{"id":32404,"date":"2010-11-16T12:21:59","date_gmt":"2010-11-16T16:21:59","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=32404"},"modified":"2010-11-16T12:21:59","modified_gmt":"2010-11-16T16:21:59","slug":"geossensores-para-estudar-a-amazonia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2010\/geossensores-para-estudar-a-amazonia\/32404","title":{"rendered":"Geossensores para estudar a Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"<p>O desenvolvimento e a aplica\u00e7\u00e3o de redes de <strong><em>geossensores<\/em><\/strong> para <strong><em>monitoramento ambiental<\/em><\/strong>, em particular na Floresta Amaz\u00f4nica, poder\u00e1 contribuir para a melhor compreens\u00e3o de como a floresta interage com a atmosfera e como ela influencia o clima e, de outro lado, como o clima afeta a floresta e o ecossistema.<\/p>\n<p>O destaque foi feito por Celso Von Randow, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), no Workshop de Ci\u00eancia Ambiental, promovido pelo Instituto Virtual de Pesquisas FAPESP-Microsoft Research nos dias 11 e 12 de novembro, na sede da FAPESP.<\/p>\n<p>Segundo Von Randow, um dos desafios para se colocar em pr\u00e1tica a rede de geossensores esbarra na tecnologia a ser desenvolvida para a regi\u00e3o amaz\u00f4nica.<\/p>\n<p>\u201cComo tornar os sensores mais baratos o suficiente para podermos dispor de milhares deles \u00e9 um desafio tecnol\u00f3gico a ser superado. Outro \u00e9 como manejar uma quantidade imensa de dados. Precisamos desenvolver softwares melhores e mais avan\u00e7ados\u201d, disse \u00e0 Ag\u00eancia FAPESP.<\/p>\n<p>O pesquisador apresentou no workshop um projeto de geossensores cujo objetivo \u00e9 medir a variabilidade espacial da temperatura e umidade na Floresta Amaz\u00f4nica e na atmosfera. O projeto tem apoio da FAPESP por meio da modalidade Aux\u00edlio \u00e0 Pesquisa \u2013 Regular.<\/p>\n<p>A pesquisa, feita em parceria com cientistas do Instituto de Astronomia, Geof\u00edsica e Ci\u00eancias Atmosf\u00e9ricas (IAG) da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP), buscar entender melhor aspectos relacionados ao microclima da floresta.<\/p>\n<p>\u201cDo ponto de vista tecnol\u00f3gico, colocar sensores na Amaz\u00f4nia \u00e9 muito mais complicado por causa da temperatura, da umidade, das chuvas e pela pr\u00f3pria complexidade da floresta. Nosso projeto pretende medir os fluxos de di\u00f3xido de carbono e de \u00e1gua entre a floresta e a atmosfera, entre outros aspectos\u201d, explicou.<\/p>\n<p>O projeto se baseia no experimento piloto realizado pelo IAG na Mata Atl\u00e2ntica no Parque Estadual da Serra do Mar, localizado entre os munic\u00edpios de S\u00e3o Luiz de Paraitinga e Ubatuba, em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>\u201cCom esse experimento piloto, conseguimos entender caracter\u00edsticas de como a floresta tropical e a temperatura variam\u201d, disse Humberto Ribeiro da Rocha, professor titular do IAG\/USP, outro palestrante no workshop.<\/p>\n<p>O experimento utilizou cerca de 200 sensores que coletaram dados a cada 30 segundos em m\u00e9dia. No caso da Amaz\u00f4nia ser\u00e3o precisos milhares de sensores. A previs\u00e3o \u00e9 que entre julho e agosto de 2011 o modelo estar\u00e1 pronto para teste. Os pesquisadores esperam que grupos de divesas \u00e1reas do conhecimento sejam agregados para o estudo de aspectos relacionados \u00e0 biologia e ecossistema da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Por Alex Sander Alc\u00e2ntara<\/p>\n<p>Ag\u00eancia FAPESP<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O desenvolvimento e a aplica\u00e7\u00e3o de redes de geossensores para monitoramento ambiental, em particular na Floresta Amaz\u00f4nica, poder\u00e1 contribuir para a melhor compreens\u00e3o de como a floresta interage com a atmosfera e como ela influencia o clima e, de outro lado, como o clima afeta a floresta e o ecossistema. O destaque foi feito por [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_genesis_hide_title":false,"_genesis_hide_breadcrumbs":false,"_genesis_hide_singular_image":false,"_genesis_hide_footer_widgets":false,"_genesis_custom_body_class":"","_genesis_custom_post_class":"","_genesis_layout":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[22],"tags":[],"class_list":{"0":"post-32404","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-brasil","7":"entry","8":"gs-1","9":"gs-odd","10":"gs-even","11":"gs-featured-content-entry"},"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32404","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=32404"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/32404\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=32404"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=32404"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=32404"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}