{"id":15911,"date":"2009-10-31T11:09:54","date_gmt":"2009-10-31T15:09:54","guid":{"rendered":"http:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=15911"},"modified":"2009-10-31T11:09:54","modified_gmt":"2009-10-31T15:09:54","slug":"plastivida-apoia-lei-que-determina-o-uso-de-sacola-plastica-certificada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2009\/plastivida-apoia-lei-que-determina-o-uso-de-sacola-plastica-certificada\/15911","title":{"rendered":"Plastivida apoia lei que determina o uso de sacola pl\u00e1stica certificada"},"content":{"rendered":"<p>A Plastivida Instituto S\u00f3cio Ambiental dos Pl\u00e1sticos apoia a determina\u00e7\u00e3o do governo do Rio Grande do Sul, o primeiro no Brasil a proibir o uso de sacolas pl\u00e1sticas sem certifica\u00e7\u00e3o nos estabelecimentos do Estado. Na quarta-feira (28) foi publicada no di\u00e1rio Oficial a san\u00e7\u00e3o \u00e0 lei 13.272, que pro\u00edbe a disponibiliza\u00e7\u00e3o de sacolinhas, fora dos padr\u00f5es da norma n\u00famero 14.937, da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Normas T\u00e9cnicas (ABNT). As sacolas pl\u00e1sticas de todos os estabelecimentos do Estado ter\u00e3o que seguir a norma com a espessura m\u00ednima de 0,027 mil\u00edmetros e indicar, em quilogramas, a capacidade de carga.<br \/>\nA justificativa da lei aprovada condiz com o que a Plastivida Instituto S\u00f3cio Ambiental dos Pl\u00e1sticos prioriza e promove &#8211; o consumo respons\u00e1vel dos pl\u00e1sticos a partir de conceitos como o dos 3R\u2019s \u2013 Redu\u00e7\u00e3o de desperd\u00edcio, Reutiliza\u00e7\u00e3o e Reciclagem. As sacolas certificadas suportam o peso das compras e evitem a necessidade do uso de duas ou mais para embalar as mercadorias. Com isso, o consumidor reduz o desperd\u00edcio. Mais resistentes, as sacolinhas tamb\u00e9m podem ser reutilizadas mais vezes \u2013 para carregar roupas molhadas, guarda-chuva,<br \/>\nEm 2007, a Plastivida desenvolveu o Programa de Qualidade e Consumo Respons\u00e1vel de Sacolas Pl\u00e1sticas, que tem como objetivo promover as sacolas dentro da norma ABNT e seu uso e descarte respons\u00e1veis. Cinco capitais brasileiras j\u00e1 contam com o Programa (S\u00e3o Paulo, Rio Grande do Sul, Salvador, Goi\u00e2nia e Bras\u00edlia) e a m\u00e9dia de redu\u00e7\u00e3o de sacolas tem sido superior a 15%. Somente o P\u00e3o de A\u00e7\u00facar obteve redu\u00e7\u00e3o de 35%. Trata-se de uma parceria da Plastivida com o Instituto Nacional do Pl\u00e1stico (INP), a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira da Ind\u00fastria de Embalagens Pl\u00e1sticas Flex\u00edveis (Abief), a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Supermercados (Abras) e associa\u00e7\u00f5es supermercadistas dos estados,<br \/>\nPaulo Dacolina, diretor superintendente do INP, afirma que a qualidade das sacolas \u00e9 fundamental para que o produto cumpra sua fun\u00e7\u00e3o. \u201cFabricada dentro de norma, a sacolinha pode ser usada em sua plena capacidade, reutilizada v\u00e1rias vezes e, finalmente descartada de modo adequado, o que evita desperd\u00edcio e contribui com o ambiente\u201d, diz Dacolina.<br \/>\nO presidente da Plastivida, Francisco de Assis Esmeraldo, ressalta que a lei do Rio Grande do Sul \u00e9 um passo rumo \u00e0 sustentabilidade. \u201cEstamos convictos de que a legisla\u00e7\u00e3o trar\u00e1 ganhos ambientais para toda a popula\u00e7\u00e3o ga\u00facha, como tamb\u00e9m contribuir\u00e1 para sua conscientiza\u00e7\u00e3o ambiental. \u00c9 um exemplo a ser seguido em outros Estados\u201d, afirma Esmeraldo.<br \/>\nVisite o site da Plastivida: www.plastivida.org.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Plastivida Instituto S\u00f3cio Ambiental dos Pl\u00e1sticos apoia a determina\u00e7\u00e3o do governo do Rio Grande do Sul, o primeiro no Brasil a proibir o uso de sacolas pl\u00e1sticas sem certifica\u00e7\u00e3o nos estabelecimentos do Estado. Na quarta-feira (28) foi publicada no di\u00e1rio Oficial a san\u00e7\u00e3o \u00e0 lei 13.272, que pro\u00edbe a disponibiliza\u00e7\u00e3o de sacolinhas, fora dos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_genesis_hide_title":false,"_genesis_hide_breadcrumbs":false,"_genesis_hide_singular_image":false,"_genesis_hide_footer_widgets":false,"_genesis_custom_body_class":"","_genesis_custom_post_class":"","_genesis_layout":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[22],"tags":[],"class_list":{"0":"post-15911","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-brasil","7":"entry","8":"gs-1","9":"gs-odd","10":"gs-even","11":"gs-featured-content-entry"},"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15911","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=15911"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/15911\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=15911"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=15911"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=15911"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}