{"id":39289,"date":"2012-05-31T15:26:42","date_gmt":"2012-05-31T18:26:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=39289"},"modified":"2012-05-31T15:26:42","modified_gmt":"2012-05-31T18:26:42","slug":"rio-recebe-especialistas-para-debate-sobre-vacinacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2012\/rio-recebe-especialistas-para-debate-sobre-vacinacao\/39289","title":{"rendered":"Rio recebe especialistas para debate sobre vacina\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-full wp-image-34747\" title=\"vacina\" src=\"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/imagens\/vacina1.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"193\" srcset=\"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/imagens\/vacina1.jpg 300w, https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/imagens\/vacina1-250x160.jpg 250w, https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/imagens\/vacina1-150x96.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>Com o objetivo de discutir e buscar consenso para a indica\u00e7\u00e3o de <em><strong>vacinas<\/strong><\/em> em situa\u00e7\u00f5es especiais, conferencistas do Rio de Janeiro, S\u00e3o Paulo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais estar\u00e3o reunidos no pr\u00f3ximo dia 2 de junho, para a realiza\u00e7\u00e3o do evento Controv\u00e9rsias em Imuniza\u00e7\u00f5es na cidade do Rio de Janeiro. Entre os temas est\u00e3o: recomenda\u00e7\u00e3o alternativa da vacina contra o HPV (recomenda\u00e7\u00e3o para pessoas fora da faixa et\u00e1ria prescrita em bula, sua efic\u00e1cia ou n\u00e3o); a vacina\u00e7\u00e3o de gestantes e lactentes contra coqueluche; como proceder com os pacientes al\u00e9rgicos \u00e0 prote\u00edna do ovo ou qual \u00e9 a melhor idade para aplica\u00e7\u00e3o da segunda dose da vacina contra varicela ser\u00e3o debatidos no evento. Tamb\u00e9m est\u00e1 na pauta a indica\u00e7\u00e3o da vacina inativada contra a p\u00f3lio (VIP) para adolescentes brasileiros. Os m\u00e9dicos aceitaram participar do debate a convite da Sociedade Brasileira de Imuniza\u00e7\u00f5es \u2013 SBIm.<\/p>\n<p>\u201cEsse \u00e9 um evento anual que representa uma grande oportunidade de discutir quest\u00f5es extraordin\u00e1rias, que implicam em tomadas de decis\u00e3o visando \u00e0 prote\u00e7\u00e3o do paciente, mas que est\u00e3o al\u00e9m do que \u00e9 determinado como padr\u00e3o. A partir das conclus\u00f5es dos especialistas, poderemos sugerir orienta\u00e7\u00f5es para m\u00e9dicos de todo o pa\u00eds\u201d, afirma Renato Kfouri, presidente da SBIm Nacional.<\/p>\n<p>HPV para maiores de 26 anos<\/p>\n<p>A indica\u00e7\u00e3o da vacina contra HPV para mulheres com mais de 26 anos est\u00e1 sendo considerada mediante os estudos que verificaram ser alto o \u00edndice daquelas que apresentam sorologia negativa para os tipos de HPV 16 e 18, causadores de c\u00e2ncer. &#8220;Estudos mostram que 68% das mulheres com idade entre 26 a 35 anos est\u00e3o suscet\u00edveis&#8221;, destaca Guido Carlos Levi, vice-presidente da SBIm Nacional. Entre as que t\u00eam de 46 a 50 anos, o percentual de suscet\u00edveis \u00e9 de 65,6%. &#8220;Esses dados refor\u00e7am a import\u00e2ncia da vacina\u00e7\u00e3o mesmo que a mulher esteja acima da faixa et\u00e1ria recomendada na bula. Embora a vacina n\u00e3o v\u00e1 tratar infec\u00e7\u00f5es pr\u00e9- existentes, ela ainda