{"id":167307,"date":"2019-01-28T23:41:22","date_gmt":"2019-01-29T01:41:22","guid":{"rendered":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=167307"},"modified":"2019-01-28T23:41:43","modified_gmt":"2019-01-29T01:41:43","slug":"mercado-reduz-projecao-de-crescimento-da-economia-para-25-em-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2019\/mercado-reduz-projecao-de-crescimento-da-economia-para-25-em-2019\/167307","title":{"rendered":"Mercado reduz proje\u00e7\u00e3o de crescimento da economia para 2,5% em 2019"},"content":{"rendered":"<p>Institui\u00e7\u00f5es financeiras, consultadas pelo Banco Central (BC), reduziram a proje\u00e7\u00e3o para o <em><strong>crescimento da economia<\/strong><\/em>, neste ano e em 2020. A proje\u00e7\u00e3o para a expans\u00e3o do Produto Interno Bruto (PIB) \u2013 a soma de todos os bens e servi\u00e7os produzidos no pa\u00eds \u2013 foi ajustada de 2,53% para 2,50%, em 2019.<\/p>\n<p>Para o pr\u00f3ximo ano, a expectativa caiu de 2,60% para 2,50%. Em 2021 e 2022, a proje\u00e7\u00e3o segue em 2,50%. Essas s\u00e3o as previs\u00f5es de institui\u00e7\u00f5es financeiras consultadas pelo BC todas as semanas sobre os principais indicadores econ\u00f4micos.<\/p>\n<p>A infla\u00e7\u00e3o, calculada pelo \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA), deve ficar em 4% este ano.<\/p>\n<p>Na semana passada, a proje\u00e7\u00e3o para o IPCA estava em 4,01%. A estimativa segue abaixo da meta de infla\u00e7\u00e3o (4,25%), com intervalo de toler\u00e2ncia entre 2,75% e 5,75%, este ano.<\/p>\n<p>Para 2020, a proje\u00e7\u00e3o para o IPCA segue em 4%, h\u00e1 82 semanas seguidas. Para 2021 e 2022, a estimativa permanece em 3,75%.<\/p>\n<p>A meta de infla\u00e7\u00e3o \u00e9 4%, em 2020, e 3,75%, em 2021, com intervalo de toler\u00e2ncia de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente).<\/p>\n<p>O BC usa como principal instrumento a taxa b\u00e1sica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano, para alcan\u00e7ar a meta da taxa inflacion\u00e1ria.<\/p>\n<p>De acordo com o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2019 em 7% ao ano e continuar a subir em 2020, encerrando o per\u00edodo em 8% ao ano, permanecendo nesse patamar em 2021 e 2022.<\/p>\n<p>O Comit\u00ea de Pol\u00edtica Monet\u00e1ria (Copom) aumenta a Selic para conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos pre\u00e7os porque os juros mais altos encarecem o cr\u00e9dito e estimulam a poupan\u00e7a.<\/p>\n<p>Quando o Copom diminui a Selic, a tend\u00eancia \u00e9 que o cr\u00e9dito fique mais barato, com incentivo \u00e0 produ\u00e7\u00e3o e ao consumo, reduzindo o controle da infla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A manuten\u00e7\u00e3o da taxa b\u00e1sica de juros indica que o Copom considera as altera\u00e7\u00f5es anteriores suficientes para chegar \u00e0 meta de infla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A previs\u00e3o do mercado financeiro para a cota\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar permanece em R$ 3,75 no final deste ano, e em R$ 3,78, no fim de 2020.<\/p>\n<p>28\/01\/2019<\/p>\n<p>Por Kelly Oliveira &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Talita Cavalcante<br \/>\nhttp:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/economia<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n<p>&#8212;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Institui\u00e7\u00f5es financeiras, consultadas pelo Banco Central (BC), reduziram a proje\u00e7\u00e3o para o crescimento da economia, neste ano e em 2020. A proje\u00e7\u00e3o para a expans\u00e3o do Produto Interno Bruto (PIB) \u2013 a soma de todos os bens e servi\u00e7os produzidos no pa\u00eds \u2013 foi ajustada de 2,53% para 2,50%, em 2019. Para o pr\u00f3ximo ano, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":148164,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_genesis_hide_title":false,"_genesis_hide_breadcrumbs":false,"_genesis_hide_singular_image":false,"_genesis_hide_footer_widgets":false,"_genesis_custom_body_class":"","_genesis_custom_post_class":"","_genesis_layout":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[22,388,7],"tags":[],"class_list":{"0":"post-167307","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-brasil","8":"category-destaques","9":"category-economia","10":"entry","11":"gs-1","12":"gs-odd","13":"gs-even","14":"gs-featured-content-entry"},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/imagens\/economia-analise-2.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/167307","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=167307"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/167307\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/148164"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=167307"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=167307"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=167307"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}