{"id":33101,"date":"2011-01-10T12:38:31","date_gmt":"2011-01-10T16:38:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=33101"},"modified":"2011-01-10T12:40:16","modified_gmt":"2011-01-10T16:40:16","slug":"the-economist-destaca-atuacao-da-fapesp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2011\/the-economist-destaca-atuacao-da-fapesp\/33101","title":{"rendered":"The Economist destaca atua\u00e7\u00e3o da FAPESP"},"content":{"rendered":"<div>\n<h3><span style=\"font-size: 13px; font-weight: normal;\">Ag\u00eancia FAPESP <\/span><span style=\"font-size: 13px;\"><span style=\"font-weight: normal;\">\u2013 A revista inglesa <\/span><em>The Economist<\/em><span style=\"font-weight: normal;\">, em sua edi\u00e7\u00e3o  de 8 de janeiro, publicou reportagem sobre o bom momento da ci\u00eancia no <\/span><em>Brasil<\/em><span style=\"font-weight: normal;\">,  com destaque para o Estado de S\u00e3o Paulo e o papel da FAPESP. De acordo com a revista, o pa\u00eds, do ponto de vista cient\u00edfico, n\u00e3o \u00e9 mais um  \u201ccompetidor\u00a0mal sucedido\u201d, uma vez que produz atualmente 1 milh\u00e3o de graduados e  10 mil doutores a cada ano, dez vezes mais do que h\u00e1 duas d\u00e9cadas. <\/span><\/span><\/h3>\n<\/div>\n<div>\n<p>\u201cEntre 2002 e 2008, a participa\u00e7\u00e3o brasileira nos artigos cient\u00edficos no  mundo subiu de 1,7% para 2,7%. O pa\u00eds \u00e9 um l\u00edder na pesquisa em medicina  tropical, em bioenergia e em biologia de plantas. Investe 1% de seu crescente  produto interno bruto em pesquisa, o que \u00e9 a metade dos pa\u00edses mais ricos, mas  quase o dobro da m\u00e9dia do restante da Am\u00e9rica Latina. Os cientistas brasileiros  est\u00e3o colaborando cada vez mais com o exterior: 30% dos artigos cient\u00edficos  atuais de brasileiros t\u00eam um coautor estrangeiro\u201d, disse.<\/p>\n<p>Segundo a <em>The Economist<\/em>, tornar-se parte do esfor\u00e7o cient\u00edfico global  representa mais do que orgulho nacional para o Brasil, uma vez que, ao fazer sua  pr\u00f3pria ci\u00eancia, os pa\u00edses em desenvolvimento garantem que n\u00e3o s\u00e3o apenas os  problemas dos pa\u00edses mais ricos que ser\u00e3o resolvidos.<\/p>\n<p>\u201cS\u00e3o Paulo, o Estado brasileiro mais rico, est\u00e1 liderando o esfor\u00e7o. [<em>O  Estado<\/em>] tem as melhores universidades do pa\u00eds, incluindo as duas \u00fanicas  [<em>USP e Unicamp<\/em>] que integram os <em>top 300<\/em> dos dois mais conhecidos  rankings globais. Sua Constitui\u00e7\u00e3o garante \u00e0 funda\u00e7\u00e3o de amparo \u00e0 pesquisa  estadual, conhecida como FAPESP, 1% do total da receita tribut\u00e1ria do Estado\u201d,  destacou.<\/p>\n<p>A revista inglesa aponta que esse or\u00e7amento permite ao Estado de S\u00e3o Paulo  oferecer apoio financeiro e condi\u00e7\u00f5es para pesquisa atraentes a cientistas de  outros pa\u00edses. Atra\u00e7\u00e3o essencial para o pa\u00eds, que precisa de mais  pesquisadores.<\/p>\n<p>\u201cTemos dinheiro e muitas ideias. Mas precisamos de mais grupos de pesquisa e  de mais pessoas que possam lider\u00e1-los\u201d, disse \u00e0 reportagem Glaucia Mendes Souza,  professora do Instituto de Qu\u00edmica da USP e membro da coordena\u00e7\u00e3o do Programa  FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN).<\/p>\n<p>A <em>Economist<\/em> ressalta que essa busca por pesquisadores estrangeiros  chega em boa hora, uma vez que os financiamentos para pesquisa est\u00e3o encolhendo  tanto na Europa como na Am\u00e9rica do Norte. Mas, apesar de pagar bem para jovens  cientistas, o mesmo n\u00e3o ocorre para pesquisadores no topo da carreira,  ressalva.<\/p>\n<p>\u201cAinda assim, a FAPESP est\u00e1 tentando. Anunciou na <em>Nature<\/em> a oferta de  bolsas de dois anos em algumas universidades de S\u00e3o Paulo e, apesar de a maior  parte das respostas ter vindo de cientistas no in\u00edcio de suas carreiras, s\u00e3o  principalmente os mais experientes que est\u00e3o sendo convidados para entrevistas.  A FAPESP espera que, durante esses dois anos, eles aprendam portugu\u00eas e que  alguns queiram ficar [<em>no Brasil<\/em>]\u201d, disse.<\/p>\n<p>Segundo a revista, talvez o principal atrativo que o Brasil possa oferecer  aos cientistas \u00e9 muito espa\u00e7o para crescer. \u201cVoc\u00ea pode ter seu pr\u00f3prio  laborat\u00f3rio por aqui. Pode come\u00e7ar uma \u00e1rea completamente nova em pesquisa.  Aqui, voc\u00ea \u00e9 um pioneiro\u201d, disse Anete Pereira de Souza, professora do  Departamento de Biologia Vegetal da Unicamp, \u00e0 <em>Economist<\/em>.<\/p>\n<p>O texto integral, <em>Go south, young scientist<\/em>, pode ser lido em <a href=\"http:\/\/www.economist.com\/node\/17851421\" target=\"_blank\">www.economist.com\/node\/17851421<\/a><\/p>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ag\u00eancia FAPESP \u2013 A revista inglesa The Economist, em sua edi\u00e7\u00e3o de 8 de janeiro, publicou reportagem sobre o bom momento da ci\u00eancia no Brasil, com destaque para o Estado de S\u00e3o Paulo e o papel da FAPESP. 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