ser\u00e1 \u00fatil para a preven\u00e7\u00e3o da infec\u00e7\u00e3o por outros sorotipos&#8221;, acrescenta Levi, que vai apresentar esses dados durante o evento. Outros estudos mostram que o risco da infec\u00e7\u00e3o por HPV aumenta com a idade, devido ao maior n\u00famero de parceiros sexuais ao longo do tempo. Pa\u00edses como Austr\u00e1lia, M\u00e9xico, Turquia, \u00cdndia, Equador, Filipinas e Macau j\u00e1 autorizam formalmente a vacina do HPV para maiores de 26 anos. &#8220;\u00c9 importante lembrar que n\u00e3o h\u00e1 uma contraindica\u00e7\u00e3o espec\u00edfica para o uso da vacina nesses grupos. O que vamos discutir \u00e9 o benef\u00edcio da indica\u00e7\u00e3o&#8221;, afirma Levi.<\/p>\n<p>Coqueluche: a vacina\u00e7\u00e3o n\u00e3o deve esperar o beb\u00ea nascer<\/p>\n<p>Com o aumento dos casos de coqueluche entre beb\u00eas, tendo os pais como os principais transmissores da bact\u00e9ria Bordetella pertussis, causadora da doen\u00e7a, a indica\u00e7\u00e3o da vacina para gr\u00e1vidas e lactentes \u00e9 um dos principais t\u00f3picos a ser debatido no evento. O tema, que ser\u00e1 tratado pela m\u00e9dica Isabella Ballalai, presidente da SBIm &#8211; RJ, vem merecendo aten\u00e7\u00e3o mundial, principalmente pelo fato de os adultos estarem transmitindo a doen\u00e7a para as crian\u00e7as pequenas. Esta situa\u00e7\u00e3o motivou a cria\u00e7\u00e3o da \u201cEstrat\u00e9gia Cocoon&#8221;, que \u00e9 a imuniza\u00e7\u00e3o de todas as pessoas que est\u00e3o em contato direto com a crian\u00e7a (familiares, profissionais de sa\u00fade, educadores etc.).<\/p>\n<p>De acordo com Ballalai, a vacina\u00e7\u00e3o pr\u00e9-natal representa melhor custo-efetividade, j\u00e1 que previne mortes em 51% dos casos (na vacina\u00e7\u00e3o p\u00f3s-parto, esse \u00edndice cai para 21%). &#8220;Vacinar a mulher durante a gesta\u00e7\u00e3o significa aumentar a prote\u00e7\u00e3o nos primeiros meses de vida da crian\u00e7a\u201d, afirma. Durante o evento Isabella Ballalai ir\u00e1 enfatizar que a Estrat\u00e9gia Cocoon continua sendo importante e que essa vacina\u00e7\u00e3o de pai, irm\u00e3os, bab\u00e1s e av\u00f3s, por exemplo, tamb\u00e9m deve ocorrer, preferencialmente, antes do nascimento do beb\u00ea.<\/p>\n<p>Preven\u00e7\u00e3o da febre amarela em idosos<\/p>\n<p>A validade da indica\u00e7\u00e3o para idosos da vacina que previne a febre amarela ser\u00e1 discutida pelo m\u00e9dico Jos\u00e9 Geraldo Leite, da SBIm \u2013 MG. O tema est\u00e1 em pauta devido ao maior risco de rea\u00e7\u00f5es adversas em pessoas com mais de 60 anos. Jos\u00e9 Geraldo alerta para a import\u00e2ncia de se considerar cada caso isoladamente. &#8220;\u00c9 preciso analisar a realidade epidemiol\u00f3gica na qual o paciente est\u00e1 inserido. Sempre que o risco de contrair a doen\u00e7a por meio da picada do mosquito for maior do que o risco de rea\u00e7\u00f5es adversas poss\u00edveis de ocorrer em idosos, a escolha deve ser pela imuniza\u00e7\u00e3o&#8221;, defende. O par\u00e2metro \u00e9 considerar a realidade epidemiol\u00f3gica na qual reside o paciente ou para onde ele pretende se destinar, em caso de viagens.