{"id":31007,"date":"2010-08-23T15:36:03","date_gmt":"2010-08-23T19:36:03","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=31007"},"modified":"2010-08-23T15:36:03","modified_gmt":"2010-08-23T19:36:03","slug":"com-fim-da-copa-ficou-mais-barato-comprar-eletroeletronicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2010\/com-fim-da-copa-ficou-mais-barato-comprar-eletroeletronicos\/31007","title":{"rendered":"Com fim da Copa, ficou mais barato comprar eletroeletr\u00f4nicos"},"content":{"rendered":"<p>Com o fim da Copa do Mundo, os <strong><em>produtos eletroeletr\u00f4nicos<\/em><\/strong> est\u00e3o ainda mais  <strong><em>baratos<\/em><\/strong>. \u00c9 o que revela a an\u00e1lise do \u00cdndice de Pre\u00e7os no Varejo (IPV), aferido  pela Federa\u00e7\u00e3o do Com\u00e9rcio de Bens Servi\u00e7os e Turismo do Estado de S\u00e3o Paulo  (Fecomercio). Na compara\u00e7\u00e3o entre julho e junho, o resultado geral do IPV se  manteve est\u00e1vel. No ano, o indicador acumula alta de 1,63% e, nos \u00faltimos 12  meses, de 1,56%.<\/p>\n<p>Segundo a assessora econ\u00f4mica da Fecomercio, J\u00falia Ximenes, com o termino  da Copa da \u00c1frica surgiram v\u00e1rias promo\u00e7\u00f5es no com\u00e9rcio varejista, o que  pressionou os pre\u00e7os m\u00e9dios dos produtos Eletroeletr\u00f4nicos para baixo. \u201cO setor  recuou 1,57% em compara\u00e7\u00e3o a junho, a nona queda consecutiva\u201d, destaca.<\/p>\n<p>A economista afirma que as promo\u00e7\u00f5es pressionaram ainda mais os pre\u00e7os do  setor que, no ano, acumula varia\u00e7\u00e3o negativa de 6,53% nos pre\u00e7os m\u00e9dios de seus  produtos. \u201cA concorr\u00eancia desleal do com\u00e9rcio informal e a r\u00e1pida obsolesc\u00eancia  dos equipamentos eletr\u00f4nicos s\u00e3o o motivo desta queda continuada\u201d, aponta  J\u00falia.<\/p>\n<p>Dos outros 20 grupos que comp\u00f5em o IPV, nove registraram varia\u00e7\u00e3o  negativa em julho, sendo a queda no pre\u00e7o m\u00e9dio do setor de Feiras a que mais se  destaca. Em rela\u00e7\u00e3o a junho, o setor apresentou recuo de 1,88%, a quarta  retra\u00e7\u00e3o consecutiva. Somado a isto, os pre\u00e7os m\u00e9dios dos produtos de  Supermercados tamb\u00e9m ca\u00edram 0,03% em compara\u00e7\u00e3o com o m\u00eas anterior, o que  contribuiu para um reajuste dos pre\u00e7os dos produtos aliment\u00edcios. \u201cEm 2010, os  alimentos j\u00e1 acumulam varia\u00e7\u00e3o negativa de 0,09%\u201d, afirma a economista.<\/p>\n<p>Segundo J\u00falia, o segmento de Vestu\u00e1rio, Tecidos e Cal\u00e7ados reverteu a  tend\u00eancia de alta que vinha apresentando e apresentou retra\u00e7\u00e3o de 0,28% ante  junho. O comportamento do setor, no entanto, se deve \u00e0 sazonalidade do setor. \u201c\u00c9  comum haver queimas de estoque antes da troca da cole\u00e7\u00e3o de outono-inverno para  a de primavera-ver\u00e3o\u201d, explica.<\/p>\n<p>Os outros grupos de produtos que apresentaram queda de seus pre\u00e7os m\u00e9dios  em julho foram: Floriculturas (-3,16%), CDs (-1,34%), Jornais e Revistas  (-1,09%), Livrarias (-0,36%), Autope\u00e7as (-0,32%) e Eletrodom\u00e9sticos  (-0,09%).<br \/>\nPor outro lado<\/p>\n<p>Devido ao aquecimento do mercado imobili\u00e1rio, em julho, o setor de Materiais  de Constru\u00e7\u00e3o registrou a terceira alta consecutiva. Segundo a assessora  econ\u00f4mica da Fecomercio, mesmo o incentivo fiscal concedido para as mercadorias  que ser\u00e3o usadas nas obras para a Copa n\u00e3o foi suficiente para arrefecer a  eleva\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os no setor. \u201cEste m\u00eas, os materiais de constru\u00e7\u00e3o ficaram, em  m\u00e9dia, 2,73% mais caros\u201d, conta Julia. \u201cNo ano, o segmento acumula alta de  7,34%.\u201d<\/p>\n<p>A economista tamb\u00e9m destaca que os pre\u00e7os do setor de Ve\u00edculos continuam  subindo. \u201cSem a redu\u00e7\u00e3o do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), este  segmento j\u00e1 apresenta a quarta alta consecutiva\u201d, comenta J\u00falia. Entretanto, a  varia\u00e7\u00e3o nos pre\u00e7os dos ve\u00edculos foi menor do que em junho. \u201cO segmento  registrou varia\u00e7\u00e3o de 0,21% em julho, no m\u00eas passado, o incremento havia sido de  1,03%\u201d, compara. O pre\u00e7o dos combust\u00edveis, que vinha de tr\u00eas quedas  consecutivas, se manteve praticamente inalterado, apontando ligeira alta de  0,05% na compara\u00e7\u00e3o com junho.<\/p>\n<p>Os outros grupos de produtos que apresentaram eleva\u00e7\u00e3o de seus pre\u00e7os  m\u00e9dios em julho foram: A\u00e7ougues (0,86%), Padarias (0,35%), Relojoarias (0,31%),  M\u00f3veis e Decora\u00e7\u00e3o (0,29%), \u00d3ticas (0,27%), Papelaria (0,27%), Brinquedos  (0,12%), Drogarias e Perfumarias (0,11%) e Postos de Combust\u00edveis (0,06%).<br \/>\nSobre a Fecomercio<\/p>\n<p>A Federa\u00e7\u00e3o do Com\u00e9rcio de Bens, Servi\u00e7os e Turismo do Estado de S\u00e3o Paulo  (Fecomercio) \u00e9 a principal entidade sindical paulista dos setores de com\u00e9rcio e  servi\u00e7os. Representa empresas e congrega 152 sindicatos patronais, que abrangem  cerca de 700 mil companhias e respondem por 11% do PIB paulista \u2013  aproximadamente 4% do PIB brasileiro \u2013 gerando em torno de cinco milh\u00f5es de  empregos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com o fim da Copa do Mundo, os produtos eletroeletr\u00f4nicos est\u00e3o ainda mais baratos. \u00c9 o que revela a an\u00e1lise do \u00cdndice de Pre\u00e7os no Varejo (IPV), aferido pela Federa\u00e7\u00e3o do Com\u00e9rcio de Bens Servi\u00e7os e Turismo do Estado de S\u00e3o Paulo (Fecomercio). 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