{"id":145976,"date":"2018-07-12T00:55:14","date_gmt":"2018-07-12T03:55:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/?p=145976"},"modified":"2018-07-12T00:55:14","modified_gmt":"2018-07-12T03:55:14","slug":"rede-zebrafish-lanca-site-para-estimular-colaboracoes-em-pesquisa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.redenoticia.com.br\/noticia\/2018\/rede-zebrafish-lanca-site-para-estimular-colaboracoes-em-pesquisa\/145976","title":{"rendered":"Rede Zebrafish lan\u00e7a site para estimular colabora\u00e7\u00f5es em pesquisa"},"content":{"rendered":"<p> Ag\u00eancia FAPESP\u00a0\u2013 A Rede <strong><em>Zebrafish<\/em><\/strong> lan\u00e7ou um site () para informar e fomentar colabora\u00e7\u00f5es entre pesquisadores que utilizam o peixe paulistinha (Danio rerio), especialmente como organismo modelo em estudos gen\u00e9ticos.<\/p>\n<p>A Rede Zebrafish faz parte da Plataforma Zebrafish, mantida pelo Centro de Toxinas, Resposta-Imune e Sinaliza\u00e7\u00e3o Celular (), um Centro de Pesquisa, Inova\u00e7\u00e3o e Difus\u00e3o (), financiado pela FAPESP e sediado no Instituto Butantan. Rede e Plataforma s\u00e3o coordenadas por\u00a0, coordenadora de difus\u00e3o do CeTICS.<\/p>\n<p>\u201cA ideia \u00e9 que todos os participantes da Rede Zebrafish possam divulgar trabalhos, interagir com outros pesquisadores e informar sobre novidades, como publica\u00e7\u00e3o de artigos, palestras e congressos sobre o tema\u201d, disse Lopes, que tamb\u00e9m dirige o Laborat\u00f3rio Especial de Toxinologia do Butantan.<\/p>\n<p>O pesquisador que quiser fazer parte do site (em formato de blog, com postagens) deve utilizar o zebrafish em seus estudos. O pr\u00f3ximo passo \u00e9 realizar um cadastro no site para que uma comiss\u00e3o possa analisar sua participa\u00e7\u00e3o. Os aprovados receber\u00e3o um contato para envio de conte\u00fado a ser publicado no blog e estar\u00e3o integrados ao site.<\/p>\n<p>\u201cA Rede Zebrafish possibilita o encontro entre o pesquisador consolidado e aquele que est\u00e1 come\u00e7ando a estudar o peixinho. Dessa forma, o trabalho em equipe \u00e9 feito de forma mais r\u00e1pida e eficiente\u201d, disse Lopes ao Instituto Butantan.<\/p>\n<p>A rede \u00e9 formada por cerca de 50 pessoas distribu\u00eddas em 25 institui\u00e7\u00f5es no pa\u00eds. A partir do momento em que todos migrarem para o blog, ser\u00e1 criado um mapa indicando a localiza\u00e7\u00e3o de todos os profissionais, mostrando o real tamanho da rede.<\/p>\n<p>Junto com o lan\u00e7amento do site foi aberta uma campanha para escolher um nome para o mascote da Rede Zebrafish. Na primeira fase do concurso, todos os participantes da rede poder\u00e3o sugerir nomes que, posteriormente, ser\u00e3o avaliados por uma comiss\u00e3o para definir os tr\u00eas melhores. Na segunda fase, a vota\u00e7\u00e3o ser\u00e1 aberta para que o p\u00fablico externo escolha o melhor.<\/p>\n<p>Para o pesquisador que sugerir o nome vencedor ser\u00e1 concedido como pr\u00eamio um kit cient\u00edfico para trabalhar com o zebrafish e tamb\u00e9m o custeio de passagem, inscri\u00e7\u00e3o e estadia para participa\u00e7\u00e3o da reuni\u00e3o da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci\u00eancia (SBPC) em 2019, que ocorrer\u00e1 no Mato Grosso do Sul.<\/p>\n<p>Em agosto, quando a vota\u00e7\u00e3o se encerrar, haver\u00e1 um evento para divulgar o resultado junto com o lan\u00e7amento de um novo rack (aqu\u00e1rio) para o peixinho.<\/p>\n<p>Conhecido popularmente como peixe paulistinha, bandeirinha e tamb\u00e9m zebrafish (peixa-zebra), o\u00a0Danio rerio\u00a0\u00e9 uma esp\u00e9cie nativa da \u00cdndia que vive em \u00e1gua doce, como rios de planta\u00e7\u00f5es de juta e arroz. O peixinho chega no m\u00e1ximo a 3 cent\u00edmetros de comprimento e possui listras pelo corpo.<\/p>\n<p>Segundo o Butantan, a esp\u00e9cie come\u00e7ou a ser estudada como modelo experimental na d\u00e9cada de 1980 e se tornou popular devido a caracter\u00edsticas como: alta semelhan\u00e7a gen\u00e9tica com o ser humano (cerca de 70%); transpar\u00eancia dos embri\u00f5es e larvas; r\u00e1pido desenvolvimento; grande n\u00famero de embri\u00f5es gerados a cada acasalamento (cerca de 200 a 300); poder ser usado para pesquisa em todos os est\u00e1gios de vida; ser f\u00e1cil de criar, possibilitando a otimiza\u00e7\u00e3o de espa\u00e7o nos laborat\u00f3rios; baixo custo de manuten\u00e7\u00e3o (em m\u00e9dia R$ 0,60 por peixe, em compara\u00e7\u00e3o com R$ 8 por camundongo, por exemplo); e facilidade para a manipula\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica, permitindo testes r\u00e1pidos.<\/p>\n<p>No Butantan, a plataforma tem atualmente 6 mil desses peixes e comporta at\u00e9 9 mil, sendo que 90% dos estudos com o zebrafish no instituto utilizam embri\u00f5es.<\/p>\n<p>Por ano, cerca de 3,5 mil estudos que utilizaram o zebrafish como modelo experimental s\u00e3o publicados em todo o mundo. Vers\u00e1til, o peixinho pode ser modelo para todas as \u00e1reas de pesquisa, como psicologia, fisiologia, homeopatia, imunologia, toxicologia, entre outros.<\/p>\n<p>Mais informa\u00e7\u00f5es:\u00a0.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ag\u00eancia FAPESP\u00a0\u2013 A Rede Zebrafish lan\u00e7ou um site () para informar e fomentar colabora\u00e7\u00f5es entre pesquisadores que utilizam o peixe paulistinha (Danio rerio), especialmente como organismo modelo em estudos gen\u00e9ticos. 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