Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Banco Mundial. Entretanto, apesar dessas informa\u00e7\u00f5es serem consideradas importantes e valiosas, elas n\u00e3o passam pelo crivo cient\u00edfico. Por isso, n\u00e3o s\u00e3o utilizadas nos relat\u00f3rios do IPCC.<\/p>\n<p>Segundo Marengo, um dos pontos mais importantes do SREX, que \u00e9 o mais novo relat\u00f3rio do IPCC, \u00e9 que ele fornece informa\u00e7\u00f5es mais atualizadas e analisa a quest\u00e3o dos extremos clim\u00e1ticos com maior n\u00edvel de detalhe.<\/p>\n<p>Entretanto, ainda apresenta limita\u00e7\u00f5es em termos de cobertura de dados e sobre os modelos utilizados para prever as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas globais, que devem ser mais clarificados no quinto relat\u00f3rio do IPCC, que est\u00e1 previsto para ser publicado em 2013.<\/p>\n<p>\u201cMuitas das informa\u00e7\u00f5es publicadas no SREX ser\u00e3o atualizadas no quinto relat\u00f3rio do IPCC, por meio do qual esperamos ter uma melhor compreens\u00e3o dos eventos clim\u00e1ticos extremos\u201d, disse Marengo.<\/p>\n<p>Contribui\u00e7\u00e3o de programa da FAPESP<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o de Carlos Nobre, secret\u00e1rio de Pol\u00edticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o (MCTI) e membro da coordena\u00e7\u00e3o do Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas Globais (PFPMCG), a publica\u00e7\u00e3o do quarto relat\u00f3rio do IPCC, em 2007, fez com que a discuss\u00e3o sobre os impactos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas globais ganhasse uma grande popularidade no mundo.<\/p>\n<p>Mas, segundo Nobre, em 2005 a diretoria cient\u00edfica da FAPESP j\u00e1 discutia sobre a necessidade de criar um programa de pesquisa voltado para o tema. \u201cA diretoria cient\u00edfica da FAPESP teve uma vis\u00e3o estrat\u00e9gica e pioneira em criar o PFPMCG. A partir do programa, o governo federal tamb\u00e9m formulou uma s\u00e9rie de programas voltados \u00e0 \u00e1rea \u2013 em especial a Rede Brasileira sobre Mudan\u00e7as Clim\u00e1ticas e Clima \u2013, que interage estritamente com o PFPMCG\u201d, contou.<\/p>\n<p>O diretor cient\u00edfico da FAPESP, Carlos Henrique de Brito Cruz, destacou no workshop que quando se come\u00e7ou a discutir sobre a cria\u00e7\u00e3o do PFPMCG um dos objetivos definidos para o programa de pesquisa era estimular pesquisas sobres mudan\u00e7as clim\u00e1ticas por pesquisadores do Estado de S\u00e3o Paulo e, por meio disso, fazer com que o Brasil viesse a ter uma posi\u00e7\u00e3o de maior destaque e protagonismo no debate mundial sobre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas globais.<\/p>\n<p>\u201cEsse evento e outros do g\u00eanero realizados nos \u00faltimos anos mostram que a expectativa do programa est\u00e1 se cumprindo, com base no fato de haver uma articula\u00e7\u00e3o para o incentivo \u00e0 pesquisa cient\u00edfica e tecnol\u00f3gica em temas relacionados \u00e0s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas globais\u201d, disse Brito Cruz.<\/p>\n<p>Celso Lafer, presidente da FAPESP, destacou o papel que o IPCC tem exercido na formula\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas globais para mitigar os impactos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas globais.<\/p>\n<p>\u201cO IPCC \u00e9 uma plataforma de conhecimento que foi decisiva para que se assinasse na RIO92 a Conven\u00e7\u00e3o de Clima. Dou meu testemunho como ministro das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores naquela ocasi\u00e3o e justamente porque tenho acompanhado no campo diplom\u00e1tico essas negocia\u00e7\u00f5es\u201d, disse.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 minha profunda convic\u00e7\u00e3o de que as negocia\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas s\u00f3 poder\u00e3o ser apropriadamente encaminhadas se tiverem o lastro do conhecimento de qualidade, como o fornecido pelo IPCC\u201d, disse Lafer.<\/p>\n<p>Por Elton Alisson<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ag\u00eancia FAPESP \u2013 Nos pr\u00f3ximos anos, em fun\u00e7\u00e3o das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas globais, eventos clim\u00e1ticos extremos, como ondas de calor, recordes de temperaturas altas e fortes precipita\u00e7\u00e3o de chuvas, que ocorriam em intervalos de 20 anos, devem ocorrer com maior frequ\u00eancia, intensidade e dura\u00e7\u00e3o do que h\u00e1 cinco d\u00e9cadas. 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