{"id":164551,"date":"2019-01-05T16:52:29","date_gmt":"2019-01-05T18:52:29","guid":{"rendered":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=164551"},"modified":"2019-01-05T16:52:29","modified_gmt":"2019-01-05T18:52:29","slug":"precos-na-industria-caem-154-no-maior-recuo-desde-janeiro-de-2014","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2019\/precos-na-industria-caem-154-no-maior-recuo-desde-janeiro-de-2014\/164551","title":{"rendered":"Pre\u00e7os na ind\u00fastria caem 1,54% no maior recuo desde janeiro de 2014"},"content":{"rendered":"<p> Influenciados pela redu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os dos derivados do petr\u00f3leo e do \u00e1lcool, al\u00e9m de outros produtos qu\u00edmicos, os <strong><em>pre\u00e7os da ind\u00fastria<\/em><\/strong> fecharam o m\u00eas de novembro com defla\u00e7\u00e3o (infla\u00e7\u00e3o negativa) de 1,54%, resultado inferior ao -0,68 de outubro. Esta foi a maior queda de toda a s\u00e9rie hist\u00f3rica iniciada em janeiro de 2014.<\/p>\n<p>Os dados fazem parte da pesquisa relativa ao \u00cdndice de Pre\u00e7os ao Produtor (IPP) e foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), no Rio de Janeiro.<\/p>\n<p>Com o resultado de novembro, o indicador acumula no ano (novembro-janeiro) alta de 11,47%, inferior aos 11,94% do acumulado nos \u00faltimos doze meses (a taxa anualizada). Em novembro do ano passado, o IPP, que mede os pre\u00e7os na porta das f\u00e1bricas, foi de 1,40%.<\/p>\n<p>Segundo o IBGE, apesar da queda, na passagem de outubro para novembro houve varia\u00e7\u00f5es positivas de pre\u00e7os em 11 das 24 atividades, contra 8 relativas ao m\u00eas anterior.<\/p>\n<p>Segundo o gerente de An\u00e1lise e Metodologia do IBGE, Alexandre Brand\u00e3o, v\u00e1rios fatores influenciaram a queda de 7,23% verificada nos pre\u00e7os do refino de petr\u00f3leo, \u201ca mais intensa desde janeiro de 2010\u201d.<\/p>\n<p>\u201cOs pre\u00e7os do \u00f3leo bruto extra\u00eddo ca\u00edram, o que reduz os custos de refino e influenciam toda a cadeia de produ\u00e7\u00e3o. O \u00f3leo diesel, que tem o maior peso no refino, ficou mais barato. Al\u00e9m disso, a nafta, que \u00e9 mat\u00e9ria-prima fundamental para a ind\u00fastria qu\u00edmica, tamb\u00e9m teve redu\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os\u201d, explicou.<\/p>\n<p>Outra quest\u00e3o importante no per\u00edodo, segundo o gerente, foi a varia\u00e7\u00e3o do d\u00f3lar, que tinha aumentado em outubro e sofreu pequena deprecia\u00e7\u00e3o em novembro. \u201cIsso barateou as importa\u00e7\u00f5es de elementos que participam do processo de refino, o que diminuiu ainda mais os custos\u201d, disse.<\/p>\n<p>O IPP mede a varia\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os dos produtos na porta das f\u00e1bricas, ou seja, sem incid\u00eancia de impostos e frete, de 24 atividades das ind\u00fastrias extrativas e de transforma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Maiores varia\u00e7\u00f5es<br \/>\nO levantamento do IBGE indica que as quatro maiores varia\u00e7\u00f5es na compara\u00e7\u00e3o entre outubro e novembro de 2018 ocorreram entre os produtos das atividades de refino de petr\u00f3leo e produtos de \u00e1lcool, que encerraram novembro com defla\u00e7\u00e3o de 7,23%; outros produtos qu\u00edmicos (-4,18%); impress\u00e3o (2,65%) e produtos de metal (-2,03%).<\/p>\n<p>05\/01\/2019<br \/>\nPor Nielmar de Oliveira &#8211; Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Kleber Sampaio<br \/>\nhttp:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/economia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Influenciados pela redu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os dos derivados do petr\u00f3leo e do \u00e1lcool, al\u00e9m de outros produtos qu\u00edmicos, os pre\u00e7os da ind\u00fastria fecharam o m\u00eas de novembro com defla\u00e7\u00e3o (infla\u00e7\u00e3o negativa) de 1,54%, resultado inferior ao -0,68 de outubro. 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