<\/p>\n<p>Antecipa\u00e7\u00e3o da vacina contra varicela<\/p>\n<p>A antecipa\u00e7\u00e3o da primeira dose da vacina contra varicela (catapora) \u00e9 outro ponto pol\u00eamico e ser\u00e1 discutido no Controv\u00e9rsias em Imuniza\u00e7\u00f5es pelo m\u00e9dico Juarez Cunha, da SBIm- RS. A indica\u00e7\u00e3o atual \u00e9 que a vacina\u00e7\u00e3o tenha in\u00edcio aos 12-15 meses de vida, para evitar a interfer\u00eancia de anticorpos maternos na resposta vacinal da crian\u00e7a. Contudo, j\u00e1 \u00e9 conhecida a efic\u00e1cia da aplica\u00e7\u00e3o de &#8220;dose de emerg\u00eancia&#8221; com o objetivo de prevenir a doen\u00e7a em beb\u00eas que tiveram contato com pessoas infectadas pelo v\u00edrus da varicela. &#8220;Diante dessa constata\u00e7\u00e3o, vamos discutir as indica\u00e7\u00f5es e a prote\u00e7\u00e3o conferida aplicando a primeira dose antes de 1 ano e ap\u00f3s os 9 meses de idade e, nessa situa\u00e7\u00e3o, como proceder posteriormente: ser\u00e3o necess\u00e1rias mais uma ou duas doses da vacina? Quando aplic\u00e1-las?&#8221;, questiona Cunha.<\/p>\n<p>Outra discuss\u00e3o envolvendo a mesma vacina \u00e9 se os especialistas ir\u00e3o recomendar a antecipa\u00e7\u00e3o da segunda dose. No uso rotineiro da vacina, a indica\u00e7\u00e3o \u00e9 que a primeira dose seja aplicada entre 12-15 meses e a segunda entre os 4-6 anos de idade. Em caso de exposi\u00e7\u00e3o\/contato com a doen\u00e7a \u00e9 recomendada a antecipa\u00e7\u00e3o da segunda dose. \u201cSe j\u00e1 est\u00e1 definida a import\u00e2ncia da dose de refor\u00e7o e se h\u00e1 recomenda\u00e7\u00f5es de antecipar caso seja necess\u00e1rio, por que n\u00e3o recomend\u00e1-la mais precocemente?\u201d, questiona o m\u00e9dico. O que motiva o debate \u00e9 a possibilidade da ocorr\u00eancia da doen\u00e7a em crian\u00e7as j\u00e1 vacinadas com uma \u00fanica dose e a comprova\u00e7\u00e3o de que a dose de refor\u00e7o pode conferir prote\u00e7\u00e3o de at\u00e9 100%.<\/p>\n<p>Adolescentes e a Vacina Inativada contra Poliomielite (IPV &#8211; sigla em ingl\u00eas)<\/p>\n<p>Atualmente existe o risco de queda da imunidade contra a poliomielite no adolescente brasileiro, embora a imensa maioria tenha sido vacinada na inf\u00e2ncia. Esta afirma\u00e7\u00e3o \u00e9 da m\u00e9dica Luiza Helena Arlant, vice- presidente da Sociedade Latinoamericana de Infectologia Pedi\u00e1trica, que defende o refor\u00e7o na imuniza\u00e7\u00e3o de jovens e adultos contra a doen\u00e7a. \u201c\u00c9 mais seguro manter esse adolescente protegido e \u00e9 esse o debate que iremos levar ao Controv\u00e9rsias este ano\u201d, disse. O v\u00edrus da p\u00f3lio ainda circula mesmo em pa\u00edses que j\u00e1 erradicaram a doen\u00e7a, como \u00e9 o caso do Brasil. Isso ocorre tamb\u00e9m porque o v\u00edrus presente na vacina oral, usada nas campanhas e na vacina\u00e7\u00e3o de rotina, \u00e9 eliminado nas fezes das crian\u00e7as vacinadas. &#8220;Essa vacina oral de v\u00edrus atenuado foi estrat\u00e9gica para conseguirmos reduzir o n\u00famero de casos de poliomielite a zero no Brasil. Contudo, hoje, a realidade \u00e9 diferente do que em anos passados quando t\u00ednhamos um n\u00famero muito grande de casos de poliomielite no Brasil e no mundo, especialmente em crian\u00e7as. Com a redu\u00e7\u00e3o atual expressiva dos casos, o n\u00famero de adolescentes e adultos mais velhos suscept\u00edveis tende a aumentar porque a imunidade tende a diminuir. Da\u00ed a import\u00e2ncia da dose de refor\u00e7o com a vacina inativada&#8221;, defende Luiza.