{"id":32636,"date":"2010-12-02T10:23:32","date_gmt":"2010-12-02T14:23:32","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=32636"},"modified":"2010-12-02T10:23:32","modified_gmt":"2010-12-02T14:23:32","slug":"plastica-de-aumento-de-mamas-com-protese-via-axilar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2010\/plastica-de-aumento-de-mamas-com-protese-via-axilar\/32636","title":{"rendered":"Pl\u00e1stica de aumento de mamas com pr\u00f3tese via axilar"},"content":{"rendered":"<p>Mulheres que est\u00e3o insatisfeitas com o tamanho ou tiveram altera\u00e7\u00f5es na forma  de suas mamas, em decorr\u00eancia da idade, gen\u00e9tica, gravidez, altera\u00e7\u00f5es no peso,  exposi\u00e7\u00e3o ao sol e gravidade, podem obter mamas mais firmes e atraentes com a  <strong><em>mamoplastia<\/em><\/strong> de aumento que, atualmente, representa 21% das interven\u00e7\u00f5es  est\u00e9ticas e ocupa o primeiro lugar no ranking de cirurgias pl\u00e1sticas no Brasil,  segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Pl\u00e1stica (SBCP).<\/p>\n<p>No procedimento de<strong><em> aumento de mamas<\/em><\/strong>, existem tr\u00eas t\u00e9cnicas cir\u00fargicas para a  inclus\u00e3o da pr\u00f3tese: via periareolar, inframam\u00e1ria e axilar, sendo esta \u00faltima a  que apresenta resultados est\u00e9ticos significativos. \u201cCom uma incis\u00e3o de  aproximadamente 3 cm, consegue-se colocar a pr\u00f3tese adequadamente. Em alguns  casos, h\u00e1 a necessidade de aparelhos especiais, como videoendoscopia. No  protocolo da minha equipe, utilizo uma alternativa t\u00e9cnica de coloca\u00e7\u00e3o da  pr\u00f3tese pela incis\u00e3o axilar e em posi\u00e7\u00e3o subfascial, porque diminui os inc\u00f4modos  no p\u00f3s-operat\u00f3rio e o risco de deslocamento, se comparada com as outras  t\u00e9cnicas, como a submuscular\u201d, descreve o Dr. Alexandre Mendon\u00e7a Munhoz (CRM-SP  81.555), cirurgi\u00e3o pl\u00e1stico com mestrado e doutorado em Cirurgia Pl\u00e1stica na  \u00e1rea de Cirurgia Mam\u00e1ria pela Faculdade de Medicina da USP, e Membro  Especialista e Titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Pl\u00e1stica (SBCP).<\/p>\n<p>Em entrevista, o especialista relata mais detalhes sobre o assunto, esclarece  porque a t\u00e9cnica que ainda \u00e9 pouco utilizada pelos cirurgi\u00f5es pl\u00e1sticos  brasileiros, suas vantagens e em quais casos ela \u00e9 indicada. Acompanhe.<\/p>\n<p>1.O que \u00e9 uma pr\u00f3tese anat\u00f4mica?<\/p>\n<p>Os implantes mam\u00e1rios de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o chamados anat\u00f4micos ou em formato  de gota apresentam como caracter\u00edstica a maior proje\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o  central-inferior e menor proje\u00e7\u00e3o na parte superior. Desta forma consegue-se um  maior aumento na regi\u00e3o central da mama e menor na regi\u00e3o do colo, configurando  desta forma um formato mais natural e com menor tend\u00eancia aos formatos  circulares, caracter\u00edstica dos implantes redondos de maior volume e com perfil  alto. S\u00e3o habitualmente indicadas para mulheres que desejam maiores aumentos,  por\u00e9m querem ainda manter um formato mais natural (n\u00e3o-redondo). Estes modelos,  tamb\u00e9m com conforma\u00e7\u00e3o \u201cform-stable\u201d, fato este que diminui a possibilidade de  ondulamentos, apresentam uma boa indica\u00e7\u00e3o em mulheres muito magras ou mesmo  atletas, nas quais os resultados respeitam a anatomia da mama. Atualmente,  estamos na 5\u00aa. gera\u00e7\u00e3o de pr\u00f3teses, com uma amplitude muito variada de  sub-modelos que diferem quanto \u00e0 largura, altura e proje\u00e7\u00e3o. Desta forma,  permite-se uma maior op\u00e7\u00e3o de escolha para diferentes pacientes  .