{"id":165961,"date":"2019-01-17T20:12:02","date_gmt":"2019-01-17T22:12:02","guid":{"rendered":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=165961"},"modified":"2019-01-17T20:12:02","modified_gmt":"2019-01-17T22:12:02","slug":"confianca-do-consumidor-avanca-12-em-2018","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2019\/confianca-do-consumidor-avanca-12-em-2018\/165961","title":{"rendered":"Confian\u00e7a do Consumidor avan\u00e7a 12% em 2018"},"content":{"rendered":"<p> O <strong><em>Indicador de Confian\u00e7a do Consumidor<\/em><\/strong> aumentou 12% em dezembro de 2018 em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano anterior, ao alcan\u00e7ar 45,8 pontos. Em dezembro de 2017, o \u00edndice estava em 40,9 pontos, de acordo com dados da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Servi\u00e7o de Prote\u00e7\u00e3o ao Cr\u00e9dito (SPC Brasil). Mesmo com a eleva\u00e7\u00e3o, a taxa mostra que a maioria dos consumidores ainda est\u00e1 pessimista, j\u00e1 que a escala do indicador varia de zero a 100, sendo que resultados acima de 50 pontos mostram uma percep\u00e7\u00e3o mais otimista.<\/p>\n<p>Quando avaliado o cen\u00e1rio econ\u00f4mico atual e da pr\u00f3pria vida financeira dos consumidores, sete em cada dez brasileiros (72%) enxergam o momento da economia de forma negativa. As principais raz\u00f5es apontadas s\u00e3o desemprego elevado (63%), aumento dos pre\u00e7os (59%), alta na taxa de juros (38%), desvaloriza\u00e7\u00e3o do real frente ao d\u00f3lar (25%) e menor poder de compra do consumidor (22%). Para 25%, o quadro econ\u00f4mico \u00e9 regular e apenas 2% consideram bom.<\/p>\n<p>Quanto \u00e0 vida financeira, 40% dos brasileiros avaliam sua situa\u00e7\u00e3o como negativa, enquanto 47% classificam como regular e somente 12% como boa. Para quem compartilha da vis\u00e3o negativa, o alto custo de vida \u00e9 a raz\u00e3o mais citada, por mais da metade (55%) desses entrevistados. O desemprego aparece segundo lugar (40%), ao passo que 24% culpam a queda da renda familiar.<\/p>\n<p>\u201cMesmo diante de uma situa\u00e7\u00e3o em que a maior parte dos consumidores avalia como ruim, as boas expectativas se mant\u00eam para o futuro. Mas, para que a retomada da confian\u00e7a se consolide, ser\u00e1 preciso que o consumidor sinta alguma melhora no momento atual, com o aumento da oferta de vagas de emprego e o avan\u00e7o da sua renda\u201d, disse a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. Segundo ela, o achatamento da renda e o alto \u00edndice de desemprego continuam impactando o bolso do consumidor, fazendo com que a avalia\u00e7\u00e3o do momento atual seja negativa.<\/p>\n<p>Futuro<br \/>\nPara 34% dos brasileiros, a economia para os pr\u00f3ximos meses deve melhorar, mas 43% n\u00e3o sabem explicar por que pensam isso. Para 40%, o clima de otimismo est\u00e1 ligado ao fato de o cen\u00e1rio pol\u00edtico se mostrar mais favor\u00e1vel, 12% atribuem \u00e0 percep\u00e7\u00e3o de queda do desemprego e 11% por enxergarem uma estabiliza\u00e7\u00e3o nos pre\u00e7os.<\/p>\n<p>Enquanto isso, outros 34% se mant\u00eam neutros e n\u00e3o afirmam que as condi\u00e7\u00f5es estar\u00e3o melhores ou piores daqui seis meses. J\u00e1 27% disseram estar pessimistas, devido aos esc\u00e2ndalos de corrup\u00e7\u00e3o (46%), o receio de que a infla\u00e7\u00e3o saia do controle (42%) e o desemprego (37%) como fatores que mais pesam.<\/p>\n<p>Quando questionados sobre o que esperam para os pr\u00f3ximos seis meses em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s suas finan\u00e7as, seis em cada dez brasileiros (61%) acham que sua vida financeira vai melhorar, contra apenas 9% que acreditam em uma piora. H\u00e1 ainda 25% de entrevistados neutros.<\/p>\n<p>Desemprego<br \/>\nA pesquisa mostrou que quatro em cada dez consumidores (41%) afirmaram ter ao menos um desempregado em sua resid\u00eancia. Al\u00e9m disso, 66% dos brasileiros que trabalham temem, em algum grau, serem demitidos, ante 34% que disseram n\u00e3o ter esse risco.<\/p>\n<p>O custo de vida \u00e9 o que tem pesado mais na vida financeira familiar para 51% dos entrevistados. Em seguida aparece falta de emprego (18%), endividamento (14%) e queda dos rendimentos (10%). O aumento da conta de luz foi o servi\u00e7o mais mencionado por 89% dos entrevistados. Outros 88% citaram a alta nos produtos comprados em supermercados, enquanto 80% destacaram o valor dos combust\u00edveis e 75% os artigos de vestu\u00e1rio.<\/p>\n<p>17\/01\/2019<br \/>\nPor Fl\u00e1via Albuquerque &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Fernando Fraga<br \/>\nhttp:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/economia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Indicador de Confian\u00e7a do Consumidor aumentou 12% em dezembro de 2018 em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo do ano anterior, ao alcan\u00e7ar 45,8 pontos. Em dezembro de 2017, o \u00edndice estava em 40,9 pontos, de acordo com dados da Confedera\u00e7\u00e3o Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Servi\u00e7o de Prote\u00e7\u00e3o ao Cr\u00e9dito (SPC Brasil). 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