{"id":149748,"date":"2018-08-22T00:18:38","date_gmt":"2018-08-22T03:18:38","guid":{"rendered":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=149748"},"modified":"2018-08-22T00:18:38","modified_gmt":"2018-08-22T03:18:38","slug":"numero-de-exportadoras-brasileiras-cresceu-60-em-20-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2018\/numero-de-exportadoras-brasileiras-cresceu-60-em-20-anos\/149748","title":{"rendered":"N\u00famero de exportadoras brasileiras cresceu 60% em 20 anos"},"content":{"rendered":"<p> Em 1998, o Brasil tinha 15.807 <strong><em>empresas exportadoras<\/em><\/strong>. Passados 20 anos, o n\u00famero de empresas brasileiras negociando com mercados internacionais saltou para 25,4 mil no ano passado, crescimento de 60%. Analisando por faixa de valor exportado, o maior crescimento foi observado no n\u00famero de empresas que venderam entre US$ 10 milh\u00f5es e US$ 50 milh\u00f5es: eram 611 em 1998 e chegaram a 1.373 em 2017, aumento de 124%.<\/p>\n<p>O levantamento \u00e9 da Rede de Centros Internacionais de Neg\u00f3cios (Rede CIN), coordenada pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria (CNI). A Rede CIN foi criada em 1998 para apoiar a ind\u00fastria brasileira na inser\u00e7\u00e3o ao com\u00e9rcio internacional, como estrat\u00e9gia de competitividade e sustentabilidade dos neg\u00f3cios.<\/p>\n<p> Em duas d\u00e9cadas, o Brasil conquistou 50 novos mercados e passou a exportar o que antes comprava de fora, como trigo. De acordo com a CNI, a import\u00e2ncia do tema n\u00e3o se restringe ao caixa das empresas, tendo impacto tamb\u00e9m na economia do pa\u00eds.<\/p>\n<p>De acordo com a CNI, nos \u00faltimos per\u00edodos de recess\u00e3o \u2013 2001 a 2002, 2008 a 2009, 2014 a 2017 \u2013 todos os indicadores macroecon\u00f4micos do Brasil, como Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e servi\u00e7os produzidos no pa\u00eds), infla\u00e7\u00e3o e desemprego, pioraram. \u201cS\u00f3 o com\u00e9rcio exterior cresceu nesse per\u00edodo\u201d, informou a entidade, explicando que muitas empresas recorrem \u00e0s vendas internacionais durante per\u00edodos de turbul\u00eancia no mercado dom\u00e9stico.<\/p>\n<p>Rede CIN<\/p>\n<p>Em 2017, a Rede CIN recebeu recursos da Uni\u00e3o Europeia, por meio do programa AL-Invest, para desenvolver um novo modelo de atendimento \u00e0s empresas que buscam se internacionalizar, o Rota Global. Na execu\u00e7\u00e3o do piloto do programa, 560 empresas industriais, agr\u00edcolas e de servi\u00e7o passaram por um diagn\u00f3stico gratuito que avaliou a maturidade da empresa para atuar l\u00e1 fora.<\/p>\n<p>Destas, 406 receberam planos de neg\u00f3cios customizados \u00e0s suas necessidades para dar os passos necess\u00e1rios rumo ao com\u00e9rcio exterior. A maioria dos participantes s\u00e3o micros e pequenos neg\u00f3cios.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m em 2017, a CNI e o Minist\u00e9rio de Ind\u00fastria, Com\u00e9rcio Exterior e Servi\u00e7os assinaram um acordo de coopera\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica para integrar o Rota Global, do setor privado, ao Plano Nacional de Cultura Exportadora, do governo federal. O objetivo \u00e9 oferecer consultoria completa para empresas n\u00e3o exportadoras empreenderem no mercado internacional, com diagn\u00f3stico, desenho de estrat\u00e9gia de exporta\u00e7\u00e3o e acompanhamento da execu\u00e7\u00e3o do plano.<\/p>\n<p> Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: N\u00e1dia Franco<br \/>\n22\/08\/2018<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 1998, o Brasil tinha 15.807 empresas exportadoras. Passados 20 anos, o n\u00famero de empresas brasileiras negociando com mercados internacionais saltou para 25,4 mil no ano passado, crescimento de 60%. Analisando por faixa de valor exportado, o maior crescimento foi observado no n\u00famero de empresas que venderam entre US$ 10 milh\u00f5es e US$ 50 milh\u00f5es: [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":148074,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_genesis_hide_title":false,"_genesis_hide_breadcrumbs":false,"_genesis_hide_singular_image":false,"_genesis_hide_footer_widgets":false,"_genesis_custom_body_class":"","_genesis_custom_post_class":"","_genesis_layout":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[22,7],"tags":[],"class_list":{"0":"post-149748","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-brasil","8":"category-economia","9":"entry","10":"gs-1","11":"gs-odd","12":"gs-even","13":"gs-featured-content-entry"},"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/imagens\/economia-grafico-1.jpg","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_likes_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/149748","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=149748"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/149748\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/media\/148074"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=149748"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=149748"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=149748"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}