<\/p>\n<p>Implante anat\u00f4mico \u201cform-stable\u201d de \u00faltima gera\u00e7\u00e3o com diferentes  proje\u00e7\u00f5es, larguras e alturas.<\/p>\n<p>2.A coloca\u00e7\u00e3o da pr\u00f3tese anat\u00f4mica via  axilar \u00e9 um procedimento que oferece melhor resultado est\u00e9tico? Por que?<\/p>\n<p>Como  qualquer t\u00e9cnica ou procedimento, o uso do implante anat\u00f4mico pela via axilar  apresenta indica\u00e7\u00f5es e limita\u00e7\u00f5es. Em algumas mulheres e a depender da anatomia  local e caracter\u00edsticas do organismo, como formato e posi\u00e7\u00e3o da mama, a  associa\u00e7\u00e3o da via axilar e do implante anat\u00f4mico apresentam benef\u00edcios, quando  comparada com as t\u00e9cnicas tradicionais. A via axilar apresenta, como grande  vantagem, a aus\u00eancia de cicatrizes na mama, uma vez que toda a incis\u00e3o fica  oculta, na regi\u00e3o da axila. Normalmente, com uma incis\u00e3o de aproximadamente 3  cm, consegue-se colocar a pr\u00f3tese adequadamente. Em alguns casos, h\u00e1 a  necessidade de aparelhos especiais, como videoendoscopia. No protocolo da minha  equipe, utilizo uma alternativa t\u00e9cnica de coloca\u00e7\u00e3o da pr\u00f3tese pela incis\u00e3o  axilar e em posi\u00e7\u00e3o subfascial, fato este que diminui os inc\u00f4modos no  p\u00f3s-operat\u00f3rio e o risco de deslocamento, se comparada com as outras t\u00e9cnicas,  como a submuscular. Na indica\u00e7\u00e3o do implante anat\u00f4mico por meio da via axilar  consegue-se resultados mais naturais, principalmente na regi\u00e3o do colo, al\u00e9m dos  benef\u00edcios com a aus\u00eancia de cicatriz na regi\u00e3o da mama. Os resultados est\u00e9ticos  t\u00eam sido significativos.<\/p>\n<p>3.Somente a pr\u00f3tese anat\u00f4mica deve ser colocada  via axilar?<\/p>\n<p>De maneira geral, qualquer tipo de implante pode ser colocado  pela via axilar, seja ele redondo ou anat\u00f4mico. No emprego do implante anat\u00f4mico  existe uma maior complexidade no seu posicionamento, por\u00e9m na nossa experi\u00eancia  os resultados s\u00e3o seguros e previs\u00edveis desde que a t\u00e9cnica seja aplicada  corretamente. De maneira geral e compartilhada com v\u00e1rios cirurgi\u00f5es que a  utilizam de rotina, n\u00e3o \u00e9 o tipo de implante que contra-indica a via de acesso a  ser utilizada. Outros fatores, como a anatomia da axila, o formato e a posi\u00e7\u00e3o  da mama devem ser considerados para a coloca\u00e7\u00e3o ou n\u00e3o da pr\u00f3tese via  axilar.<\/p>\n<p>4.Tecnicamente, por que ela \u00e9 uma t\u00e9cnica mais dif\u00edcil de ser  executada? Por que poucos cirurgi\u00f5es pl\u00e1sticos realizam este procedimento?<\/p>\n<p>A t\u00e9cnica via axilar foi desenvolvida em meados da d\u00e9cada de 70, por\u00e9m na  \u00e9poca se utilizava o plano submuscular total e com incis\u00f5es maiores e cicatrizes  mais percept\u00edveis. Este fato levava a resultados mais limitados e com  possibilidade de deslocamento da pr\u00f3tese e assimetrias. Desta forma, e frente a  complica\u00e7\u00f5es decorrentes desta experi\u00eancia inicial, alguns cirurgi\u00f5es criaram  limita\u00e7\u00f5es para sua maior difus\u00e3o. Como ocorre na evolu\u00e7\u00e3o da pr\u00e1tica cir\u00fargica  e em qualquer outra t\u00e9cnica, muito se evoluiu e aprimorou nos \u00faltimos 40 anos.  