{"id":159479,"date":"2018-11-21T23:59:35","date_gmt":"2018-11-22T01:59:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=159479"},"modified":"2018-11-21T21:52:30","modified_gmt":"2018-11-21T23:52:30","slug":"ocde-reduz-projecao-de-crescimento-da-economia-brasileira-em-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2018\/ocde-reduz-projecao-de-crescimento-da-economia-brasileira-em-2019\/159479","title":{"rendered":"OCDE reduz proje\u00e7\u00e3o de crescimento da economia brasileira em 2019"},"content":{"rendered":"<p> A economia brasileira deve crescer 2,1% no pr\u00f3ximo ano. Essa \u00e9 a previs\u00e3o para o <strong><em>Produto Interno Bruto<\/em><\/strong> (PIB), soma de todos os bens e servi\u00e7os produzidos pelo pa\u00eds, divulgada pela Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e o Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE). A estimativa \u00e9 menor que a divulgada pela organiza\u00e7\u00e3o em setembro: 2,5%.<\/p>\n<p>Para este ano, o OCDE manteve a estimativa de 1,2%. Em 2020, a organiza\u00e7\u00e3o prev\u00ea crescimento de 2,4%.<\/p>\n<p>Segundo relat\u00f3rio da OCDE, o crescimento econ\u00f4mico do Brasil ganhar\u00e1 impulso em 2019 e 2020, \u00e0 medida que o consumo privado, apoiado por melhorias no mercado de trabalho, aumentar. A organiza\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m espera por recupera\u00e7\u00e3o do cr\u00e9dito e maior seguran\u00e7a pol\u00edtica com a posse do novo governo. Entretanto, a OCDE diz que a incerteza pol\u00edtica em torno da implementa\u00e7\u00e3o das reformas permanece significativa e pode atrapalhar a recupera\u00e7\u00e3o, mas, ressalta, que se a incerteza desaparecer e as reformas avan\u00e7arem, como se sup\u00f5e, o investimento se tornar\u00e1 mais forte.<\/p>\n<p>PIB mundial<br \/>\nA previs\u00e3o para o crescimento da economia brasileira ficar\u00e1 abaixo da m\u00e9dia mundial. A estimativa da OCDE para o crescimento da economia mundial \u00e9 3,7%, em 2018, 3,5%, no pr\u00f3ximo ano e em 2020. Em setembro, a organiza\u00e7\u00e3o previa expans\u00e3o de 3,7% tanto neste ano quanto em 2019.<\/p>\n<p>Para a OCDE, o crescimento das tens\u00f5es comerciais \u00e9 um risco para os investimentos, empregos e padr\u00e3o de vida. Outro risco que pode reduzir o crescimento mundial, citado no relat\u00f3rio, \u00e9 a alta dos pre\u00e7os do petr\u00f3leo. <\/p>\n<p>O relat\u00f3rio indica que, apesar do crescimento da produ\u00e7\u00e3o nos Estados Unidos e na R\u00fassia, os pre\u00e7os t\u00eam subido desde o in\u00edcio do ano impulsionado pelo crescimento cont\u00ednuo da demanda, crise na Venezuela e incertezas sobre o impacto das san\u00e7\u00f5es sobre a produ\u00e7\u00e3o no Ir\u00e3. O relat\u00f3rio cita ainda o risco de desacelera\u00e7\u00e3o do crescimento da China e aumento mais intenso da taxa de juros dos Estados Unidos, com impactos sobre economias emergentes.<\/p>\n<p> Kelly Oliveira \u2013 Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: F\u00e1bio Massalli<br \/>\n21\/11\/2018<br \/>\nhttp:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/economia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A economia brasileira deve crescer 2,1% no pr\u00f3ximo ano. Essa \u00e9 a previs\u00e3o para o Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e servi\u00e7os produzidos pelo pa\u00eds, divulgada pela Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e o Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE). A estimativa \u00e9 menor que a divulgada pela organiza\u00e7\u00e3o em setembro: 2,5%. Para este ano, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":148164,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_genesis_hide_title":false,"_genesis_hide_breadcrumbs":false,"_genesis_hide_singular_image":false,"_genesis_hide_footer_widgets":false,"_genesis_custom_body_class":"","_genesis_custom_post_class":"","_genesis_layout":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[22,7],"tags":[],"class_list":{"0":"post-159479","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-brasil","8":"category-economia","9":"entry","10":"gs-1","11":"gs-odd","12":"gs-even","13":"gs-featured-content-entry"},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/imagens\/economia-analise-2.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/159479","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=159479"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/159479\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/148164"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=159479"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=159479"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=159479"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}