{"id":31701,"date":"2010-09-28T11:59:40","date_gmt":"2010-09-28T15:59:40","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=31701"},"modified":"2010-09-28T11:59:40","modified_gmt":"2010-09-28T15:59:40","slug":"comercio-eletronico-supera-vendas-de-shoppings-centers-em-sp","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2010\/comercio-eletronico-supera-vendas-de-shoppings-centers-em-sp\/31701","title":{"rendered":"Com\u00e9rcio eletr\u00f4nico supera vendas de shoppings centers em SP"},"content":{"rendered":"<p>O <strong><em>com\u00e9rcio eletr\u00f4nico<\/em><\/strong> faturou R$ 7,8 bilh\u00f5es no Brasil de janeiro a julho  deste ano, um crescimento de 41,2% em compara\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano  passado. Esse faturamento supera o total de vendas dos shoppings centers da  Grande S\u00e3o Paulo, no mesmo per\u00edodo, estimado em R$ 7,2 bilh\u00f5es. Os dados  resultam de uma pesquisa desenvolvida pela Federa\u00e7\u00e3o do Com\u00e9rcio de Bens,  Servi\u00e7os e Turismo do Estado de S\u00e3o Paulo (<strong><em>Fecomercio<\/em><\/strong>) em parceria com a empresa  e-bit.<\/p>\n<p>A maior presen\u00e7a do e-commerce no varejo levou a Fecomercio a rever a  metodologia de apura\u00e7\u00e3o da Pesquisa Conjuntural do Com\u00e9rcio Varejista (PCCV),  desenvolvida mensalmente desde 1970. A partir de agora, o com\u00e9rcio eletr\u00f4nico  passa a ser acompanhado como um segmento do varejo, denominado, dentro da  pesquisa, como \u201ce-PCCV\u201d.<\/p>\n<p>\u201cSempre dentro do objetivo de se manter moderna e adequada ao perfil do  varejo, a PCCV vem sofrendo, ao longo dos anos, atualiza\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas e  metodol\u00f3gicas, buscando preservar o seu reconhecido grau de precis\u00e3o e de  confiabilidade, em fun\u00e7\u00e3o da din\u00e2mica que caracteriza o segmento comercial e que  exige aprimoramentos constantes\u201d, afirma o diretor executivo da Fecomercio,  Antonio Carlos Borges. \u201cIncorporamos na PCCV o faturamento acompanhado pela  e-bit nas transa\u00e7\u00f5es de vendas efetuadas pela internet como forma de  reconhecimento \u00e0 crescente e ineg\u00e1vel expressividade que o segmento vem  assumindo no \u00e2mbito do varejo brasileiro\u201d, acrescenta.<\/p>\n<p>O processo de incorpora\u00e7\u00e3o dos dados relativos ao e-commerce na PCCV exigiu  uma revis\u00e3o profunda da metodologia, o que permitiu viabilizou a apresenta\u00e7\u00e3o de  informa\u00e7\u00e3o in\u00e9dita em levantamentos de conjuntura varejista: o volume mensal  estimado das vendas, em valores monet\u00e1rios, para todas as atividades pesquisadas  pela PCCV e e-bit. Dessa forma, chegou-se ao valor de R$ 55,62 bilh\u00f5es o  faturamento total do varejo na Grande S\u00e3o Paulo nos sete primeiros meses do ano,  expans\u00e3o de 10% sobre o mesmo per\u00edodo do ano anterior.<\/p>\n<p>De acordo com o diretor de marketing e produtos da e-bit, Alexandre Umberti,  a parceria estabelecida \u00e9 positiva para os dois lados. \u201cA presen\u00e7a da e-bit em  indicadores importantes como os da Fecomercio consolida ainda mais a empresa  como refer\u00eancia em informa\u00e7\u00f5es de e-commerce, al\u00e9m de acrescentar ao PCCV  n\u00fameros importantes de um mercado que vem ocupando um espa\u00e7o cada vez maior na  economia brasileira\u201d, afirma o executivo.