<\/p>\n<p>A vacina VIP n\u00e3o \u00e9 indicada somente para adolescentes. Ela pode ser tamb\u00e9m aplicada em pessoas de todas as idades. \u201cTamb\u00e9m indicamos a VIP para o viajante que se dirige a pa\u00edses nos quais ainda existe a doen\u00e7a, como \u00e9 o caso de adolescentes que fazem interc\u00e2mbio fora do pa\u00eds, especialmente pa\u00edses onde a p\u00f3lio ainda existe em n\u00edveis end\u00eamicos\u201d, explica Luiza. De acordo com a m\u00e9dica, a vacina inativada VIP tem uma resposta imunog\u00eanica excelente. \u201cA doen\u00e7a em adultos \u00e9 t\u00e3o grave como em crian\u00e7as, com uma letalidade bastante alta. Antes n\u00f3s n\u00e3o t\u00ednhamos a vacina VIP produzida e fornecida em larga escala para indicar nas faixas et\u00e1rias maiores e em grande n\u00famero de pessoas, agora \u00e9 o momento de garantir a prote\u00e7\u00e3o de nossos adolescentes e adultos contra poliomielite\u201d, ressalta.<\/p>\n<p>Como proceder com os casos de alergia \u00e0 prote\u00edna do ovo?<\/p>\n<p>As vacinas est\u00e3o entre os medicamentos mais seguros e eficazes para a preven\u00e7\u00e3o de doen\u00e7as infectocontagiosas. Algumas, no entanto, s\u00e3o produzidas a partir do cultivo de v\u00edrus em ovos, o que pode representar limita\u00e7\u00e3o de uso por pessoas com alergia a esse alimento. A poss\u00edvel alergia a vacinas nestas pessoas leva alguns m\u00e9dicos a deixar de prescrev\u00ea-las. &#8220;Apenas pessoas com rea\u00e7\u00f5es extremas \u00e0 ingest\u00e3o de ovos (anafilaxia, isto \u00e9, choque, falta de ar, edema de l\u00e1bios, urtic\u00e1ria generalizada), devem se precaver&#8221;, orienta Gabriel Oselka, pediatra e presidente da Comiss\u00e3o de Imuniza\u00e7\u00f5es da Secretaria de Sa\u00fade de S\u00e3o Paulo. Segundo o m\u00e9dico, que vai tratar do tema durante o Controv\u00e9rsias, tais casos s\u00e3o muito raros e excepcionais. De acordo com ele, das vacinas dispon\u00edveis hoje no Brasil, apenas as da gripe e febre amarela s\u00e3o produzidas em ovos. &#8220;Nesses casos, a orienta\u00e7\u00e3o m\u00e9dica aos al\u00e9rgicos \u00e9 fundamental&#8221;, orienta.<\/p>\n<p>&#8220;O objetivo da SBIm \u00e9, a cada edi\u00e7\u00e3o do Controv\u00e9rsias, \u00e9 democratizar o acesso \u00e0s informa\u00e7\u00f5es de qualidade, atendendo, assim, ao estatuto da entidade que prev\u00ea o incentivo \u00e0 educa\u00e7\u00e3o continuada na \u00e1rea de imuniza\u00e7\u00f5es&#8221;, destaca o presidente da SBIm Nacional, Renato Kfouri. As inscri\u00e7\u00f5es s\u00e3o gratuitas e as vagas, limitadas.<\/p>\n<p>Servi\u00e7o:<\/p>\n<p>Controv\u00e9rsias em Imuniza\u00e7\u00f5es<\/p>\n<p>Data: 2 de junho de 2012<\/p>\n<p>Hora: de 8h \u00e0s 18h<\/p>\n<p>Local: Centro Empresarial M\u00e1rio Henrique Simonsen<\/p>\n<p>Av das Am\u00e9ricas, 3.434. Bloco 8. Rio de Janeiro (RJ)<\/p>\n<p>Data Limite para inscri\u00e7\u00f5es: 31 de maio de 2012<\/p>\n<p>Inscri\u00e7\u00f5es pelo site: <a href=\"http:\/\/www.sbim.org.br\/\" target=\"_blank\">http:\/\/www.sbim.org.br\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com o objetivo de discutir e buscar consenso para a indica\u00e7\u00e3o de vacinas em situa\u00e7\u00f5es especiais, conferencistas do Rio de Janeiro, S\u00e3o Paulo, Rio Grande do Sul e Minas Gerais estar\u00e3o reunidos no pr\u00f3ximo dia 2 de junho, para a realiza\u00e7\u00e3o do evento Controv\u00e9rsias em Imuniza\u00e7\u00f5es na cidade do Rio de Janeiro. 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