{"id":16782,"date":"2009-11-10T19:32:24","date_gmt":"2009-11-10T23:32:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=16782"},"modified":"2009-11-10T19:32:24","modified_gmt":"2009-11-10T23:32:24","slug":"pessoas-com-ancestrais-europeus-tem-maior-risco-de-desenvolver-apneia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2009\/pessoas-com-ancestrais-europeus-tem-maior-risco-de-desenvolver-apneia\/16782","title":{"rendered":"Pessoas com ancestrais europeus t\u00eam maior risco de desenvolver apneia"},"content":{"rendered":"<p>Estudo in\u00e9dito com 1.042 pessoas foi feito com a utiliza\u00e7\u00e3o de marcadores gen\u00e9ticos de brasileiros e mostrou que <strong>descendentes de europeus<\/strong> t\u00eam mais chances de desenvolver <strong>apneia do sono<\/strong>. A ancestralidade gen\u00e9tica pode indicar se uma pessoa, independentemente da faixa et\u00e1ria ou do tipo de vida que ela leva, ter\u00e1 maior risco de desenvolver apneia, que \u00e9 um dist\u00farbio respirat\u00f3rio associado ao sono. O tema &#8220;Influ\u00eancia da ancestralidade gen\u00e9tica na pr\u00e9-disposi\u00e7\u00e3o para apneia obstrutiva&#8221; ser\u00e1 abordado durante o Congresso Mundial de Medicina do Sono, realizado entre os dias 9 e 11 de novembro, em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Um estudo epidemiol\u00f3gico feito em 2009 no Brasil atrav\u00e9s de marcadores gen\u00e9ticos com 1.042 pessoas de diferentes grupos \u00e9tnicos comprovou que os indiv\u00edduos com apneia do sono apresentavam em m\u00e9dia 78% de ancestralidade europeia. Em indiv\u00edduos sem o dist\u00farbio, essa porcentagem caiu para 73%. Por outro lado, a ancestralidade africana apareceu como um fator protetor para esse dist\u00farbio de sono e a ancestralidade asi\u00e1tica ou ind\u00edgena n\u00e3o mostrou ser fator de risco.<\/p>\n<p>Esse trabalho, feito no Departamento de Psicobiologia da Unifesp foi composto de indiv\u00edduos entre 20 e 80 anos, sendo 55.7% de mulheres e 44,3% de homens de todas as classes sociais da cidade S\u00e3o Paulo. &#8220;Constatamos com esse estudo que a popula\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo, em quase sua totalidade, tem algum tra\u00e7o de miscigena\u00e7\u00e3o&#8221;, diz a pesquisadora, que ressalta que esse \u00e9 o primeiro trabalho, com esse perfil, feito em todo o mundo.<\/p>\n<p>&#8220;A t\u00e9cnica utilizando marcadores gen\u00e9ticos \u00e9 inovadora e esclarecedora: com os marcadores espalhados pelo genoma, conseguimos quantificar o percentual de ancestralidade da pessoa. Esse estudo mostra pela primeira vez que a etnia e a gen\u00e9tica s\u00e3o fatores determinantes na manifesta\u00e7\u00e3o desse dist\u00farbio&#8221;, explica a geneticista e pesquisadora da Unifesp, Camila Guindalini, respons\u00e1vel pela apresenta\u00e7\u00e3o do estudo durante o evento.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Estudo in\u00e9dito com 1.042 pessoas foi feito com a utiliza\u00e7\u00e3o de marcadores gen\u00e9ticos de brasileiros e mostrou que descendentes de europeus t\u00eam mais chances de desenvolver apneia do sono. 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