No final da d\u00e9cada 90, com o maior refinamento da t\u00e9cnica por meio da associa\u00e7\u00e3o  com a endoscopia, al\u00e9m do melhor conhecimento da anatomia local, o procedimento  via axilar teve um maior avan\u00e7o e maior difus\u00e3o no meio m\u00e9dico. Todavia, e  comparando a via axilar com os demais procedimentos, a t\u00e9cnica apresenta ainda  maior complexidade, requer treinamento espec\u00edfico e necessita de materiais  especiais. Desta forma, n\u00e3o s\u00e3o todos os cirurgi\u00f5es pl\u00e1sticos que a realizam e,  portanto, apresenta uma menor indica\u00e7\u00e3o quando comparada \u00e0s t\u00e9cnicas areolares e  a infra-mam\u00e1ria. Atualmente, com a via axilar consegue-se cicatrizes menores  (2,5 a 4 cm) e posicionadas dentro da prega axilar, fato este que permite  melhores resultados e com cicatrizes impercept\u00edveis com o passar do tempo. Com a  utiliza\u00e7\u00e3o, seja de videoendoscopia ou de instrumentos especiais, \u00e9 poss\u00edvel  realizar o plano subfascial com maior precis\u00e3o e menor risco de deslocamento da  pr\u00f3tese. Como n\u00e3o h\u00e1 manipula\u00e7\u00e3o da musculatura peitoral, a cirurgia e a  anestesia s\u00e3o mais leves, p\u00f3s-operat\u00f3rio mais confort\u00e1vel e com retorno mais  precoce para as atividades habituais.<\/p>\n<p>5.Quais as vantagens que via axilar apresenta para a coloca\u00e7\u00e3o da pr\u00f3tese  anat\u00f4mica?<\/p>\n<p>O grande benef\u00edcio est\u00e1 relacionado com a posi\u00e7\u00e3o final da  cicatriz e a possibilidade de aus\u00eancia de incis\u00f5es\/cicatrizes na regi\u00e3o da mama.  Outra vantagem s\u00e3o os benef\u00edcios est\u00e9ticos nas mulheres que apresentam mamas  muito pequenas, como nos quadro severos de amastia (completa aus\u00eancia da  gl\u00e2ndula mam\u00e1ria), onde n\u00e3o h\u00e1 defini\u00e7\u00e3o do sulco inframam\u00e1rio. Nesta situa\u00e7\u00e3o,  a indica\u00e7\u00e3o da t\u00e9cnica inframam\u00e1ria pode apresentar resultados mais limitados  uma vez que existe uma dificuldade no correto posicionamento da cicatriz final.  Ap\u00f3s a coloca\u00e7\u00e3o do implante, h\u00e1 ainda a possibilidade de a cicatriz permanecer  fora do sulco inframam\u00e1rio, j\u00e1 que este n\u00e3o se apresentava com clara defini\u00e7\u00e3o  no pr\u00e9-operat\u00f3rio. N\u00e3o raro observamos nestes casos de inframam\u00e1ria, a presen\u00e7a  da cicatriz acima do sulco, ou seja, na regi\u00e3o da mama ou mesmo abaixo do sulco  e em posi\u00e7\u00e3o mais vis\u00edvel quando a mulher est\u00e1 com suti\u00e3 ou biquini. Com a  t\u00e9cnica axilar e, como n\u00e3o h\u00e1 qualquer incis\u00e3o na regi\u00e3o da mama e, sobretudo,  do sulco inframam\u00e1rio, consegue-se o melhor posicionamento do sulco e melhores  resultados sem a presen\u00e7a da cicatriz.<\/p>\n<p>6.Qual o melhor local para alojar a pr\u00f3tese (muscular ou subsfacial), pela  via axilar?<\/p>\n<p>A indica\u00e7\u00e3o do plano de coloca\u00e7\u00e3o da pr\u00f3tese depende muito da  anatomia de cada paciente. Em pacientes muito magras, e com mamas muito pequenas  onde existe uma insufici\u00eancia de tecido glandular e adiposo (gordura) na regi\u00e3o  peitoral, o plano submuscular apresenta maiores benef\u00edcios est\u00e9ticos uma vez que  permite uma melhor cobertura da pr\u00f3tese e, portanto resultados mais naturais.  