<\/p>\n<p>O e-commerce movimentou R$ 1,25 bilh\u00e3o, de janeiro a julho de 2010, na RMSP,  alta de 29,3% ante igual per\u00edodo de 2009. Em julho, o segmento correspondeu a  2,3% do total das vendas na Grande S\u00e3o Paulo. \u201cEstima-se que o com\u00e9rcio  eletr\u00f4nico cres\u00e7a na ordem de 30% ao ano e, se isso acontecer, nos pr\u00f3ximos dois  anos as vendas desse segmento tendem a superar as de lojas de departamentos e de  m\u00f3veis e decora\u00e7\u00e3o. O com\u00e9rcio eletr\u00f4nico deixar\u00e1 de ser, no futuro, a nona  for\u00e7a do varejo paulista para ficar em s\u00e9timo lugar\u201d, projeta Borges.<\/p>\n<p>As estimativas da e-bit indicam que o com\u00e9rcio eletr\u00f4nico deve fechar o ano  de 2010 com um faturamento da ordem de R$ 14,3 bilh\u00f5es, uma expans\u00e3o de 35% em  rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior. Como refer\u00eancia, esse valor supera, segundo c\u00e1lculos da  Assessoria Econ\u00f4mica da Fecomercio, 10% superior a o or\u00e7amento do Programa Bolsa  Fam\u00edlia de 2010; a soma dos or\u00e7amentos anuais de cinco minist\u00e9rios  (Comunica\u00e7\u00f5es, Cultura, Meio Ambiente, Esportes e Turismo), e tamb\u00e9m representa  6,5 vezes o or\u00e7amento anual do Minist\u00e9rio da Cultura; corresponde \u00e0 venda 350  mil ve\u00edculos; e equivale ao valor gasto, anualmente, por todas as fam\u00edlias  brasileiras com roupa feminina; e maior do que a despesa total das fam\u00edlias do  Pa\u00eds com g\u00e1s dom\u00e9stico.<\/p>\n<p>Para o total do varejo na Grande S\u00e3o Paulo em 2010, a Fecomercio projeta um  crescimento total de 7% (6,6% no varejo tradicional e 25% no eletr\u00f4nico). A  \u00fanica vari\u00e1vel que pode comprometer tal progn\u00f3stico, alerta a Assessoria  Econ\u00f4mica da Federa\u00e7\u00e3o, \u00e9 a prorroga\u00e7\u00e3o por um prazo muito extenso do ciclo de  altas na taxa b\u00e1sica de juro, contaminando, assim, os custos dos empr\u00e9stimos  para pessoas f\u00edsicas.<\/p>\n<p>Nos primeiros sete meses do ano, as lojas de eletrodom\u00e9sticos e  eletroeletr\u00f4nicos registraram as maiores altas no varejo da Grande S\u00e3o Paulo,  com expans\u00e3o de 23,8% nas vendas em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2009. Em  seguida, com alta de 15,7% na mesma base comparativa, veio o setor de vestu\u00e1rio,  tecidos e cal\u00e7ados. Considerando o faturamento, os supermercados lideram o  varejo da RMSP, ao atingir R$ 18,98 bilh\u00f5es, eleva\u00e7\u00e3o de 4,7% ante o mesmo  per\u00edodo do ano passado.<\/p>\n<p>De acordo com a Assessoria Econ\u00f4mica da Fecomercio, a prolongada  continuidade, em n\u00edveis positivos, dos indicadores determinantes do consumo \u2013  renda, emprego, cr\u00e9dito, infla\u00e7\u00e3o e confian\u00e7a do consumidor \u2013 e a aus\u00eancia de  amea\u00e7as a esse cen\u00e1rio, no curto prazo, mant\u00eam e mantiveram as vendas em n\u00edveis  aquecidos no primeiro semestre e em julho passado, dando um tom otimista para o  desempenho do com\u00e9rcio at\u00e9 o final deste ano.