{"id":152368,"date":"2018-09-20T10:13:04","date_gmt":"2018-09-20T13:13:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=152368"},"modified":"2018-09-20T10:13:04","modified_gmt":"2018-09-20T13:13:04","slug":"pesquisadores-divulgam-doenca-genetica-pouco-conhecida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2018\/pesquisadores-divulgam-doenca-genetica-pouco-conhecida\/152368","title":{"rendered":"Pesquisadores divulgam doen\u00e7a gen\u00e9tica pouco conhecida"},"content":{"rendered":"<p> Andr\u00e9 Juli\u00e3o\u00a0 |\u00a0 Ag\u00eancia FAPESP\u00a0\u2013 Um grupo de estudiosos da hemocromatose heredit\u00e1ria n\u00e3o se restringiu apenas aos trabalhos em laborat\u00f3rio e foi a locais estrat\u00e9gicos para orientar sobre a condi\u00e7\u00e3o, caracterizada pelo <strong><em>excesso de ferro no sangue<\/em><\/strong>. O trabalho de divulga\u00e7\u00e3o na internet, em bancos de sangue e nas ruas foi apresentado durante a 33\u00aa Reuni\u00e3o Anual da Federa\u00e7\u00e3o das Sociedades de Biologia Experimental (FeSBE), realizada em Campos do Jord\u00e3o de 2 a 6 de setembro, com apoio da FAPESP.<\/p>\n<p>O grupo brasileiro de hemocromatose heredit\u00e1ria, criado em 2013, faz parte da Haemochromatosis International (HI), idealizada pelo hepatologista e pesquisador franc\u00eas Pierre Brissot. O criador da rede brasileira \u00e9 tamb\u00e9m o atual presidente da HI,\u00a0, professor da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de S\u00e3o Paulo (Unifesp).<\/p>\n<p>Atualmente, mais de 2 mil pessoas que se identificam como pacientes fazem parte do grupo brasileiro, composto ainda de familiares e pesquisadores.<\/p>\n<p>\u201cA hemocromatose heredit\u00e1ria tem sintomas muito diversos, como fadiga, dor abdominal, artrite, que podem ser confundidos com outras doen\u00e7as. Quando n\u00e3o \u00e9 tratada, pode gerar problemas mais graves, como cirrose hep\u00e1tica, impot\u00eancia, diabetes e cardiopatias\u201d, disse Santos \u00e0\u00a0Ag\u00eancia FAPESP.<\/p>\n<p>O tratamento mais seguro e eficaz \u00e9 a flebotomia terap\u00eautica (\u201csangria\u201d), que \u00e9 a retirada de sangue regularmente. A pr\u00e1tica \u00e9 feita em hospitais e bancos de sangue.<\/p>\n<p>N\u00e3o por acaso, esses locais s\u00e3o alguns dos focos do grupo brasileiro durante a Semana Mundial da Hemocromatose, que em 2018 ocorreu de 4 a 10 de junho, e que contou com uma a\u00e7\u00e3o no Parque do Ibirapuera, em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>\u201cA ideia \u00e9 orientar profissionais da sa\u00fade, inclusive dos bancos de sangue, sobre a doen\u00e7a, para que eles repassem aos pacientes que ela n\u00e3o causa grandes inc\u00f4modos se o tratamento for feito corretamente\u201d, disse Santos.<\/p>\n<p>A hemocromatose heredit\u00e1ria est\u00e1 associada principalmente ao gene HFE, mas tamb\u00e9m pode estar ligada a muta\u00e7\u00f5es em outros genes. O teste gen\u00e9tico pode ser feito sob indica\u00e7\u00e3o de um m\u00e9dico. O grupo tem apoio institucional do Instituto do Cora\u00e7\u00e3o (InCor) do Hospital das Cl\u00ednicas da Faculdade de Medicina da USP.<\/p>\n<p>Para saber mais sobre a doen\u00e7a e os grupos, acesse:\u00a0\u00a0e\u00a0.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Andr\u00e9 Juli\u00e3o\u00a0 |\u00a0 Ag\u00eancia FAPESP\u00a0\u2013 Um grupo de estudiosos da hemocromatose heredit\u00e1ria n\u00e3o se restringiu apenas aos trabalhos em laborat\u00f3rio e foi a locais estrat\u00e9gicos para orientar sobre a condi\u00e7\u00e3o, caracterizada pelo excesso de ferro no sangue. 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