{"id":149211,"date":"2018-08-16T00:32:57","date_gmt":"2018-08-16T03:32:57","guid":{"rendered":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=149211"},"modified":"2018-08-16T00:32:57","modified_gmt":"2018-08-16T03:32:57","slug":"numero-de-pontos-comerciais-volta-a-crescer-no-1o-semestre-diz-cnc","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2018\/numero-de-pontos-comerciais-volta-a-crescer-no-1o-semestre-diz-cnc\/149211","title":{"rendered":"N\u00famero de pontos comerciais volta a crescer no 1\u00ba semestre, diz CNC"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/imagens\/economia-22-150x112.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"112\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-148564\" srcset=\"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/imagens\/economia-22-150x112.jpg 150w, https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/imagens\/economia-22-265x198.jpg 265w\" sizes=\"auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/>O saldo entre aberturas e fechamentos de estabelecimentos comerciais com v\u00ednculo empregat\u00edcio voltou a crescer entre janeiro e junho deste ano, com um incremento de 2.252 <strong><em>pontos de venda<\/em><\/strong>. A informa\u00e7\u00e3o foi divulgada pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Com\u00e9rcio de Bens, Servi\u00e7os e Turismo (CNC), que prev\u00ea a abertura de 5,2 mil novas lojas at\u00e9 o final do ano.<\/p>\n<p>O n\u00famero de lojas abertas ainda pequeno, no primeiro semestre do ano, na avalia\u00e7\u00e3o da entidade, se deve a incertezas do cen\u00e1rio pol\u00edtico, que a institui\u00e7\u00e3o considera &#8220;um dos principais inibidores de investimentos\u201d.<\/p>\n<p>Para a confedera\u00e7\u00e3o, mesmo no segundo semestre consecutivo de aumento e com o maior saldo semestral desde a segunda metade de 2013, quando foram abertas 16,7 mil lojas, \u201co t\u00edmido avan\u00e7o exp\u00f4s a perda de f\u00f4lego da economia e as incertezas quanto \u00e0 materializa\u00e7\u00e3o de investimentos por parte do setor\u201d.<\/p>\n<p>A previs\u00e3o inicial da entidade era de que o setor abrissen este ano 20,7 mil pontos de venda no varejo do pa\u00eds, mas a previs\u00e3o foi reduzida devido ao atual cen\u00e1rio de lenta recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e de cautela nos investimentos.<\/p>\n<p>Para a CNC, as paralisa\u00e7\u00f5es do terceiro bimestre, a desvaloriza\u00e7\u00e3o do real, as press\u00f5es de custos impostas pelo ritmo mais acelerado de pre\u00e7os tamb\u00e9m contribu\u00edram para o fraco desempenho do mercado de trabalho.<\/p>\n<p>\u201cApesar do saldo positivo de lojas ao longo dos \u00faltimos seis meses, o ritmo de expans\u00e3o do n\u00famero de pontos de venda pode ser considerado t\u00e3o frustrante quanto a percep\u00e7\u00e3o de desacelera\u00e7\u00e3o no ritmo de atividade econ\u00f4mica\u201d, disse o chefe da Divis\u00e3o Econ\u00f4mica da Confedera\u00e7\u00e3o, Fabio Bentes<\/p>\n<p>Do total de 2.252 estabelecimentos abertos de janeiro a junho, os principais destaques s\u00e3o os segmentos de hiper e supermercados, que abriram 1.378 novas unidades, seguidos por lojas de artigos de uso pessoal e dom\u00e9stico, com mais 841 e pelo ramo de vestu\u00e1rio, com mais 782. A abertura de lojas ocorreu em 6 dos 10 segmentos do varejo. Por outro lado, estabelecimentos especializados em venda de materiais de constru\u00e7\u00e3o foram os que mais fecharam as portas no semestre (-915).<\/p>\n<p>A CNC tamb\u00e9m reduziu as proje\u00e7\u00f5es do percentual de crescimento do volume de vendas do setor de 4,7% para 4,5%.<\/p>\n<p>Regi\u00f5es<br \/>\nRegionalmente, os novos pontos de venda foram abertos em 11 das 27 unidades federativas, com destaque para os estados de S\u00e3o Paulo, com mais 2.468 estabelecimentos, Santa Catarina, com mais 852 e Minas Gerais, com mais 340.<\/p>\n<p>O Rio de Janeiro, que vem enfrentando uma das maiores crises financeiras do estado, o n\u00famero fechou o semestre negativo, com o fechamento de 1.038 estabelecimentos, o equivalente a 45% dos fechamentos entre os que registraram saldos negativos.<\/p>\n<p>A crise no varejo brasileiro teve in\u00edcio em 2014, quando as vendas encolheram 1,7%, o primeiro resultado negativo em onze anos, na compara\u00e7\u00e3o com o ano imediatamente anterior, de acordo com dados da Pesquisa Mensal de Com\u00e9rcio, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n<p>Nos dois anos seguintes, o quadro se agravou, com o com\u00e9rcio apurando perdas reais de faturamento de 8,6% e 8,7% em 2015 e 2016, respectivamente, o que levou o setor a acumular retra\u00e7\u00e3o de 20% nos volumes de venda nestes tr\u00eas anos.<\/p>\n<p>O saldo entre aberturas e fechamentos de estabelecimentos acompanhou, com alguma defasagem, a retra\u00e7\u00e3o nas vendas, especialmente nos anos de 2015 e 2016 e no primeiro semestre do ano passado, quando o setor acumulou a perda de 226,7 mil pontos de venda em todo o pa\u00eds.<\/p>\n<p>Nielmar de Oliveira \u2013 Rep\u00f3rter da Ag\u00eancia Brasil<br \/>\nEdi\u00e7\u00e3o: Maria Claudia<br \/>\n16\/08\/2018<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O saldo entre aberturas e fechamentos de estabelecimentos comerciais com v\u00ednculo empregat\u00edcio voltou a crescer entre janeiro e junho deste ano, com um incremento de 2.252 pontos de venda. 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