Todavia, a cirurgia \u00e9 um pouco mais extensa e o p\u00f3s-operat\u00f3rio mais prolongado e  com mais restri\u00e7\u00f5es no tempo de retorno para as atividades f\u00edsicas. J\u00e1 a t\u00e9cnica  subfascial permite uma menor manipula\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o muscular e, por conseq\u00fc\u00eancia,  um p\u00f3s-operat\u00f3rio mais confort\u00e1vel e com retorno mais precoce para as atividades  habituais. Em pacientes que n\u00e3o apresentam uma grande insufici\u00eancia tecidual  local, \u00e9 bem indicada e com resultados muito satisfat\u00f3rios. Desta forma a  avalia\u00e7\u00e3o f\u00edsica e a pondera\u00e7\u00e3o destas vantagens e desvantagens s\u00e3o fundamentais  na indica\u00e7\u00e3o de cada t\u00e9cnica.<\/p>\n<p>7.Das cirurgias pl\u00e1sticas para coloca\u00e7\u00e3o de pr\u00f3tese, quantas s\u00e3o realizadas  via axilar?<\/p>\n<p>No Brasil, a cirurgia de pr\u00f3tese de mama \u00e9 uma das cirurgias  est\u00e9ticas mais realizadas. Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s diferentes op\u00e7\u00f5es de t\u00e9cnicas, a via  axilar \u00e9 a terceira mais indicada e representa aproximadamente 10% de todas as  cirurgias de mamoplastia de aumento.<\/p>\n<p>8.Em quais casos deve-se optar pela coloca\u00e7\u00e3o da pr\u00f3tese via axilar?<\/p>\n<p>Habitualmente e desde que a paciente n\u00e3o apresente contra-indica\u00e7\u00e3o  t\u00e9cnica para o procedimento, a sua indica\u00e7\u00e3o \u00e9 uma quest\u00e3o mais relacionada \u00e0  prefer\u00eancia pessoal quanto \u00e0 localiza\u00e7\u00e3o da cicatriz final. Deve-se salientar  que mulheres que apresentam as mamas com grau moderado\/severo de flacidez ou  mesmo a presen\u00e7a de ptose (queda) da mama em intensidade mais acentuada n\u00e3o s\u00e3o  boas candidatas para a t\u00e9cnica axilar. Esta via de acesso permite apenas o  tratamento do volume e corre\u00e7\u00f5es de flacidez\/ptose em grau mais leves. Nestas  situa\u00e7\u00f5es mais intensas, as t\u00e9cnicas areolares ou mesmo a areolar com componente  vertical apresenta resultados est\u00e9ticos superiores, uma vez que permitem o  tratamento do excedente de pele e a corre\u00e7\u00e3o da ptose, caracter\u00edsticas estas que  a t\u00e9cnica axilar n\u00e3o permite corrigir de maneira adequada.<\/p>\n<p>9.O tempo de  recupera\u00e7\u00e3o da paciente \u00e9 igual quando a pr\u00f3tese \u00e9 colocada por outra  t\u00e9cnica?<\/p>\n<p>Em mais de 10 anos realizando as diferentes t\u00e9cnicas, n\u00e3o observamos  diferen\u00e7as significativas em rela\u00e7\u00e3o ao per\u00edodo do p\u00f3s-operat\u00f3rio e o tempo de  recupera\u00e7\u00e3o. Os cuidados e as restri\u00e7\u00f5es s\u00e3o semelhantes entre as tr\u00eas  t\u00e9cnicas.<\/p>\n<p>10.Quais as vantagens e desvantagens desta t\u00e9cnica?<\/p>\n<p>As vantagens est\u00e3o  relacionadas \u00e0 completa aus\u00eancia de cicatriz na regi\u00e3o da mama e a possibilidade  do uso de pr\u00f3teses de maior volume e proje\u00e7\u00e3o, por\u00e9m sem perder as  caracter\u00edsticas de naturalidade e harmonia dos seios. Em pacientes com mamas  muito pequenas e sem defini\u00e7\u00e3o de sulco inframam\u00e1rio, a t\u00e9cnica ainda \u00e9 mais  vantajosa do ponto de vista est\u00e9tico quando comparado com a t\u00e9cnica inframam\u00e1ria  pela aus\u00eancia de cicatriz nesta regi\u00e3o. Todavia, em pacientes com ptose de mama  ou mesmo em casos de flacidez mais intensa, a t\u00e9cnica axilar apresenta algumas  limita\u00e7\u00f5es, porque n\u00e3o permite a corre\u00e7\u00e3o do excedente de pele.