<\/p>\n<p>Nota Metodol\u00f3gica<\/p>\n<p>A Pesquisa Conjuntural do Com\u00e9rcio Varejista (PCCV) \u00e9 apurada mensalmente  pela Fecomercio desde 1970, tendo sido atualizada periodicamente de forma ase  manter moderna e adequada ao perfil do varejo. Os dados s\u00e3o coletados junto a  cerca de 1.800 estabelecimentos comerciais na regi\u00e3o metropolitana de S\u00e3o Paulo.  A pesquisa tem como objetivo acompanhar e avaliar o desempenho do com\u00e9rcio  varejista em seus v\u00e1rios ramos de atividade. Das informa\u00e7\u00f5es apuradas, s\u00e3o  gerados indicadores de faturamento nominal e faturamento real. Os dados da  pesquisa auxiliam o empres\u00e1rio no processo de tomada de decis\u00f5es em termos de  investimentos, prioriza\u00e7\u00e3o de atividades, identifica\u00e7\u00e3o de tend\u00eancias do  consumidor e do mercado, adequa\u00e7\u00e3o a novos padr\u00f5es, redefini\u00e7\u00e3o de diretrizes,  altera\u00e7\u00e3o nos padr\u00f5es de consumo, inser\u00e7\u00e3o no mercado, servindo, assim, como um  balizador das suas atividades no curto prazo. A pesquisa sobre e-commerce parte  de amostra de 2.500 empresas no Brasil realizada pela empresa de consultoria  e-bit, o que representa mais de 90% do faturamento do e-commerce brasileiro. S\u00e3o  aplicadas todos os meses 100 mil pesquisas, exclui-se da amostra o setor de  servi\u00e7os, passagens a\u00e9reas e vendas de ve\u00edculos. Com base nas informa\u00e7\u00f5es  obtidas, a Fecomercio consolida os dados fornecidos pela e-bit,  contabilizando-os e comparando-os ao conjunto de atividades do varejo da Grande  S\u00e3o Paulo<\/p>\n<p>Sobre a Fecomercio<\/p>\n<p>A Federa\u00e7\u00e3o do Com\u00e9rcio de Bens, Servi\u00e7os e Turismo do Estado de S\u00e3o Paulo  (Fecomercio) \u00e9 a principal entidade sindical paulista dos setores de com\u00e9rcio e  servi\u00e7os. Representa empresas e congrega 152 sindicatos patronais, que abrangem  cerca de 700 mil companhias e respondem por 11% do PIB paulista \u2013  aproximadamente 4% do PIB brasileiro \u2013 gerando em torno de cinco milh\u00f5es de  empregos.<\/p>\n<p>Sobre a e-bit<\/p>\n<p>Presente no mercado brasileiro desde janeiro de 2000, a e-bit conquistou  destaque no desenvolvimento do com\u00e9rcio eletr\u00f4nico no pa\u00eds, sendo refer\u00eancia no  fornecimento de informa\u00e7\u00f5es de e-commerce. A e-bit oferece servi\u00e7os tanto para  empresas como para o consumidor online. Para os consumidores, a e-bit atua como  um consultor de compras pela internet, publicando em seu site (www.ebit.com.br)  as avalia\u00e7\u00f5es das pessoas que realmente compraram nas lojas virtuais fizeram das  mesmas. J\u00e1 as informa\u00e7\u00f5es sobre os servi\u00e7os direcionados \u00e0s empresas podem ser  encontradas no site institucional da e-bit (www.ebitempresa.com.br).<br \/>\nA e-bit  tem atualmente mais de 2.500 lojas conveniadas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O com\u00e9rcio eletr\u00f4nico faturou R$ 7,8 bilh\u00f5es no Brasil de janeiro a julho deste ano, um crescimento de 41,2% em compara\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano passado. Esse faturamento supera o total de vendas dos shoppings centers da Grande S\u00e3o Paulo, no mesmo per\u00edodo, estimado em R$ 7,2 bilh\u00f5es. 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