<\/p>\n<p>11.Pode ser utilizada para qualquer tamanho de pr\u00f3tese?<\/p>\n<p>Do ponto de vista  t\u00e9cnico n\u00e3o h\u00e1 limita\u00e7\u00f5es quanto ao volume do implante, porque permite a mesma  amplitude de acesso cir\u00fargico que as demais t\u00e9cnicas.<\/p>\n<p>Perfil<\/p>\n<p>Alexandre Mendon\u00e7a Munhoz (CRM-SP 81.555) \u2013 Cirurgi\u00e3o Pl\u00e1stico<\/p>\n<p>Graduado pela Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo (FMUSP)  e resid\u00eancia m\u00e9dica em cirurgia geral e pl\u00e1stica pelo Hospital das Cl\u00ednicas da  FMUSP. Com Mestrado e Doutorado em Cirurgia Pl\u00e1stica na \u00e1rea de Cirurgia Mam\u00e1ria  pela Faculdade de Medicina da USP, Dr. Munhoz \u00e9 Membro Especialista e Titular da  Sociedade Brasileira de Cirurgia Pl\u00e1stica (SBCP) e membro Consultor do corpo de  revisores internacionais das revistas americanas Annals of Plastic Surgery e  Plastic Reconstructive Surgery. Al\u00e9m disso, o especialista participa do corpo  cl\u00ednico dos Hospitais S\u00edrio-Liban\u00eas, Albert Einstein, Oswaldo Cruz e S\u00e3o Luiz. O  cirurgi\u00e3o tamb\u00e9m foi Coordenador do Grupo de Reconstru\u00e7\u00e3o Mam\u00e1ria do Hospital  das Cl\u00ednicas da Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo no per\u00edodo  2000-2009.<\/p>\n<p>Com uma intensa atua\u00e7\u00e3o acad\u00eamica, Dr. Alexandre possui 92  trabalhos cient\u00edficos publicados em jornais e revistas cient\u00edficas do meio  m\u00e9dico, sendo que 50 estudos est\u00e3o indexados no www.pubmed.com (site da  biblioteca m\u00e9dica norte-americana). O especialista j\u00e1 escreveu 26 cap\u00edtulos de  livros, sendo que 8 deles integram livros internacionais. (<a href=\"http:\/\/www.protesedemama.blogspot.com%29\/\" target=\"_blank\">www.protesedemama.blogspot.com<\/a>.)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mulheres que est\u00e3o insatisfeitas com o tamanho ou tiveram altera\u00e7\u00f5es na forma de suas mamas, em decorr\u00eancia da idade, gen\u00e9tica, gravidez, altera\u00e7\u00f5es no peso, exposi\u00e7\u00e3o ao sol e gravidade, podem obter mamas mais firmes e atraentes com a mamoplastia de aumento que, atualmente, representa 21% das interven\u00e7\u00f5es est\u00e9ticas e ocupa o primeiro lugar no ranking [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_genesis_hide_title":false,"_genesis_hide_breadcrumbs":false,"_genesis_hide_singular_image":false,"_genesis_hide_footer_widgets":false,"_genesis_custom_body_class":"","_genesis_custom_post_class":"","_genesis_layout":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[22,5],"tags":[],"class_list":{"0":"post-32636","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-brasil","7":"category-saude-e-vida","8":"entry","9":"gs-1","10":"gs-odd","11":"gs-even","12":"gs-featured-content-entry"},"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32636","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32636"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32636\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32636"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32636"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32636"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}